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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Pedro: o Primeiro Pregador Pentecostal

Sumário de PEDRO: O PRIMEIRO PREGADOR PENTECOSTAL (240 páginas), novo livro de minha modesta autoria, #CPAD, terceiro da série #PregadoresDaBiblia:
Dedicatória
Agradecimentos
Prefácio
Introdução — Origem do Movimento Pentecostal
Capítulo 1 — Provado pela Água
Capítulo 2 — Pregador, Apóstolo... Papa Não!
Capítulo 3 — Treinamento de Pedro
Capítulo 4 — Assentado para Ver o Fim
Capítulo 5 — Em Pé para um Novo Começo
Capítulo 6 — Primeiro Pregador Pentecostal
Capítulo 7 — Linha de Chegada
Referências e Notas

Clique aqui para informar-se melhor:

Pedro: O primeiro pregador pentecostal 

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Estêvão: o Primeiro Apologista do Evangelho (novo livro)


Dando sequência à série Pregadores da Bíblia, em Estêvão: o Primeiro Apologista do Evangelho (176 páginas) enfatizo a defesa da fé cristã. O diácono Estêvão não foi somente o primeiro mártir da Igreja, mas também o primeiro grande apologeta, um pregador a quem Deus usou para mudar a História da Igreja.

Já disponível no site da CPAD e pelo telefone 0800-021-7373. Em breve estará em toda a rede de lojas da CPAD.

Ciro Sanches Zibordi

domingo, 12 de agosto de 2018

Saudades do alfaiate


Célia Sanches Zibordi é a serva do Senhor que me instruiu no caminho em que devo andar e foi fiel companheira do alfaiate Renato Zibordi até a sua partida, na semana do centenário da Assembleia de Deus (2011).

Uma imagem que, desde a infância, jamais saiu da minha memória é a de meu pai, muito exausto, trabalhando em casa, à noite. Às vezes, ele adentrava à madrugada assentado em frente a uma máquina de costura, com uma peça de roupa à mão, sob uma luminária.

Muitos anos depois, me vejo diante de uma máquina “costurando”, a exemplo de meu pai. Aliás, debaixo da iluminação do Espírito Santo, adentrando, muitas vezes, à madrugada, muitos são os “fios” (fontes) que uso para confeccionar meus livros. Não por acaso, a Palavra de Deus diz: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” (Provérbios 22.6).

Ciro Sanches Zibordi

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Best-sellers da CPAD no último trimestre




Livros mais vendidos da #CPAD em maio, junho e julho de 2018. Fonte: Mensageiro da Paz. João Batista: o Pregador Politicamente Incorreto, que abre a série Pregadores da Bíblia, está em terceiro lugar na categoria obras teológicas, mas estava em segundo nos meses anteriores, nas duas categorias gerais. Louvado seja Deus!

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Cientista da NASA está no Céu


Presenciei, algumas vezes, pessoas rindo quando alguém afirmava que o mestre Antonio Gilberto (1927-2018) foi um cientista da NASA. Isso porque ele sempre empregou um palavreado muito simples; nunca fez questão de exibir-se. Entretanto, quis Deus que esse nordestino do Rio Grande do Norte se tornasse muito mais importante que um cientista da NASA!

Antonio Gilberto da Silva é um servo do Deus Altíssimo que passou, sim, pela NASA, mas notabilizou-se muito mais como um enviado de Deus, um mestre que o Senhor Jesus levantou no Brasil e no mundo para ser um referencial, um imitador de Cristo. Mais que um ícone das Assembleias de Deus, ele é um homem segundo o coração do Senhor.

A despeito de seu vasto cabedal, Gilberto é um homem humilde, que há décadas tem tido compromisso com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra. Emprego o verbo no presente porque esse servo do Deus Altíssimo está vivo! Lembremo-nos de que o nosso Deus, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, é Deus de vivos, e não de mortos (Mt 22.32).

Isso mesmo: Antonio Gilberto há uma semana mudou de residência. Mas, antes de partir, deixou-nos um legado. Imitemo-lo, certos de que ele é um imitador de Cristo (1 Co 11.1).

Ciro Sanches Zibordi

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Inesquecível Antonio Gilberto


Na última segunda-feira (30 de julho de 2018), o Senhor Jesus chamou para si o mestre Antonio Gilberto, maior erudito que conheci, a despeito de ele mesmo nunca ter feito questão de revelar-se como tal. Dizer que o irmão Gilberto é meu pai, meu mestre, meu pastor e meu amigo, como eu fiz nas redes sociais, pode soar como uma tentativa de “capitalizar”, de querer mostrar que éramos amigos íntimos, confidentes etc. Por isso, para ser bem sincero, eu nunca me considerei muito íntimo desse ícone da Assembleia de Deus. Sinto-me até distante dele, em certo sentido.

