09/11/2009

Por que a vociferação liberal contra o legalismo não merece crédito


Considero natural o fato de adeptos do liberalismo e do legalismo se digladiarem. Afinal, ambos pertencem a facções extremistas e contrárias ao equilíbrio esposado nas Escrituras. Liberais e legalistas defendem desvios teológicos, eclesiásticos e consuetudinários (relativos a usos e costumes).

Entretanto, se alguém deseja ter autoridade para condenar, de maneira isenta, um desses partidos, precisa, antes de tudo, demonstrar (mediante atos e palavras) que tem a Bíblia como a sua fonte primária de autoridade.
Assim como um legalista não tem respaldo para condenar o liberalismo, um liberal não tem autoridade moral para verberar contra o legalismo.

Reconheço que o legalismo é um grande mal, posto que nega a eficácia da graça de Deus para salvação do pecador. Mas o grande erro dos adeptos do liberalismo é considerar legalistas também os cristãos sinceros que se esforçam em seguir os mandamentos e princípios da Palavra do Senhor.


Servos de Deus compromissados com a sã doutrina e com os bons costumes têm pedido a minha opinião a respeito de uma série de verberações que um famoso telepregador — dizendo-se defensor da liberdade cristã — vem apresentando contra ao que ele chama de legalismo.

Ora, com todo o respeito, que autoridade tem um telepregador que, além de adotar posturas liberais nas esferas eclesiástica e consuetudinária, ao longo de sua trajetória, vem enveredando, nos últimos anos, pelo caminho do pior tipo de liberalismo, o teológico?

Merece crédito um telepregador que vocifera contra o legalismo, mas, ao mesmo tempo, propaga a teologia da prosperidade, defendendo os principais expoentes dessa falácia, como Morris Cerullo e Frederick K.C. Price? As obras deste último, inclusive, vêm sendo vendidas no programa do aludido telepregador, que, por algum motivo, omite o nome do tal “mestre” da teologia da prosperidade, citando apenas o título de sua obra. Teme ele retaliação por parte dos que conhecem os desvios teológicos de Price, os quais são os mesmos de Benny Hinn, Kenneth Hagin e outros “mestres da fé”?

Não há dúvidas de que está se cumprindo, em nossos dias, o que está predito em 2 Pedro 2.1-3: “entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição... E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia sentença, e a sua perdição não dormita”.

Ciro Sanches Zibordi

05/11/2009

As obras “maiores” dos milagreiros e as obras dos verdadeiros seguidores de Cristo

Em João 14.12 está escrito: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai”. Este versículo é o preferido dos super-pregadores milagreiros e ilusionistas, que se valem da ênfase “obras maiores” para avalizar os seus truques, trapaças, experiências exóticas e antibíblicas, além de fenômenos “extraordinários” que não resistem ao teste da Palavra de Deus (cf. Dt 13.1-4; 2 Ts 2.9; Mt 7.21-23).

Neste artigo faço uma análise imparcial de João 14.12, pela qual — fazendo jus ao objetivo da exegese — procuro extrair da aludida passagem o verdadeiro sentido da frase “também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas”. Também aproveito o ensejo para responder aos diversos leitores que me enviam e-mails pedindo explicações sobre o mencionado versículo.

1) O termo grego meizõn, traduzido por “maiores”, no texto em apreço, literalmente é “coisas maiores”. Já o vocábulo “obras” (gr. ergon) significa: “trabalho”, “ação”, “ato” (VINE. W.E., Dicionário Vine, CPAD, pp.764,827), e não “milagres”, estritamente.

2) É claro que a obra da Igreja de Cristo envolve curas e milagres, como consequência da pregação do evangelho (Mc 16.15-20), mas o termo ergon alude a trabalho ou empreendimento, em sentido amplo (Jo 5.21; Rm 15.18; At 5.38). Daí a versão bíblica inglesa King James (KJV) empregar o vocábulo works, denotando que o termo original diz respeito a trabalho, obras, empreendimento, e não a milagres, estritamente.

3) Qual foi a obra, o trabalho, de Jesus, ao andar na terra? O texto de Mateus 4.23 responde a essa pergunta:
“E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo”. Outra passagem que enfatiza a obra do Senhor é Atos 10.38: “como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele”.

4) O Senhor Jesus asseverou que o trabalho ou o empreendimento da sua Igreja, representada em João 14 por seus primeiros discípulos, seria maior do que o seu. Mas, em que sentido? “As obras que os discípulos farão depois da partida de Jesus serão maiores do que as de Jesus, não em seu valor intrínseco, ou em sua glória, mas no objetivo. Os discípulos farão obras de Deus numa escala mais ampla, enquanto levam a mensagem da vida eterna ao mundo todo, tanto a gentios como a judeus” (MICHAELS, J. Ramsey, Novo Comentário Bíblico Contemporâneo de João, Editora Vida, p.277).

5) “As obras ‘maiores’ incluem tanto a conversão de pessoas a Cristo, como a operação de milagres. Este fato é demonstrado nas narrativas de Atos (At 2.41,43; 4.33; 5.12), e na declaração de Jesus em Mc 16.17,18... As obras dos discípulos serão ‘maiores’ em número e em alcance” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, p.1601).

6) Benny C. Aker — professor do Assemblie of God Theological Seminary, em Springfield, Missouri, Estados Unidos —, referindo-se às tais “obras maiores”, afirmou que elas: “Dizem respeito à quantidade em lugar de qualidade. Jesus fez estas ‘obras’, mas seus seguidores ao longo dos séculos trarão milhões de mais obras para o Pai. É o que eles fazem enquanto aguardam a vinda de Jesus” (Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, CPAD, p.581).

Diante do exposto,
a passagem em análise não abona fenômenos estranhos ou experiências exóticas (como “anestesia espiritual” [aplicada durante o também antibíblico “cair no poder”], “mãos grudadas” [só desgrudam com a ordem do milagreiro], “unção do riso”, “depósito em conta bancária”, “dentes de ouro”, etc.), além de invencionices, modismos, sandices, truques, práticas hipnóticas e recursos outros empregados por super-pregadores milagreiros e ilusionistas do nosso tempo. Fiquemos com a Palavra de Deus, haja o que houver (1 Co 4.6; Gl 1.8; 2 Co 11.3,4).

Ciro Sanches Zibordi

03/11/2009

Eu apoio a [verdadeira] Marcha para Jesus e participo dela

Mais uma passeata do povo evangélico (ou boa parte dele), intitulada Marcha para Jesus, aconteceu na cidade de São Paulo. O evento ocorre todos os anos e é um grande ajuntamento (cada vez maior) de pessoas em torno de celebridades do mundo evangélico. Trata-se de uma passeata-show ou de um show em movimento, com gritos, pulos, danças, música gospel, atos “proféticos”, protestos, mas pouca ou quase nenhuma evangelização.

Antes que algum fã dos organizadores da tal marcha fique bravo, quero que todos os leitores saibam que eu apoio a Marcha para Jesus e até participo dela! Isso mesmo!

Mas é claro que eu não não estou de acordo com passeatas lideradas por enganadores que supervalorizam interesses pessoais, fama e dinheiro. Eu apoio a verdadeira Marcha para Jesus, que prioriza o cumprimento dos mandamentos de Jesus! Eu apoio a Marcha da Evangelização, formada por aqueles que cumprem a Grande Comissão (Mc 16.15; Mt 28.19). Aliás, já pensou se aqueles milhares — milhões, para os ufanistas — de evangélicos que marcharam em São Paulo fossem como os crentes da igreja primitiva (At 8.4), os quais “iam por toda parte anunciando a palavra”?

A Marcha para Jesus, verdadeiramente, não é uma passeata-show, com música, dança, faixas de apoio a “apóstolos” da teologia da prosperidade e do triunfalismo, além de desfile de celebridades do mundo gospel. Não! A Marcha do Senhor dos Exércitos é formada por soldados de Cristo que pregam diariamente o seu santo evangelho, combatem contra o pecado, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé (Hb 12.1,2).

Estou convencido de que a Marcha para Jesus verdadeira não é composta de pessoas que determinam, decretam, profetizam vitória e se comportam como se quisessem mostrar para todos que são elas as pessoas mais especiais deste mundo. Não! A Marcha para Jesus — a que faz jus a este título —, a despeito de não ser percebida pelos meios de comunicação, é o caminhar diário dos verdadeiros cristãos que pregam a palavra da cruz e perseveram no evangelho de Cristo.

Eu apoio a autêntica Marcha para Jesus e participo diariamente dela, a qual, em resumo, é o caminhar em amor, pela fé, em novidade de vida, dos salvos em Cristo que andam como Ele andou (1 Jo 2.6). Sim, graças a Deus, eu faço parte desse grande exército que, à semelhança do Senhor, está fazendo o bem, porque Deus é com ele (At 10.38).

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

28/10/2009

Erros que os Pregadores Devem Evitar, em DVD

Procurando atender a pedidos de vários irmãos, de todas as regiões do Brasil, a CPAD acaba de produzir um DVD com a mesma temática dos meus livros Erros que os Pregadores Devem Evitar e Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar.

A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) — com a qual mantenho vínculos ministeriais e fraternais desde 1993 —, através do seu diretor executivo, Dr. Ronaldo Rodrigues de Souza, tem como objetivo, ao lançar esse trabalho, alcançar mais pessoas com a mensagem contida nos aludidos livros, inclusive aquelas que ainda não têm o hábito da leitura.

Esse DVD (que já está nas lojas da CPAD) traz uma série de três palestras ministradas no templo-sede da Assembleia de Deus em Paranaguá-PR, presidida pelo meu amigo, pastor José Alves, durante um seminário teológico promovido pelo IBADEP (Instituto Bíblico das Assembleias de Deus do Paraná). Ao todo, são mais de três horas de ministração sobre a pregação e o pregador.

