sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Como falar ou escrever bem sem dizer nada


Caros internautas, a complexidade dos estudos efetuados auxilia a preparação e a definição das condições apropriadas para os nossos trabalhos.

Não podemos esquecer que a consolidação das estruturas obriga-nos à análise das novas proposições. Por outro lado, a constante divulgação das informações acarreta um processo de reformulação dos conceitos de participação geral.

Nunca é demais insistir, uma vez que a expansão de nossa atividade oferece uma oportunidade de verificação das nossas opções de desenvolvimento no futuro.

Como se vê, não basta pregar ou redigir de modo fluente e correto. Quem fala em público ou escreve precisa, além do cuidado com a forma, nunca deve se esquecer de que conteúdo é essencial.

Ciro Sanches Zibordi

3 comentários:

Anônimo disse...

A Paz de Cristo!
Pastor Ciro, olhando esse texto, me lembrei das literaturas de saúde coletiva, estudadas na faculdade. São inacessíveis para compreensão e complicam mais do que explicam! (risos)

Diego Silva

Walter Filho disse...

Com base na relatividade substancial proposta no invólucro obliquo da dissertação, convém considerar paulatinamente de maneira amiúde o contexto imediato e remoto do "Laissez-faire" pernambucano!

Pastor Ciro, Não tem como passar por esse blog sem ser edificado. Parabéns e a Paz do Senhor.

Walter Filho

Anônimo disse...

Muitos textos são escritos numa linguagem de difícil compreensão para o grande público, entao, cabe ao escitor ser claro e objetivo.
Ex: O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando-se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem o sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas, todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão. Ou simplesmente: Rapadura é doce, mas não é mole.

Beto Holsel