Tive o privilégio, na verdade, de trabalhar com ele na CPAD, onde almoçávamos juntos e caminhávamos, às vezes, após o almoço. Além disso, me congregava na mesma igreja dele (Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ), onde ouvia seus ensinamentos, e também viajei com ele algumas vezes, conversei várias vezes por telefone, visitei sua casa (poucas vezes) e o recebi em minha casa (apenas uma vez) etc. Mas sempre achei muita pretensão de minha parte querer ser alguém próximo dele. Deus o sabe.

Quase sempre era ele quem me ligava. Minha esposa dizia: “Ligue para o pastor Gilberto”. Mas eu tinha um bloqueio autoimposto. Deus o sabe. Ligava pouquíssimas vezes para o irmão Gilberto, sempre com muita dificuldade, talvez porque não me considerasse digno de sua amizade ou por temer importuná-lo. Quase todos os nossos contatos pessoais tiveram iniciativa dele. Ele é quem me ligava, se importava comigo, queria saber o que estava acontecendo... O que Antonio Gilberto, então, representa (verbo no presente) para mim? Independentemente do contato pessoal que tivemos — que não foi tão grande, como muitos pensam —, o que sou hoje devo em grande parte a esse mestre pentecostal. E isso porque Deus o quis!

Sem dúvida, quem uniu nossas almas foi o Senhor Jesus. Não foi nada além disso. Não foi amizade construída ao longo do tempo, tampouco interesses outros. Foi o Senhor quem tudo preparou! Deus nos uniu antes mesmo de nos conhecermos pessoalmente, quando eu, ainda um adolescente, em São Paulo, lia um de seus clássicos: A Bíblia Através dos Séculos. Ali começou tudo. E, desde então, esse servo de Deus passou a me influenciar e continuaria fazendo isso, houvesse o que houvesse.

Entretanto, quis Deus que nos conhecêssemos pessoalmente. Quis Ele fazer com que eu me sentisse como Timóteo aos pés de Paulo. O que, então, determinava e determina o meu profundo amor por ele? Não foi o fato de vê-lo ou de conversar com ele diariamente. Não é o fato de ele estar vivo ou morto. Aliás, nosso Deus é Deus de vivos, e não de mortos (Mt 22.32). Para mim, assim como Abraão, Isaque e Jacó, Antonio Gilberto está vivo! Ele apenas mudou de residência! O que determina — e sempre determinará — o meu amor por ele é o fato de saber que somos e sempre seremos um, em Cristo.

Hoje, o irmão Gilberto não está entre nós, porém continua me influenciando, em tudo. Ele nunca deixou de me influenciar, aliás. Penso nele diariamente. Lembro-me dos momentos que tivemos juntos e dos que poderíamos ter tido, se Deus o quisesse. Converso com seus textos, especialmente os das apostilas que ele me deu de presente.

Sabe de uma coisa? Embora seja pecado acrescentar palavras à Bíblia, em certo sentido — quem lê entenda — eu inseri dois nomes à galeria dos heróis da fé de Hebreus 11: o evangelista Valdir Bícego (1939-1998) e o mestre Antonio Gilberto (1927-2018). E, da mesma forma que leio os feitos de Enoque, Noé, Abraão, Davi, Samuel etc. com alegria, me lembro dos atos desses dois pastores com muita satisfação!

Somente a eternidade revelará a importância desses dois ícones da Assembleia de Deus, "homens dos quais o mundo não era digno" (Hb 11.38), para o ministério que Deus me outorgou. Ambos estão com o Senhor Jesus, mas deixaram um grande legado! E, por isso mesmo, tenho a missão de continuar reverberando o que aprendi com eles.

À parte desse meu sentimento particular — que ninguém pode tirar de mim —, aproveito mais uma vez para transmitir à querida irmã Iolanda e a toda família do irmão Gilberto as minhas condolências. Que o Senhor Jesus os conforte e os fortaleça mais e mais, derramando sobre todos toda sorte de bênçãos. Consolemo-nos uns aos outros com o que está escrito em 1 Tessalonicenses 4.16-18. “Ver-nos-emos, ver-nos-emos, ver-nos-emos na terra divinal; ver-nos-emos, ver-nos-emos, ver-nos-emos junto ao rio sem igual” (hino 215 da Harpa Cristã).

Ciro Sanches Zibordi

Pastor Antonio Gilberto está com o Senhor


Meu pai, meu mestre, meu pastor, meu amigo, um homem do qual o mundo não era digno (Hebreus 11.38). Antonio Gilberto, o maior erudito que conheci, a despeito de ele nunca se dar a conhecer como tal.

Já está com o Senhor Jesus o inesquecível irmão Gilberto, um ícone da Assembleia de Deus. Deixou um grande legado! “Ver-nos-emos, ver-nos-emos, ver-nos-emos na terra divinal; ver-nos-emos, ver-nos-emos, ver-nos-emos junto ao rio sem igual” (Paulo Leivas Macalão, hino 215 da Harpa Cristã).

Como não tenho palavras neste momento para dizer o que ele sempre representará para mim, vou deixar que as imagens falem por si mesmas.