Os irmãos que já leram os livros mencionados encontrarão na versão em DVD conceitos, exemplos e respostas complementares, além de conhecerem melhor, de certa forma, o autor das tais obras. Isso, sem dúvidas, os ajudará a entenderem as suas argumentações escritas. Por outro lado, os que não conhecem a versão escrita poderão se sentir estimulados a fazerem isso.

Escolhi o mesmo título dos meus livros de maior vendagem por alguns motivos. Primeiro, porque a temática das palestras é praticamente a mesma contida nas obras. Segundo, porque os conteúdos dos tais livros e do DVD se completam e se intercambiam, propiciando melhor aprendizado através de exemplos e experiências deste autor. Terceiro, porque esse novo trabalho, desenvolvido em outro tipo de mídia, poderá contribuir para despertar o interesse de muitos irmãos pela leitura.

Louvo a Deus por mais esta grande e eficaz porta que Ele me abriu para propagação do evangelho e ensino da Palavra. Agradeço, além dos nomes já citados, ao pastor e amigo Hércules Denobi (diretor do IBADEP por ocasião do aludido evento) por ter cedido à CPAD as gravações das minhas palestras. E sou grato também ao irmão Newton Cézar (CPAD Multimídia), que produziu o material.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

Uma Igreja Preparada para o Arrebatamento (mensagem), em DVD

A CPAD acaba de lançar mais um DVD da série Pregador Pentecostal: Uma Igreja Preparada para o Arrebatamento, uma mensagem que eu recebi do Senhor a respeito dos nossos preparativos para o glorioso encontro com o Senhor Jesus, naquele grande Dia. Esse trabalho, e também o DVD Erros que os Pregadores Devem Evitar (acima), já estão nas lojas da CPAD.

Ciro Sanches Zibordi

27/10/2009

Relação de produtos de Ciro Sanches Zibordi

Você pode receber livros e DVDs de minha autoria em sua casa, com desconto e uma dedicatória.

Veja como é simples, rápido e seguro:

1) Escolha os produtos que deseja adquirir.

2) Deposite o valor na conta corrente abaixo (que é minha mesmo).

Banco Itaú
Agência: 0782
C/C: 59582-1

3) Envie um e-mail para ciro.zibordi@uol.com.br, confirmando o depósito (não é preciso encaminhar o comprovante de depósito). Atenção: no caso de DOC de outro banco para o Itaú, solicite-me o número do CPF.

4) Assim que eu receber o e-mail, enviarei o seu material. Lembre-se: você adquirirá o material com desconto. Os preços abaixo já englobam despesas de correio.

Confira os produtos à sua disposição:


Erros que os Pregadores Devem Evitar (DVD)
De R$ 22,90
Por R$ 20,00 (preço final)
Uma série de três palestras sobre a pregação e o pregador, além de respostas a perguntas sobre o assunto. Mais de três horas de ministração.


Uma Igreja Preparada para o Arrebatamento (DVD)
De R$ 19,90
Por R$ 18,00 (preço final)
Uma mensagem sobre os nossos preparativos para o encontro com o Senhor Jesus naquele grande Dia.


MAIS Erros que os Pregadores Devem Evitar
224 páginas, tamanho 14 x 21 cm

De R$ 32,90
Por R$ 28,00 (preço final)

Nesta continuação de Erros que os Pregadores Devem Evitar, são examinados outros erros que pastores, professores, cantores, crentes em geral e principalmente pregadores não podem cometer, além de modismos da atualidade:

- Crente que tem promessa não morre.
- Olhe para dentro de você.
- A sua voz é a voz de Deus.
- Libere uma palavra rhema.
- Receeebaaa...
- Não cabe ao crente julgar.
- Crente que não faz barulho tem defeito de fabricação.
- Reteté de Jesus.
- Transferência de unção.
- Compor “hinos” para Satanás.

Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar não apenas complementa a obra citada acima. Trata-se de mais um alerta a todos os pregadores do nosso tempo.

Erros que os Pregadores Devem Evitar
160 páginas, tamanho 14 x 21 cm

De R$ 27,90
Por R$ 25,00 (preço final)

Com uma abordagem franca, contundente e, em alguns momentos, divertida, mas sobretudo bíblica, o autor critica e analisa doutrinas falsas, chavões e versículos “novos” que os pregadores devem evitar.

- Quando Jesus morreu, houve festa no inferno.
- Não cai uma folha de uma árvore, se não for da vontade Deus.
- Até 1000 irá. De 2000 não passará.
- Profetizo sobre a sua vida.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Jesus tomou as chaves do Diabo.
- Quem não vem pelo amor, vem pela dor.
- Fazei o bem sem olhar a quem.
- A Palavra de Deus se renova a cada manhã.
- O cair é do homem, e o levantar é de Deus.
- Eu te abençôo.

É um clamor pela pregação cristocêntrica, que, a cada dia, vem desaparecendo de nossos púlpitos.

Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria
192 páginas, tamanho 14,5 x 22,5 cm, com orelhas

De R$ 34,90
Por R$ 31,00 (preço final)

Engana-se quem pensa que a igreja brasileira está vivendo a sua melhor fase! Boa parte dela, misturada com o mundo, envolve-se em assuntos que não são de sua competência, além de pregar um evangelho “contextualizado”, que atrai pessoas para dentro dos templos, mas afasta-as da verdade! Ela não incomoda nem influencia ninguém, a não ser a “igreja da maioria” quanto ao crescimento numérico.
Se Paulo nos fizesse uma visita, seria amado por defender o verdadeiro evangelho, ou o consideraríamos persona non grata? Que reação ele teria ao conhecer o evangelho ecumênico, cuja máxima é: “O mais importante é o amor que une do que a doutrina que divide”?
Como ele reagiria ao tomar conhecimento do evangelho empirista, que supervaloriza as experiências e os milagres, em detrimento da Palavra de Deus? Que reação teria ao conhecer o evangelho antropocêntrico, que apresenta Deus como um “Papai Noel”, cujo prazer resume-se em distribuir presentes aos “meninos” que têm fé?
Daria Paulo algum conselho aos seguidores dos evangelhos teologicocêntrico e filosófico, que não consideram a Palavra de Deus a fonte primária de autoridade? Como ele reagiria ante os evangelhos farisaico, da prosperidade e do entretenimento?
Se eu fosse você, não deixaria de conferir Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria!

Adolescentes S/A
208 páginas, tamanho 14 x 21 cm

De R$ 31,90
Por R$ 27,00 (preço final)

Nunca houve tantos adolescentes no mundo! E essa foi uma das minhas motivações para escrever a você, que vive nesse período tão importante da vida. Espero que me veja como um amigo disposto a falar sobre sonhos, dificuldades e relacionamentos.
Que tal conversarmos sobre a puberdade – puber... O quê? – e as “cantadas”; o “ficar” e o namorar; a paixão e o amor; o ciúme e a traição; o beijo e a virgindade... E mais: as fantasias e os afrodisíacos; a aids; a masturbação e as más turbações...
Estou ansioso para conversar com você sobre amizades, preconceito, homossexualismo, turmas, drogas, “malhação”, ética e etiqueta, computador, Internet e blogs, TV e filmes, games e LAN houses... Ufa! São tantos assuntos...
Mas não podemos deixar de conversar sobre os estudos, a família e o mais importante: o seu relacionamento com Deus. Não vai me deixar esperando, hein!

Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer
144 páginas, tamanho 14 x 21 cm

De R$ 25,90
Por R$ 23,00 (preço final)

Na fases adolescência e juventude importantes questionamentos vêm à tona. Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer oferece respostas para as perguntas mais difíceis e atuais que os jovens fazem.

- Deus existe, ou o Universo é obra do acaso?
- Os dinossauros andaram mesmo na Terra?
- De onde vêm os discos voadores e os ETs?
- O que é melhor, namorar ou “ficar”?
- E a masturbação, é pecado?
- Quando namorar?
- Como encontrar a pessoa ideal para casar?
- Como julgar as profecias casamenteiras?

Você também encontrará nesta obra respostas sobre a música – rock, dança, “louvorzão” –, a televisão, os videogames, a Internet, as seitas e religiões etc.

Teologia Sistemática Pentecostal
576 páginas, tamanho 15,5 x 22,7, capa dura

De R$ 69,90
Por R$ 60,00 (preço final)

Escrita por alguns dos mais experimentados e dedicados teólogos da Assembléia de Deus brasileira — esta obra junta-se à monumental biblioteca pentecostal produzida pela CPAD, formada por obras como a Bíblia de Estudo Pentecostal e o Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento.

Autores:
- Antonio Gilberto (Pneumatologia e Soteriologia).
- Claudionor de Andrade (Bibliologia).
- Ciro Sanches Zibordi (Escatologia).
- Elienai Cabral (Hamartiologia).
- Elinaldo Renovato (Antropologia).
- Esequias Soares (Teologia).
- Geremias do Couto (Eclesiologia).
- Severino Pedro da Silva (Cristologia).
- Wagner Gaby
(Angelologia).

NÃO FAÇA DOWNLOAD DE LIVROS NA INTERNET. ISSO, NÃO HAVENDO AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DA EDITORA E DO AUTOR, ALÉM DE CRIME, É PECADO CONTRA DEUS.

13/10/2009

Parabéns, mulheres! Agora, vocês podem matar inocentes!


“Eu decidi matar um ser que está no meu corpo, mas não me pertence, pois a vida é, antes de tudo, um dom de Deus!”

“Eu decidi ser uma assassina, uma vez que a vida não começa no nascimento, e sim na concepção!”

“Eu decidi matar um ser vivo inocente com o incentivo do bispo Edir Macedo, um homem que se considera o maior evangelista deste século!”

“Eu decidi amar e seguir ao Diabo, pois posso fazer o que quiser! Sou livre!”

“Eu decidi ir contra Deus e sua Palavra, pois tenho livre-arbítrio!”


“Eu decidi ir para o Inferno, o lugar destinado a todos os homicidas que não se arrependem! Sim, eu decidi ir para lá!”

Parabéns, mulheres! Ótimas decisões! Parabéns, senhor Edir Macedo! Parabéns aos seus milhões de seguidores e admiradores! O senhor realmente é um paradigma, um modelo, um exemplo a ser seguido! Parabéns, Rede Record, pois conseguiu superar a Globo! O que esta faz de modo velado, nas novelas, você apresenta de modo direto e objetivo! Os demônios estão em pé, batendo palmas para vocês, mais uma vez!

Ciro Sanches Zibordi

05/10/2009

III Simpósio Luso-brasileiro, em Lisboa, Portugal


Queridos irmãos e amigos, a paz do Senhor!

Viajo amanhã, dia 6 de outubro (à tarde), se Deus quiser, para Lisboa, Portugal, a fim de participar do III Simpósio Luso-brasileiro da Comadeur — Convenção de Ministros das Assembleias de Deus para a Europa
, presidida pelo meu amigo, pastor Antonio Dionízio da Silva.

Peço aos irmãos que intercedam ao Senhor Jesus por mim, pelos outros palestrantes (clique no cartaz para ampliar) e por todos os alunos dessa importante escola bíblica,
os quais são missionários e obreiros brasileiros vindos de vários países da Europa.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

02/10/2009

O que a Bíblia fala sobre o futuro da Igreja


No próximo domingo tem início o último trimestre de estudos da Escola Dominical, nas Assembleias de Deus. O comentário das Lições Bíblicas para Juvenis (15 a 17 anos), da CPAD, é de minha autoria, por graça de Deus. E o tema dessa revista (foto) — a última de um currículo de três anos — é O que a Bíblia fala sobre o futuro da Igreja.

O sumário da aludida revista é o seguinte:

1. Escatolo... quê?
2. Sinais
3. Rapto rápido!
4. O Dia da prestação de contas
5. Convite de casamento
6. Que Tribulação, hein!
7. A Bela e a Fera
8. A Vida É Bela
9. Armagedom
10. Mil anos de paz
11. Juízo Final
12. Últimos dias
13. O melhor lugar para morar

Que Deus abençoe os alunos juvenis da Escola Dominical, a fim de que eles aprendam mais e mais acerca do glorioso futuro da Igreja de Cristo.

Ciro Sanches Zibordi

01/10/2009

Agenda de Ciro Sanches Zibordi




Pr. Ciro Sanches Zibordi
(Niterói, RJ, Brasil)
ciro.zibordi@uol.com.br
(21) 2717-6427
(21) 9795-4981

Como agendar?


NOVEMBRO

1-2
São Paulo-SP
Compromissos diversos


7-8
Assembleia de Deus em Fátima do Sul-MS
(Pr. Saulo Marinho)
Congresso de jovens

13-15
Assembleia de Deus em Curitiba-PR
(Pr. Tadeu Costa)
Confraternização da Escola Dominical

17-Terça-feira
Centro Evangelístico em Alcântara-RJ
(Pr. Luciano Teixeira)
Congresso de adolescentes

21-Sábado
(a confirmar)
Assembleia de Deus em Porto Velho-RO

(Pr. Joel Holder)
Encontro Geração JC (CPAD)

28-Sábado
Assembleia de Deus em Miguel Couto-RJ
(Pr. Joedson Costa Dias)
Congresso de jovens

29-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto ao Senhor Jesus


DEZEMBRO

2-3
Faculdade Teológica das Assembleias de Deus, Ministério de Madureira, em Porto Velho-RO
(Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira)
Semana Teológica


14-Segunda-feira
Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro-RJ
Assembleia Geral Ordinária

19-26
Fortaleza-CE
Compromissos diversos


COMPROMISSOS PARA 2010

JANEIRO

1-7
São Paulo-SP
Compromissos diversos


9-10
Assembleia de Deus em Batalha-AL
(Pr. Ismael da Silva)
Escola bíblica de férias

28-29
Assembleia de Deus em São Bernardo do Campo-SP
(Pr. Samuel Freire da Costa)
Palestras para jovens

FEVEREIRO

13-16
Assembleia de Deus em Belo Horizonte-MG
(Pr. Anselmo Silvestre)
Seminário para líderes de jovens

MARÇO

5-Sexta-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no
Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Celebração de casamento


11-Quinta-feira
Assembleia de Deus de Vila Municipal, no
Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Festividade do Jubileu de Ouro


12-13
São Paulo-SP
(Pr. Newton Carpintero, EUA)
I Encontro de Editores de Blogs Apologéticos

ABRIL

23-24
Igreja Batista do Calvário de Inoã, em Maricá-RJ
(Pr. Carlos Augusto Bezerra)
Palestras para obreiros e professores de EBD

MAIO

10-17
Assembleia de Deus em Braunschweig-Alemanha
(Pr. Antonio Dionízio da Silva)
Escola bíblica de obreiros

JUNHO

19-20
Assembleia de Deus em Ijuí-RS
(Pr. Argemiro Silva)
Congresso do Círculo de Oração

25-28
Assembleia de Deus de Maguari, em Ananideua-PA
(Pr. Riter José Marques)
Escola bíblica e semana teológica

JULHO

24-25
(a confirmar)
Assembleia de Deus em Juiz Fora-MG
(Pr. Samuel Lopes da Silva)
Escola bíblica de obreiros


AGOSTO

28-29

Igreja Batista do Calvário de Inoã, em Maricá-RJ
(Pr. Carlos Augusto Bezerra)
Palestras para a família

SETEMBRO

24-25

Assembleia de Deus Bela Vista, em Fortaleza-CE
(Pr. José Teixeira Rêgo Neto)
Conferência de Escola Dominical


DEZEMBRO

4-5

Assembleia de Deus em Serra-ES
(Pr. Paulo Ferreira)
IV Aniversário da EETAD

COMPROMISSOS CUMPRIDOS EM 2009

JANEIRO

1-10
São Paulo-SP
Compromissos diversos

11-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)

Culto ao Senhor Jesus

12-Segunda-feira
Assembleia de Deus de Tribobó, em São Gonçalo-RJ
(Pr. Marcos Mota)
Escola bíblica de obreiros

13-Terça-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto de doutrina

17-Sábado
Dia dedicado à família

18-Domingo
(manhã)
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Escola Bíblica Dominical

18-Domingo (noite)
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto ao Senhor Jesus

20-Terça-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor (mensagem sobre Hebreus 11)

22-25
Assembleia de Deus em São Bernardo do Campo-SP
(Pr. Tarcísio de Abreu)

Seminário para jovens

26-Segunda-feira
Assembleia de Deus em Campos Elíseos-RJ
(Pr. Genésio de Souza e Silva)
Congresso de jovens

31-Sábado
Assembleia de Deus de Porto Carreiro, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Festividade do Jubileu de Ouro da AD Cordovil

FEVEREIRO

1-Domingo (manhã)
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor


7-Sábado
Dia dedicado à família

8-Domingo (manhã)
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Escola Dominical

14-Sábado
Assembleia de Deus de Bonsucesso, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Agostinho Aquino)
Escola bíblica de obreiros

21-22
Assembleia de Deus em Ribeirão Preto-SP
(Pr. Antônio Silva Santana)
Congresso de jovens


23-24
Assembleia de Deus em Belo Horizonte-MG
(Pr. Anselmo Silvestre)
Seminário para jovens

28-Sábado
Dia dedicado à família

MARÇO

1-Domingo
(manhã)

Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor

7-8
Assembleia de Deus em São Bernardo do Campo-SP
(Pr. Tarcísio de Abreu)
Reunião de obreiros

9-Segunda-feira (tarde)
Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR), no Rio de Janeiro-RJ
Reunião da Academia Evangélica de Letras do Brasil


10-Terça-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto ao Senhor e exposição da doutrina (mensagem sobre Tiago cap.4)

14-15
Assembleia de Deus em Cariacica-ES
(Pr. Evaldo Cassoto)
Encontro de Escola Dominical

19-22
Assembleia de Deus em Ijuí-RS
(Pr. Argemiro Silva)
Escola bíblica de obreiros

24-26
Assembleia de Deus de Pendotiba, em Niterói-RJ
(Pr. José Marinaldo Rodrigues)
Seminário sobre os dons espirituais e o fruto do Espírito

27-29
Assembleia de Deus em Medeiros Neto-BA
(Pr. Ademilsom Brito)
Simpósio de Escola Dominical

ABRIL

4-Sábado
Assembleia de Deus de Pendotiba, em Niterói-RJ
(Pr. José Marinaldo Rodrigues)
Culto ao Senhor Jesus

5-Domingo (manhã)
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor

5-Domingo (noite)
Igreja Evangélica Vida Nova de Colubandê, em São Gonçalo-RJ
(Pr. Waldir Araújo Rodrigues)
Culto com ênfase a missões

6-Segunda-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Reunião de ministros com o pastor-presidente

9-12
Assembleia de Deus em Campo Grande-MS
(Pr. Antonio Dionízio da Silva)
Escola bíblica de obreiros

17-19
Assembleia de Deus em Ponta Grossa-PR
(Pr. José Polini)
Escola bíblica de obreiros

22-24
Centro de Convenções de Carapina, em Serra-ES
39a. Assembleia Geral Ordinária da CGADB

24-26
Assembleia de Deus de Campo Grande, em Cariacica-ES
(Pr. Salvino Junior G. Freitas)
48o. Aniversário de Fundação

MAIO

2-3
Assembleia de Deus de Vila Pauliceia, em São Bernardo do Campo-SP
(Pr. Ananias Gomes)
Congresso de adolescentes

5 e 7 (12h às 13h)
Rádio Musical, FM 105,7, em São Paulo-SP
(Pr. Sezar Cavalcante)
Programa Crescendo na Fé

8-Sexta-feira
Assembleia de Deus de Jardim do Sol, em Sorocaba-SP
(Pr. Osmar da Silva)
Culto ao Senhor Jesus

10-Domingo
Assembleia de Deus em Santo André-SP
(Pr. José Bittencourt)
Culto ao Senhor Jesus


12-Terça-feira
Assembleia de Deus no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Temóteo Ramos de Oliveira)
Escola bíblica de obreiros

16-Sábado
Assembleia de Deus em
Itaipu-RJ
(Pr. Marcos Aurélio)
CPP-Curso Preparatório para Pregadores

17-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)

Culto ao Senhor Jesus

19-Terça-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)

Ceia do Senhor

21-22
Assembleia de Deus em Acreuna-GO
(Pr. Dimarci Borges)
Conferência de Escola Dominical


23-24
Assembleia de Deus em Teresina-PI
(Pr. José Gonçalves)
Congresso de adolescentes

26-31
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Jubileu de Ouro

JUNHO

2-Terça-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto ao Senhor e exposição da doutrina - explanação de 2 Pedro cap.3

5-Sexta-feira
Assembleia de Deus em Feira de Santana-BA
(Pr. Joeser Cruz Santana)
Escola bíblica da ADEFS

6-7
Assembleia de Deus de Paul, em Vila Velha-ES
(Pr. Jayjairo Castelo)
Seminário sobre heresias na igreja

12-13
Assembleia de Deus em Teresina-PI
(Pr. José da Silva Neto)
Seminário de liderança

16-Terça-feira
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto ao Senhor e exposição da doutrina - exposição de 1 João 1

20-21
Assembleia de Deus em Juiz Fora-MG
(Pr. Samuel Lopes da Silva)
Escola bíblica de obreiros


27-28
Assembleia de Deus em Porto Alegre-RS
(Pr. Ubiratan Baptista Job)
Congresso de Escola Dominical e de adolescentes

JULHO

1-3
Assembleia de Deus de Jd. Santo Antonio, em Osasco-SP
(Pr. Onésimo Guimarães)
Seminário "O Cristão e o Mundo"

4-Sábado
Centro Evangelístico de Icaraí, em Niterói-RJ
(Pr. Custódio Rangel)
Seminário de Escola Dominical

6-7
Assembleia de Deus da Lapa, em
São Paulo-SP
(Pr. José Prado Veiga)
Curso Preparatório para Obreiros

8-12
Assembleia de Deus em São Bernardo do Campo-SP
(Pr. Tarcísio de Abreu)
Seminário para Líderes e Professores de ED

18-19
Assembleia de Deus em Timom-MA
(Pr. Euvaldo Pereira de Sá)
Congresso de jovens

24-Sexta-feira
Assembleia de Deus em Itaipu-RJ
(Pr. Marcos Aurélio)
Simpósio de Escola Dominical

28-30
Assembleia de Deus em Mossoró-RN
(Pr. Martim Alves da Silva)
Escola bíblica de obreiros

AGOSTO

1-2
Assembleia de Deus em Vitória-ES
(Pr. Oscar Domingos de Moura)
50 anos da Cadeeso

7-9
Assembleia de Deus em Planaltina-DF
(Pr. Odilon Xavier)
Congresso de Escola Dominical

14-Sexta-feira
Assembleia de Deus em Birigui-SP
(Pr. Egberto Gomes)
Reunião setorial de obreiros


15-16
Assembleia de Deus em Valparaíso-SP
(Pr. Rogério Chagas)
Congresso de jovens


22-Sábado
Assembleia de Deus em Florianópolis-SC
(Pr. Juvenil dos Santos Pereira)
Encontro Geração JC (CPAD)


28-Sexta-feira
Assembleia de Deus, em Canguaretama-RN
(Pr. Raimundo João de Santana)
Culto ao Senhor e exposição da doutrina

29-Sábado (manhã)
Assembleia de Deus de Candelária, em Natal-RN
(Pr. Raimundo João de Santana)
Jubileu de Prata

29-30
Assembleia de Deus de Soledade II, em Natal-RN
(Pr. Raimundo João de Santana) Congresso de jovens

SETEMBRO

5-6
Assembleia de Deus em Araguari-MG
(Pr. Jonas Ramos de Oliveira)
Congresso de jovens


12-13
Fim de semana dedicado à família

15-16 (tarde)
Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro-RJ
Participação no stand da CPAD

19-Sábado
Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro-RJ
Passeio com a família e encontro com leitores

20-Domingo
Dedicado à família

25-27
Assembleia de Deus de Parque São Rafael, em São Paulo-SP
(Pr. José dos Santos)
Escola bíblica de obreiros e membro

OUTUBRO

3-4
Assembleia de Deus em Uberlândia-MG
(Pr. Álvaro Além Sanches)
Seminário de jovens

8-13
Assembleia de Deus em Lisboa-Portugal
(Pr. Antonio Dionízio da Silva)
Simpósio Luso-brasileiro

23-24
Assembleia de Deus em São Luiz-MA
(Pr. José Guimarães Coutinho)
Escola bíblica de obreiros

31-Sábado
Assembleia de Deus da Casa Verde em São Paulo-SP
(Pr. Alexandre M. de Sá)
Reunião de obreiros

Os pecados capitais que o evangelho ecumênico não condena


Padres galãs e adoradores-astros estão propagando juntos, em mega-shows e com muita euforia, o evangelho ecumênico. Tudo é festa nesse falso evangelho que não condena os pecados verdadeiramente capitais. “Existem mais coisas que nos unem”, dizem os cantores-ídolos cuja motivação principal é o binômio fama/dinheiro. Aliás, o romanismo nunca combateu os principais pecados, a não ser os considerados capitais.

O catolicismo romano (principal propagador do evangelho ecumênico) assevera que os pecados capitais — merecedores de condenação — são apenas sete: arrogância (ou orgulho), inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. Esta lista, que já foi modificada algumas vezes, tem inspirado autores em todo o mundo a escrever livros. E não são poucas as editoras que, atualmente, publicam obras sobre o assunto.

No século IV, os pecados capitais eram: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, vaidade e orgulho (nos lugares de preguiça e inveja constavam então vaidade e orgulho). Mas o romanismo do fim do século VI apresentou uma nova lista, nesta ordem: orgulho, inveja, ira, melancolia, avareza, gula e luxúria — desapareceram a soberba e a vaidade; a melancolia entrou no lugar da preguiça; e a inveja foi acrescentada. Desde o século XVII, aceita-se a relação citada no primeiro parágrafo.

Embora os sete pecados tidos como capitais sejam de fato nocivos à alma, o romanismo ignora outras listas mais completas das Escrituras e omite pecados igualmente graves, dignos de condenação, como a heresia, a idolatria e a feitiçaria (Gl 5.19-21; Rm 1.18-32; 1 Co 6.10).

Neste artigo, discorrerei sobre a lista de oito pecados capitais contidos em Apocalipse 21.8:

Oitavo: MENTIRA. A palavra pseudes (gr.) significa “mentiroso, falso”, ou, em português, “pseudo”, prefixo que denota falsidade. Por exemplo: pseudoverdadeiro, pseudoinspirado, pseudocristão, etc. Mas o crente renascido deve deixar a mentira (Cl 3.9). Paulo, quando escreveu à igreja de Éfeso, admoestou os cristãos a buscarem a verdade: “Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo... deixai a mentira, e falai a verdade...” (Ef 4.15,25).

Sétimo: IDOLATRIA. O vocábulo “idólatra” (gr. eidõlolatres) traduz um amor excessivo, uma paixão exagerada, a um ídolo (gr. eidõlon, “aquilo que é visto”). Pode um crente tornar-se idólatra? Ora, para quem Paulo escreveu: “Não vos façais, pois, idólatras”? Aos crentes de Corinto (1 Co 10.7). Da mesma forma, João disse: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 Jo 5.21).

Como se vê, o cristão pode vir a praticar os atos que ele mais condena. Mas, como um cristão pode se tornar idólatra? Quando se põe a amar uma pessoa ou coisa mais do que ao Senhor (Mt 10.37; 1 Jo 2.15-17). O amor ao dinheiro ou a avareza é, à luz da Palavra de Deus, uma forma de idolatria (1 Tm 6.10; Ef 5.5).

Sexto: FEITIÇARIA. O termo “feiticeiro” (gr. pharmakos) também é vasto em sua aplicação. Pode envolver o manuseio de drogas e poções, embora o seu sentido usual e comum esteja associado a práticas como feitiços, encantos, necromancia, espiritismo, uso de rituais mágicos, bruxaria, evocação de espíritos, emprego de diversas formas de adivinhação, uso de amuletos e talismãs, etc.

Existe feitiçaria no meio evangélico? Ou será que levar uma rosa para casa, a fim de absorver os maus fluidos, e depois depositá-la no altar da igreja para ser queimada, com o intuito de supostamente destruir as obras satânicas, não é uma forma de feitiçaria? E o que dizer do uso de arruda, sal e copos com água como meios de alcançar uma bênção?! Essas práticas são comuns em algumas igrejas consideradas evangélicas.

O evangelho de Cristo é simples (2 Co 11.3). A pregação das boas novas é poder de Deus para a salvação do pecador (Rm 1.16); e a oração da fé, feita por um justo, é o suficiente para que o Senhor aja (Tg 5.15,16). Não há necessidade de se recorrer a práticas estranhas para o recebimento das bênçãos do alto (Tg 1.15-17).

Quinto: FORNICAÇÃO. Fornicário (gr. pornos), no texto em apreço (lit. “homem que se vicia em fornicação ou prostituição”), é um termo que possui significação vasta e aplicação abrangente; implica permanência numa vida de imoralidade e maus pensamentos, além de prática continuada e sem arrependimento do sexo ilícito e de outros pecados contra o corpo.

A relação sexual, dentro do casamento, é algo puro diante de Deus (Hb 13.4). Fora dele, constitui-se pecado contra o corpo (1Co 6.19,20; 7.9). Há também pecados praticados dentro do matrimônio. Embora Deus tenha estabelecido a maneira lícita para um casal ter prazer, muitos têm abandonado o que a Bíblia chama de “uso natural” (Rm 1.26,27).

É importante ressaltar, ainda, que o ato de cobiçar e desejar possuir alguém proibido já se constitui um tipo de fornicação, a psicológica (Mt 5.28; 15.19). O crente deve desviar os seus olhos do mal (Jó 1.1; Mt 6.22,23), haja vista ser através do olhar persistente que nasce a cobiça (Gn 3.6; Js 7.21).

Quarto: HOMICÍDIO. Na passagem em apreço (Ap 21.8), o termo phoneus (gr.) significa “homicida, assassino”. Quem comete um homicídio doloso e qualificado, com a intenção de matar, se julgado e condenado, pode ser submetido à prisão perpétua ou até à pena de morte, de acordo com o código penal vigente em seu país. Mas, qual é a pena para quem mata espiritualmente alguém e não se arrepende?

João, o apóstolo do amor — e também da certeza —, declarou: “Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanecente nele a vida eterna” (1 Jo 3.15).

Por conseguinte, o cristão que pratica o homicídio espiritual está sujeito à pena capital do sofrimento eterno constante do Código Divino (Mt 5.22), a não ser que recorra, a tempo, ao supremo Advogado (1 Jo 2.1; Pv 28.13).

Terceiro: ABOMINAÇÃO. O termo “abominável” (gr. bdeluktos e bdelugma) é sinônimo de repugnante, detestável, odioso (lit. “que faz alguém se afastar como que de um mau cheiro”); está associado a idolatria, impureza e mentira (Ap 21.27). Paulo descreveu assim os abomináveis: “Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis [gr. bdeluktos], e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra” (Tt 1.16).

Abominável é aquela pessoa que não vive o que prega, haja vista possuir um coração dividido e desobedecer aos mandamentos de Cristo. O que torna um crente praticante desse pecado capital? A mornidão espiritual: “... porque és morno... vomitar-te-ei da minha boca” (Ap 3.14-16). Por isso, o servo fiel deve vencer a indiferença, a inconstância e a desobediência, e entregar-se integralmente ao Senhor (1 Rs 18.21; Mt 6.24).

Segundo: INCREDULIDADE. O adjetivo apistos (gr.), no texto em análise, significa “incrédulo, infiel, descrente, cético” (1 Co 6.6; 7.12-15; 2 Co 4.4; 6.15; 1 Tm 5.8). A incredulidade se torna um pecado capital quando não reconhecida nem combatida por seu portador (Mt 17.17; Mc 9.24; Lc 17.5). Orações como “Acrescenta-nos a fé” e “Ajuda a minha incredulidade”, se feitas com sinceridade, agradam a Deus.

Entretanto, a permanência na incredulidade foi a causa de a maioria do povo israelita, oriundo do Egito, não ter entrado em Canaã (Hb 3.15-19), bem como a razão de Jesus não ter operado muitos prodígios em certos lugares (Mt 13.54-58). Não crer em Deus ou duvidar das suas obras — como um estado contínuo, e não como um ato isolado — significa fazê-lo mentiroso (1 Jo 5.10) e afastar-se definitivamente dEle (Hb 11.6). Não é de se admirar que a parte dos incrédulos contumazes seja no lago de fogo (Mc 16.16b; Jo 3.36).

Primeiro: TIMIDEZ. Não se assuste. A timidez digna de condenação, segundo a Escritura, não é aquele acanhamento natural, verificável em pessoas introvertidas. A palavra “tímido” (gr. deilos), empregada na passagem acima, implica, pelo menos, duas atitudes negativas: vergonha de ser reconhecido como cristão e medo de testemunhar.

Quem tem vergonha de ser cristão, a ponto de esconder a sua Bíblia, jamais terá ousadia para pregar a Palavra de Deus (At 4.31). Pedro, depois de se converter, nunca mais se mostrou covarde (Lc 22.32; At 2.14; 4.8-20). A timidez capital é aquela que impede o crente de anunciar o evangelho (1 Co 9.16), bem como de “brilhar” diante dos homens (Mt 5.14-16). Acerca disso, Jesus nos adverte: “... qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus” (Mt 10.33).

Amém?

Ciro Sanches Zibordi

30/09/2009

Que tipo de evangelho André Vaidosão e os padres galãs estão pregando?

Que tipo de evangelho André Vaidosão (um personagem fictício que criei para me referir a todos os adoradores-astros da atualidade) e padres galãs estão pregando? O evangelho de Cristo? Não! Eles estão difundindo o evangelho ecumênico. A palavra “ecumênico” (gr. oikoumenikós) significa “aberto para o mundo inteiro”. E esse falso evangelho agrada a todos, pois não diz que Jesus é a única porta para a salvação.

Apesar de o Senhor Jesus ter dito: “Eu sou a porta” (Jo 10.9), e os apóstolos terem corroborado a sua declaração (1 Tm 2.5; At 4.12), os adeptos do ecumenismo argumentam que cada pessoa tem o seu ponto de vista, e o importante é acreditar em Deus e amar o próximo. Se alguém faz isso, já é uma pessoa do bem e não precisa se submeter aos mandamentos contidos nas Escrituras.

Há pessoas boas e honestas em todas as religiões. No entanto, o caminho para o Céu é um só, aceitemos ou não essa verdade. É claro que devemos respeitar a escolha de cada um; só não podemos ignorar o que a Palavra do Senhor ensina. Ela deixa claro que priorizar sentimentos em detrimento da verdade é um grande erro: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jr 17.9). Seria o amor uma justificativa para se abrir mão da verdade?

O evangelho ecumênico prioriza o amor, em detrimento da verdade, contrariando o que diz a Palavra de Deus em Efésios 4.14,15: “que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (ARA). Para Deus, o que vale é a unidade em amor, em torno da verdade (Jo 13.35), e não a unidade com aqueles que ensinam falsos doutrinas ou apoiam comportamentos anticristãos.

Se o amor anulasse a verdade, e devêssemos, em decorrência disso, tolerar o erro, em prol da unidade, por que o Senhor Jesus disse as seguintes palavras? “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; para que não as pisem e, voltando-se, vos despedacem” (Mt 7.6).

O amor sem a verdade é fraco e sem influência. Já a verdade sem o amor é rígida demais, sem misericórdia. O amoroso Deus é santo e justo, e aqueles que permanecerem no pecado, por mais convincentes que sejam as suas argumentações, serão lançados no inferno, e a sua parte “será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte” (Ap 21.8).

Sei que não é fácil comunicar o evangelho de Cristo a uma geração que ouve com os olhos e pensa com o coração. Mas o verdadeiro amor não abre mão da verdade. O amor de Deus não anula a sua santidade. Amor não é sinônimo de tolerância. Quem ama o Senhor deve se submeter aos seus mandamentos, pois amá-lo implica fidelidade à Palavra: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (Jo 14.23).

O apóstolo Tiago, depois de mostrar que o amigo do mundo é inimigo de Deus (4.4), afirmou: “Sujeitai-vos, pois a Deus...” (4.7), pois quem o ama se sujeita à sua vontade. E, em 1 Coríntios 16.22, Paulo declarou: “Se alguém não ama o Senhor Jesus Cristo, seja anátema; maranata”. Se católicos e evangélicos devem se unir em amor, sem levar em conta a verdade da Palavra de Deus, por que o apóstolo foi tão categórico ao dizer que está sob ou é anátema — amaldiçoado, condenado — quem não ama Jesus?

É claro que Paulo não sugeriu uma “guerra santa” entre os evangélicos e os católicos. Porém, a solução para o mundo não é a união de todos em torno de suas próprias verdades, criadas mediante consensos, e não recebidas do alto (1 Co 11.23). É do Senhor que vem a verdade, através das Escrituras, pois somente elas são divinamente inspiradas e proveitosas para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça (2 Tm 3.16).

Aparentemente, o evangelho ecumênico está coberto de coerência, haja vista firmar-se no pressuposto de que cada pessoa possui a sua crença, e que devemos respeitá-la. Parte-se do princípio “democrático” de que cada um tem o direito de acreditar no que quiser sem ser incomodado, desde que guarde consigo a sua verdade e não emita nenhuma opinião sobre as verdades alheias. Isso já vigora em boa parte da Europa e dos Estados Unidos — o que chamam de liberdade ou exercício pleno da democracia.

Nada tenho nada contra os padres galãs e as pessoas que seguem ao catolicismo romano. Entretanto, a Palavra de Deus é clara: “E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem” (At 5.32). Ora, quem ainda tem Maria por mediadora e Pedro por fundamento da Igreja obedece ao Senhor? Não! Por isso, Jesus afirmou que o mundo não pode receber, ver e conhecer o Espírito da verdade, que está em nós (Jo 14.17).

Ciro Sanches Zibordi

29/09/2009

Erros que os... Devem Evitar


Vários irmãos continuam me perguntando sobre o meu novo livro...

Minhas duas primeiras obras — lançadas em 2003 e 2004 pela CPAD — destinaram-se ao público juvenil. Depois, escrevi três livros sobre a pregação: Erros que os Pregadores Devem Evitar (2005), Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria (2006) e Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar (2007).

Em 2008, foi lançada pela mesma editora a obra Teologia Sistemática Pentecostal, da qual sou coautor e editor-assistente.

O meu próximo livro já está em fase final, na editora. E, se Deus quiser, será lançado em breve. O seu título é Erros que os... Devem Evitar.

Bem, para quem não acompanhou a entrevista que eu concedi ao pessoal do programa GeraçãoJC (Rádio Web CPAD), durante a Bienal do Livro, no Rio de Janeiro (fotos), o título completo por enquanto é surpresa. Mas todos já sabem que será um livro acerca dos erros que os... devem evitar.

Ciro Sanches Zibordi

28/09/2009

Sabe o q eu axo do internetês?


Qdo
eu comecei usar essa ótima ferramenta de compartilhamento de ideias, em 2007, naum havia mtos escritores, pastores e cristãos em geral q possuíam um blog, e alguns até o preteriam, priorizando os sites. Mas tdo mudou. Há cada dia me espanto com o surgimento de novos blogs na gde rede. Axo isso mto bom. E vc?

Com a popularização da net — estima-se q o número de internautas brasileiros chegue a 40 milhões, segundo balanço realizado pelo Ibope/NetRatings em novembro/2008, praticamente o dobro de usuários de 2007 —, várias palavras e expressões têm surgido, influenciando a nossa língua portuguesa. Alguns exemplos dessa influência: googlar (fazer uma pesquisa no Google), orkutcídio (excluir o próprio perfil do Orkut),
postar, deletar, printar...

Muitos veem no internetês (expressão grafolinguística criada na net pelos adolescentes na última década) um grande mal, um perigo, capaz de corromper a forma padrão do idioma, tornando o patrimônio da língua uma gde sala de bate-papo. Mas precisamos encarar a influência da net com equilíbrio, pois ela tb propicia o surgimento de novas palavras. Só é preciso ter cuidado com os exageros, q realmente são prejudiciais, principalmente para as pessoas sem uma boa formação educacional, q naum conseguem separar a linguagem coloquial da formal.

Eu sou bastante “quadrado”, pois naum gosto de usar o internetês nem no Twitter e no MSN. Naum consigo substituir falou por flw, beleza por blz, etc. É claro q os jovens e adolescentes, principalmente, usam esse tipo de linguagem pq se acostumaram a naum colocar acentos nas palavras, o q consideram trabalhoso na hora de tc (digitar), já q é preciso apertar uma tecla a mais! Isso é ou naum é preguiça? Em parte, sim, mas o internetês, às vezes, é prático (naum em um blog, é claro), haja vista a economia de caracteres, sem causar prejuízo à mensagem.

Mas, em resumo, a cada dia me convenço de q o internetês é coisa de adolescente, q tb recorre a gírias e a outras efemeridades. Como eu acredito q o aprendizado força a pessoa a ser diferente, estimulo os meus leitores a se comunicarem da forma mais simples possível, porém correta, sem uso abusivo do internetês, vlw?

Abs, xau, t+, bjs...

CSZ

26/09/2009

Fim ou recomeço?


Costumamos encarar o fim como a cessação de tudo, não é mesmo? Essa palavrinha de três letras é capaz de nos levar ao desânimo, ao sentimento de que tudo terminou. Mas, sabe de uma coisa? Todo fim enseja um recomeço.

No princípio, Deus criou o mundo e pôs nele o homem, e este o decepcionou. O que aconteceu? Bem, a vida no jardim do Éden perdeu o sentido. Fim? The End, como terminam os filmes de Hollywood? Não! Simplesmente, um recomeço. O Criador vestiu Adão e Eva de peles e estabeleceu novas metas para a humanidade. Enfim, o que passou, passou.

O fim do período da Inocência deu início ao da Consciência. E mais uma vez o homem decepcionou a Deus. Os descendentes de Sete — filho de Adão — se misturaram aos pecadores, e a Terra ficou cheia de violência e materialismo. Veio, então, o Dilúvio. Fim? Não. Recomeço. Deus preservou Noé e sua família, para com eles estabelecer um novo pacto e um novo período, o do Governo Humano.

Mais uma vez, os homens fracassaram, ao tentar construir uma cidade, com uma grande torre, para glória própria, esquecendo-se de que toda a glória pertence ao Criador (Is 42.8). O que fez Ele, pôs fim a tudo? Não! Frustrou aquele mau intento, a fim de que houvesse um novo começo para os homens.

[Não pense que Deus estava tentando ajudar o ser humano sem saber o que aconteceria. Quando o pecado entrou no mundo, o Senhor já tinha um plano estabelecido — tanto que Jesus Cristo é o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8); isto é, todos os cordeiros mortos desde a criação do mundo tipificavam o Cordeiro de Deus (Jo 1.29). Contudo, esses fins e recomeços eram oportunidades para a humanidade se reencontrar e entender os propósitos do Criador.]

Bem, o Governo Humano não deu certo, e a Torre de Babel caiu. Como diz a Palavra de Deus, “Do homem são as preparações do coração, mas do Senhor é a resposta da boca” (Pv 16.1). Quando fazemos planos e eles desmoronam, isso não significa o fim. Deus, naquela ocasião, espalhou as pessoas, para um novo começo: o período Patriarcal.

O Senhor fez alianças com Abraão, Isaque e Jacó, e nasceram aqueles que formariam as doze tribos de Israel, mas o livro dos começos, o Gênesis, terminaria de modo aparentemente trágico: “E morreu José da idade de cento e dez anos; e o embalsamaram, e o puseram num caixão no Egito” (Gn 50.26).

Que ironia! O livro que começa com uma frase cheia de vida “No princípio, criou Deus os céus e a terra” termina com morte, embalsamamento e caixão, palavras que gostaríamos de riscar do vocabulário! Mas não podemos nos esquecer de que cremos no Doador da vida! E de que a morte, para os seus servos, é um recomeço, em outra dimensão, a celestial! Nem a morte pode nos separar do amor de Deus (Rm 8.38,39).

Começa, então, o período da Lei, com a saída dos filhos de Israel do Egito — liderados por Moisés —, que não eram mais uma família, mas um grande povo. Esse período duraria até a plenitude dos tempos, quando Deus enviaria seu Filho, “nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5).

No decurso desse período, entre os livros de Êxodo e Malaquias, houve vários fins e recomeços. E, como a humanidade não foi capaz de retomar o rumo segundo a vontade de Deus, mais um período dispensacional teria de acabar, como lemos em João 1.17: “a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo”.

Cristo, o verdadeiro Deus encarnado (Jo 1.1,14; 1Tm 3.16), dá início ao período da Graça. Mas somente a sua encarnação não seria suficiente. Teria Ele de passar pelas angústias humanas. O véu precisaria ser rasgado. E não estou falando do véu do templo, partido em dois para “dizer” que o caminho para a salvação está aberto. Para isso acontecer, um outro véu teria de ser rasgado: o corpo de nosso Senhor (Hb 10.20).

Jesus nasceu e morreu. Fim? Bem, se a sua morte fosse o fim, estaríamos perdidos. Mas... Ah, como eu gosto desta palavrinha também de três letras! Às vezes, até usamo-la de modo inconveniente, para criticar alguém: “Gosto de Fulana, mas...” Contudo, veja como ela se encaixa como uma luva em 1 Coríntios 15.17-20. Leia esta passagem agora, por favor.

Glória a Deus! Se Jesus não tivesse ressuscitado, a nossa fé seria vã e estaríamos perdidos. Mas Cristo ressuscitou! Que recomeço maravilhoso e triunfante, não acha? Imagine a alegria das mulheres que foram visitar o corpo de Jesus, e encontraram a pedra revolvida e o túmulo vazio (Mc 16.1-4). Que recomeço para elas, que já não tinham esperanças!

Você pode escolher ao passar por uma decepção ou tragédia uma das duas palavrinhas de três letras: fim ou mas. É possível que você esteja enfrentando grandes angústias agora. Há, quem sabe, muitas decepções em seu coração: a perda de um ente querido em uma tragédia, a interrupção de uma gravidez, um sonho não realizado, uma enfermidade... Bem, você tem a oportunidade de deixar para trás as frustrações e começar uma nova fase da vida com alegria e satisfação.

O fim, como vimos, não é um fim em si mesmo. Então lembre-se de que sempre haverá um mas. Fico pensando o que seria de nós se alguns versículos terminassem antes dessa palavrinha. Imagine se Romanos 6.23 terminasse assim: “o salário do pecado é a morte”. Mas há um complemento animador: “o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”.

Sabe, vou lhe confessar uma coisa. Um dos principais problemas que tenho ao escrever é a repetição da palavrinha mas. Já fui orientado por uma profissional da língua portuguesa e vivo me policiando sobre isso. Entretanto, neste artigo, estou me sentindo completamente à vontade para dizer quantos mas forem necessários!

Afinal, temos dificuldades e aflições, mas o Senhor é o nosso Pastor! O Inimigo se levanta contra nós, mas maior é Aquele que está conosco! Os nossos corações nos condenam, mas maior é Ele do que os nossos corações! Você pode ter enfrentado uma grande dificuldade, frustrações e decepções; mas tudo isso acabará, se você tiver esperança, e uma nova fase de vitórias terá início, pois cremos que o fim traz um grande recomeço para aqueles que depositam a sua esperança em Jesus Cristo!

O mundo está em guerra. O Brasil, dominado pela corrupção. E, para piorar, tragédias não param de acontecer... O profeta Miquéias vivia dias semelhantes aos nossos (Mq 7.1-6). Contudo, havia um “porém”. Qual? A sua certeza em um recomeço em Deus estava inabalável, e ele exclamou: “Eu, porém, esperarei no Senhor; esperei no Deus da minha salvação: o meu Deus me ouvirá” (Mq 7.7).

Pessoas especiais morreram, mas Cristo está vivo e consola o seu coração. O ano pode não estar sendo bom para você, mas guarde a sua fé e a sua esperança, pois ainda surgirão grandes oportunidades, em Deus!

Bem, pensei em como terminar este artigo, e resolvi citar uma passagem que muito me anima:
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8.37).

[Escrevi este artigo quando soube que uma amiga e irmã em Cristo havia perdido o seu bebê. Resolvi republicar o presente texto por acreditar que ele ajudará pessoas que perderam entes queridos ou estão passando por grandes tribulações.]

Ciro Sanches Zibordi

25/09/2009

Uma afronta à memória de Michael Jackson


Na minha adolescência, fui um fã de carteirinha do Michael Jackson. Mas, depois de ter sido liberto por Jesus Cristo, não quis mais saber das músicas e coreografias fantásticas desse super-astro. As coisas velhas ficaram para trás (2 Co 5.17). Jackson e seu extraordinário moonwalk, que deixou admirado até mesmo o rei da dança e do sapateado, Fred Astaire, não fazem mais sentido para mim.

Bem, o tempo passou... E, para minha surpresa, o povo evangélico desse novo milênio (quer dizer, uma boa parte dele) começou a cultuar — com muita alegria — o estilo Michael Jackson dentro das igrejas e em eventos “evangélicos” (!), como se vê no conhecido vídeo abaixo:



Sinceramente, ou eu aprendi tudo errado, quando me converti, ou sou “careta”, desatualizado, “quadrado”, pois não consigo voltar às práticas da vida velha, dominada pelo pecado. Tenho preferido prosseguir para o alvo, esquecendo-me das coisas que ficaram para trás (Fp 3.13,14).

Mas, para quem conhece bem o moonwalk original (vídeo abaixo), a performance acima é, no mínimo, uma afronta à memória de Michael Jackson. Além disso, evidencia que muitos líderes, pregadores e cantores evangélicos apostataram da fé e estão andando para trás, espiritualmente, de mãos dadas com o mundo.



Assim diz a Palavra do Senhor: “não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4). “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita” (Rm 12.2).

Ciro Sanches Zibordi

24/09/2009

Flagrantes da Bienal do Livro 2009 (1)

Autor de Erros que os Pregadores Devem Evitar (CPAD) chega à Bienal no penúltimo dia da Feira

Júlia Zibordi, filha do editor do Blog do Ciro, é flagrada ao lado de sua mãe, Luciana Zibordi, esposa do autor de Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar, obra editada pela CPAD

Escritor e chargista Flamir concede entrevista a Raquel Lucena (do programa GeraçãoJC), no stand da CPAD

Coautor da obra Teologia Sistemática Pentecostal (CPAD) esforça-se para ler o que ele chamou de Livro de Itu

Júlia Zibordi, sob os olhares atentos de sua mãe, Luciana Zibordi, e de seu pai, o autor das obras Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer e Adolescentes S/A, ambas editadas pela CPAD, assiste a um teatrinho de fantoches

Eveline Ventura, autora do best-seller Só para Meninas (CPAD), autografa seu livro no stand da CPAD

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é flagrado ao lado do autor de Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria (CPAD) e sua filha Júlia Zibordi

23/09/2009

Dicionário das Unções


Unção. Nos tempos da Antiga Aliança, reis, profetas, sacerdotes e coisas (colunas, objetos, etc.) eram ungidos (Gn 31.13; Êx 30.26-30; 40.15; 1 Sm 10.1; 1 Rs 19.16; Sl 133). A unção simbolizava consagração de pessoas ou coisas ao Senhor. Mas, no Novo Testamento, Jesus afirmou, após ter lido um trecho de Isaías (61.1-2), que a profecia quanto à unção do Espírito sobre a sua vida tinha se cumprido (Lc 4.18-21). Deus o ungira, no plano espiritual, e isso em si já era o bastante para o cumprimento de sua missão na Terra (At 10.38).

O derramamento de azeite representava, antigamente, unção divina propriamente dita sobre a vida de quem ascenderia a uma posição de destaque (Nm 3.3; 1 Sm 16.13). No entanto, hoje, não é mais necessário ungir pessoas com azeite para consagração ou confirmação de seus ministérios. Basta a unção do Espírito Santo (2 Co 1.21; 1 Jo 2.20,27).

Também não é preciso ungir objetos, a fim de consagrá-los a Deus, pois o Novo Testamento menciona a unção literal somente para os enfermos (Mc 6.13), a qual deve ser aplicada pelo presbitério (Tg 5.14). O azeite, além de símbolo do Espírito Santo (Zc 4.3-6), é o ponto de contato que pode estimular a fé do doente. Mas o recebimento da cura não está relacionado com a unção, e sim com a oração da fé, em nome do Senhor: “E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará” (Tg 5.15).

Unção com óleo para os enfermos. O Senhor Jesus disse: “porão as mãos sobre os enfermos e os curarão” (Mc 16.18). E a imposição de mãos pode incluir a unção com óleo. Esta, no entanto, não é a condição primacial para a cura, que ocorre por meio da fé (Lc 8.48; 17.19). Os apóstolos não precisavam de azeite para levantar os enfermos.

Hoje, a unção para os doentes é apenas simbólica. Não deve ser aplicada ou esfregada no local da enfermidade, como fazem certos milagreiros, para depois pretensamente extrair objetos das pessoas, como pedaços de ossos, pedras, filetes com sangue ou algo parecido. Isso, na maioria dos casos, se trata de fraude; em outros, é ação do mal mesmo. Nos tempos bíblicos, o azeite era empregado diretamente nas feridas, mas apenas como remédio (Is 1.6; Lc 10.34).

Unção da loucura. Falsa unção baseada em 1 Coríntios 1.25: “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens”. Os espalhafatosos propagadores dessa nova unção vêem nessa passagem a justificativa para todas as aberrações que dizem e fazem. Alguns têm ministrado a “bênção do depósito celestial”. Prometem que as pessoas que tiverem fé encontrarão uma grande quantia em sua conta bancária. No entanto, como o suposto agraciado declarará isso no Imposto de Renda, haja vista não poder dizer simplesmente: “Foi Deus quem me deu”?

A expressão “loucura de Deus” foi empregada por Paulo apenas para enfatizar o quanto os seres humanos, por mais capazes que sejam, estão aquém do Todo-Poderoso. A despeito de ele ter mencionado a “fraqueza de Deus”, nenhum milagreiro inventou, ainda, a unção da fraqueza de Deus, com base no mesmo versículo.

Unção do leão. Esta tornou-se muito conhecida depois que a vocalista de certo grupo engatinhou “profeticamente” em um palco, levando milhares de fãs ao delírio. A própria cantora admitiu que andou sob a unção do Leão da Tribo de Judá, mas depois se desculpou pelo ocorrido.

Unção do reteté. Uns dizem “reteté”, e outros, “repleplé”. Ninguém sabe ao certo o que significam essas expressões onomatopaicas — que devem ter se originado de uma brincadeira de péssimo gosto com as línguas estranhas —, usadas para identificar pretensos cultos pentecostais. O termo “reteté” não consta de dicionários oficiais. Mas há quem diga que teve origem no italiano; relacionado com a culinária, significaria: “mistura”, “movimento”, “reboliço”, “festa”, “aquilo que foge da normalidade”, etc. O certo é que essa expressão esdrúxula faz o maior sucesso no meio pseudopentecostal.

Nas reuniões em que ocorre a unção do reteté, os “hinos” são apresentados em ritmos como axé, com batuques que lembram reuniões de candomblé, e muito forró. Pessoas rodopiam, correm de um lado para o outro, caem, riem, berram, etc. Não se trata apenas de meninice. Em muitos casos, existe influência maligna (cf. 1 Tm 4.1), aceita e incentivada por obreiros neófitos que não estudam as Escrituras, deixando de observar o que está escrito em 1 Coríntios 14.

Unção do riso. Falsa unção que ocorre quando um “ungido” olha para o povo e começa a dar gargalhadas, supostamente pelo poder de Deus. Pessoas uivam, como se fossem lobos. Outras caem e lançam-se umas sobre as outras, dando gargalhadas similares àquelas que só podem ser ouvidas em filmes de terror.

Unção do Santo. Este termo é bíblico (1 Jo 2.20,27) e representa a única e definitiva unção que o crente deve possuir, a unção do Espírito Santo. O cristão verdadeiro possui essa unção, não precisando de novas unções ou unções novas.

Unção dos quatro seres. Falsa unção propagada por “adoradores” que, baseando-se em Apocalipse 4, se dizem impulsionados por essa nova unção para rugir como leões, baterem os braços como águias e imitarem bezerros, nos cultos. Os que são influenciados pelo ser que tem rosto “como de homem” limitam-se a gemer e a chorar.

Esse tipo de manifestação exótica e aberrante também está associada à chamada bênção de Toronto, que já influenciou crentes da América do Norte, da Europa e também do Brasil. Várias pessoas reuniam-se em um local próximo ao aeroporto de Toronto, no Canadá, e muitas delas latiam como cães e caíam supostamente pelo Espírito e eram tomadas por risos prolongados e incontroláveis. Algumas imitavam animais, como leão, cachorro e até lagartixa.

Unção financeira. Este termo é muito usado pelos propagadores da falaciosa teologia da prosperidade. No Brasil, essa falsa unção ganhou notoriedade depois que o telepregador Morris Cerullo “profetizou” que Deus derramaria a tal unção sobre todos os que contribuíssem com R$ 900,00 para um programa de TV. A justificativa de Cerullo para estabelecer o valor foi o fato de estarmos em 2009, e nove denotar, supostamente, completude, totalidade.

Unção nova ou nova unção. Ambos os termos se referem, genericamente, a todo e qualquer tipo de novidade apresentada como sendo decorrente de uma unção, como, por exemplo: unção apostólica, financeira, extravagante, de ousadia, de conquista, de multiplicação, do riso, etc.

Unção profética. Este tipo de unção é mística, pois transforma o óleo em um elemento “mágico” para obtenção de dádivas. Segundo a Bíblia, somente o ministério está autorizado a ungir os enfermos. Tiago, ao mencionar presbíteros, referiu-se aos ministros chamados por Deus, vedando essa prática a diáconos, cooperadores e membros (Tg 5.14; cf. Mc 6.13).

Certos “ungidos” têm usado o óleo para ungir “profeticamente” casas, carros, etc., para “abençoar” pessoas e ser “abençoados” por elas. Há algum tempo, seguidores de um grupo “evangélico” resolveram, numa “atitude profética”, escalar e ungir o pico Dedo de Deus, na região serrana do Rio de Janeiro. Outros enterram garrafas ou latas de azeite em montes, a fim de tornar o produto da oliveira “poderoso”. Depois, o empregam em suas campanhas para ungir casas, carros, carteiras de trabalho, etc.

Unção, transferência de. Nome dado ao modismo pseudopentecostal pelo qual certos “ungidos” pretensamente transmitem unção uns aos outros. Segundo movimentos pseudopentecostais, para se transferir unção, é preciso estar numa dimensão mais profunda ao Espírito Santo. Os “ungidos”, então, se abraçam fortemente, podendo ficar grudados por um longo tempo. Essa transferência também ocorre quando os “ungidos” encostam as suas testas umas nas outras ou rolam pelo chão abraçados, movimentando-se violentamente.

Os defensores desse modismo afirmam que Moisés transferiu a sua unção para setenta anciãos. Na verdade, Deus usou o seu servo como um canal para dar a outros setenta homens a sua própria (de Deus) unção, como se lê em Números 11.16,17: “Então, eu descerei, e ali falarei contigo, e tirarei do Espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que tu sozinho o não leves”.

Ciro Sanches Zibordi

22/09/2009

Uma palavra aos cessacionistas que zombam dos pentecostais


Quem me conhece ou visita este blog com certa frequência já percebeu que eu sou contra bizarrices e sandices que ocorrem entre os que se dizem pentecostais. Mas essa minha postura tem como motivação um zelo, um cuidado com a Igreja do Senhor. A minha intenção, com as críticas — às vezes, provocativas e irônicas, reconheço —, é despertar os meus irmãos pentecostais para um avivamento genuíno, segundo a Palavra de Deus.

Por outro lado, eu não posso ficar calado ante os ataques exagerados e zombeteiros daqueles que consideram o pentecostalismo (e não as aberrações pseudopentecostais) uma falácia. Esses escarnecedores, se fossem apenas cessacionistas, eu os respeitaria, apesar de não concordar com a sua posição. Mas, além de opositores da multiforme manifestação do Espírito Santo, esposada com clareza nas páginas neotestamentárias, zombam do pentecostalismo e o desprezam, chamando os pentecostais de
“pentecas”.

Saliento que nada tenho contra os irmãos batistas e presbiterianos, que são cessacionistas, mas respeitam os pentecostais. Já preguei, por graça de Deus, em algumas Igrejas Batista e Presbiteriana e fui muito bem recebido em ambas. Tenho amigos nessas denominações históricas e respeito a sua tradição. No entanto, neste meu breve artigo, respondo aos cessacionistas extremados, depreciadores, soberbos, escarnecedores, que consideram todos os pentecostais ignorantes.

Mas os zombeteiros contrários ao pentecostalismo,
apesar de ridicularizarem os pentecostais, afirmam ter um motivo justo para agirem assim. Dizem-se satisfeitos com a Bíblia e, por isso, não acreditam que Deus fale diretamente através de uma profecia. Segundo eles, a porta da revelação está fechada. Quando o último apóstolo (dos doze) escreveu o Apocalipse, a Bíblia ficou completa, dizem. Depois da morte de João, a revelação de Deus teria cessado, não havendo mais a necessidade de profecias, variedade de línguas e interpretação delas nas igrejas.

A despeito de o cânon dos dois Testamentos ter sido encerrado, o nosso Deus é vivo e, por meio de seus dons, revela-nos sim muitas coisas. Essas revelações, contudo, não visam a acrescentar ou tirar quaisquer palavras contidas nas Escrituras, uma vez que isso contraria Apocalipse 22.18,19.

É claro que, no que tange aos 66 livros inspirados por Deus, a revelação cessou. E, nesse caso, considero antibíblicos esses livros da atualidade que apresentam supostas “divinas revelações” do Céu e do Inferno. Isso é contrário às Sagradas Escrituras, haja vista sabermos que as coisas futuras ainda hão de ser reveladas (Rm 8.18; 1 Pe 5.1; Dt 29.29).

Entretanto, para que serve o dom de discernir os espíritos, mencionado em 1 Coríntios 12.10? Para revelar! Não foi isso que aconteceu no episódio envolvendo Ananias e Safira (At 5.1-10)? Deus ainda revela. Nesse sentido, a porta da revelação continua aberta. Ou seja, não devemos confundir a Revelação com revelações.

Nada pode mudar ou contrariar o que está escrito na Bíblia (1 Co 4.6). Ainda que um anjo do Céu nos apresente uma mensagem diferente da que se encontra nas páginas sagradas, deve ser considerado anátema (Gl 1.8). Mas, por meio dos dons espirituais à disposição da igreja, hoje (At 2.39), coisas ocultas vêm à tona, sobrenaturalmente. Daí a Palavra de Deus dizer: “Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” (1 Co 14.26). Note: “tem revelação”.

À luz da Palavra de Deus, os dons, como manifestações esporádicas do Espírito (profecia, variedade de línguas, palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, etc.) não cessaram. Afirmar isso já é uma falácia, haja vista ignorar-se, com esse posicionamento, textos claros quanto à atualidade dos dons do Espírito Santo (At 2.39; 1 Co 12-14; 1 Ts 5.19,20). Mas o cessacionismo zombeteiro é blasfemo.

Tenham cuidado, irmãos (irmãos?) cessacionistas escarnecedores. Esse negócio de fazer gracejos com as línguas estranhas — ainda que haja mesmo farsantes enrolando a língua entre nós, os pentecostais — não leva a nada, além de ser pecado. Não se irritem, pensando que quero persuadi-los a ser pentecostais. Desejo, com toda a sinceridade, que parem de brincar com coisa séria.

Respeito os cessacionistas, repito, que afirmam: “Não falo em línguas. Não tenho qualquer desejo de falar em línguas. Não profetizo. Não estou buscando isso. Estou satisfeito com a Bíblia”. Eles estão convictos de que a Bíblia abona esse posicionamento. Mas, quando imbuídos dessa opinião, associam as legítimas manifestações do Espírito (esposadas no Novo Testamento) a falsas profecias, mau uso dos dons espirituais e bizarrices (unção do riso, cai-cai, pregação malabarista, etc.), passando a zombar do pentecostalismo, com certeza cometem iniquidade.

Portanto, eu considero um erro alguém se apegar à Bíblia — a Palavra profética — para desprezar profecias ou dons provenientes do Espírito, necessários para edificação da Igreja (1 Co 14.3-5,12,26). Afinal, é a própria Palavra de Deus que diz: “Segui a caridade e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar” (1 Co 14.1) e “Não desprezeis as profecias” (1 Ts 5.20).

Com amor,

Ciro Sanches Zibordi

21/09/2009

Erros que os Pregadores Mirins Devem Evitar


Tem surgido, no meio evangélico, uma nova “onda”: a dos pregadores mirins, que são, na verdade, imitadores de animadores de auditório, com os mesmos trejeitos. São espalhafatosos, alguns usam suspensório, berram ao microfone, mandam o povo dizer isso e aquilo, pegar na mão do irmão, abraçá-lo, beliscá-lo, etc. Uns chegam até a usar bordões do tipo: “Pentecostal que não faz barulho tem defeito de fabricação”. E outros dão aqueles “aleluias” prolongados, como se fossem pôr as entranhas pela boca.

Queridos pais e pastores que têm apoiado essa nova modalidade de pregação infantil, dirijo-me aos irmãos com muito respeito e zelo da parte de Deus. É muito bom que as crianças louvem ao Senhor Jesus e preguem a Palavra de Deus em nossos templos. Mas, por favor, deixem os infantes viver essa linda fase da vida!

Será que a vida (vida?) do astro Michael Jackson, que não teve infância, e sempre foi infeliz por causa disso, não lhes serviu de exemplo? A criança precisa brincar, aproveitar a infância, e não ser submetida a essa insana e agressiva adultização precoce, que já ocorre no mundo (atores, apresentadores e jogadores de futebol mirins, etc.), e agora surge com força entre nós!

Não estou contra os meninos pregadores. Por graça de Deus, comecei a pregar muito cedo e me alegro quando vejo crianças pregando a Palavra do Senhor. Mas alegro-me muito mais quando as vejo pregando naturalmente, com simplicidade, falando como criança, gesticulando como criança, reagindo como criança, sem esses trejeitos espalhafatosos dos pregadores malabaristas.

Deus criou todas as fases da vida, para que elas sejam vividas. O próprio apóstolo Paulo afirmou: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino...” (1 Co 13.11). E a chamada para ser pregador é um ato soberano de Deus (1 Tm 2.7; Mc 3.13). Se Ele quiser fazer, desses pequeninos, pregadores do evangelho, o fará, mas no tempo certo. Não há necessidade de que sejam “fabricados” animadores de auditório mirins, que já estão chamando até de gideõezinhos missionários!

Bem, se essa
“onda” continuar, eu e a minha filhinha de 5 anos vamos ter de escrever o livro Erros que os Pregadores Mirins Devem Evitar...

Ciro Sanches Zibordi