terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Uma palavra aos que, ingenuamente, pensam que podemos louvar a Deus com todos os estilos musicais


Não é de hoje que eu pesquiso acerca dos efeitos fisiológicos e psicológicos da música. E, em razão de eu receber, via e-mail, diversas perguntas sobre o assunto, criei uma seção neste blog sobre música e louvor.

Neste artigo reiterarei o que já tenho afirmado: que nem todos os estilos servem para o louvor. E somente a ausência do conhecimento dos efeitos da música, atrelada à falta de fundamentação bíblica e temor de Deus, podem levar alguém a acreditar que é possível louvar a Deus com todo e qualquer estilo musical, como rock, funk, forró, axé, etc.

No mundo, a música é usada como ferramenta ampla de conhecimento e de transformação do homem. Mas não podemos descartar a possibilidade inversa. A música pode sim alterar a consciência e levar ao sentimento de êxtase, independentemente de a letra ser cristã ou mundana. Ela, em si, tem poder. E, de modo nenhum, pode ser considerada neutra.

Longe de ser apenas uma experiência estética, o exercício da música é também uma experiência fisiológica, biológica, psicológica e mental, com o poder de fazer o ser humano sentir. Tanto que, no sentido positivo, a musicoterapia — como disciplina paramédica — tem o estatuto de colaborar com a saúde física e mental do indivíduo. Ela é um poderoso agente de estimulação motora, sensorial, emocional e intelectual, segundo a psicologia. Nesse caso, como descartar os seus efeitos negativos? É ingenuidade pensar que letras cristãs anulam o poder da música.

À luz da ciência contemporânea, a música é considerada uma força capaz de exercer ação psicofisiológica. Agindo através de seus elementos constitutivos — ritmo (elemento ativo), melodia (elemento afetivo) e harmonia (elemento intelectual) —, a música tem sempre o poder de nos alcançar, e contra isso somos relativamente indefesos. Ela se constitui verdadeiro objeto material que, ao entrar pelo ouvido, enraíza-se no “eu”, inserindo-se num esquema afetivo e estimulando atividades corporais.

De acordo com a musicoterapia, a música, em razão de sua ludicidade, permite que o ouvinte se revele na escuta sem que ele mesmo se dê conta. São três os sistemas que possibilitam a percepção do som: o sistema de percepção interna, o sistema visual e o sistema tátil (ou sensório-tátil), o mais importante dos três. De modo sintético pode-se afirmar que os sons entram no “eu” não apenas pelo ouvido, mas também pela pele, pelos músculos, ossos e sistema nervoso autônomo.

Diante do exposto, não existe música inocente ou neutra! Ela é o resultado da combinação e sucessão de sons simultâneos de tal forma organizados, que a impressão causada sobre o ouvido seja agradável ou desagradável, e a impressão sobre a inteligência seja compreensível, e que tais impressões tenham o poder de influenciar os recantos ocultos da alma humana e de suas esferas sentimentais, e que esta influência transporte o ouvinte para uma terra de sonhos, de desejos satisfeitos, ou para um pesadelo infernal.

Não foi por acaso que o musicólogo Mário de Andrade, depois de assistir a uma representação de danças e melodias do Maracatu do Leão Coroado, declarou: “... um mal-estar doloroso, a respiração opressa, o sangue batendo na cabeça com um martelo e uma tontura tão forte que vacilei. Senti a respiração faltar e cairia fatalmente se não me retirasse afobado daquele círculo de inferno” (citado em Da Música, seus usos e recursos, de Maria de Lourdes Sekeff, Editora Unesp, p.33). Aliás, o uso de determinadas músicas é uma das causas para o chamado “cair no Espírito”, empregado por animadores de auditório como Benny Hinn.

Aconselho aos que dizem que não importa o estilo musical, e sim a letra, que estudem melhor o assunto, a fim de descobrirem que a música é polissêmica; tem sentidos plurais. Ela é uma ferramenta valiosa no campo da saúde (musicoterapia) e também no âmbito da educação, posto que ela é dotada de uma dimensão onírica, inconsciente e sexual, o que possibilita acesso ao nosso “eu”. Com essas considerações podemos sugerir que a música não é marcada pela neutralidade ou irracionalidade. Ela, em si mesma, é um discurso orgânico, lúdico, lógico e com sentido.

Como, pois, afirmar que todos os estilos servem para o louvor? Diante de tantos fatos científicos, como cantores, pastores e escritores evangélicos podem continuar abraçando essa falácia de que as letras cristãs neutralizam os efeitos da música? Tudo isso deve nos fazer lembrar, mais uma vez, do crivo mencionado em Filipenses 4.8: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

Que Deus levante músicos e líderes de louvor compromissados com a Palavra de Deus e dispostos a usar a boa música, apropriada para o louvor, na casa de Deus. Só assim ficaremos livres dos efeitos de estilos mundanos e diabólicos, como funk, heavy metal, axé, entre outros, que aos poucos — em razão das influências do secularismo — vêm invadindo os templos evangélicos.

Em tempo — aos internautas que desejam conhecer obras que versam sobre a música e seus efeitos, deixo aqui algumas referências bibliográficas:

Caminhos da Musicoterapia, de E. Ruud, Summus.
Como Ouvir e Entender Música, de A. Copland, Artenova.
Fenômenos Psicossomáticos, de M. Lewis e R. Howard, José Olympio.
Música, Cérebro e Êxtase, de R. Jourdain, Objetiva.
Musicoterapia Aplicada à Psicopedagogia, de U.S. Leal, Imprensa Oficial do Estado de S. Paulo.
O que É Música, de J.J. Moraes, Brasiliense.
Pequena História da Música, de Mário de Andrade, Martins Editora.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

34 comentários:

Clébio Lima de Freitas disse...

Pr Ciro, A Paz do Senhor Jesus!

Gostei muito dessa continuidade no estudo desse tema tão polêmico. Tenho conversado com alguns jovens de minha congregação sobre o louvor a Deus utizando-se de estilos de música dançantes. Percebo que na maioria das vezes em que alguém entra em êxtase, havendo manifestação de "danças espirituais", isso acontece ao mesmo tempo em que se toca música profana, logo, há entre esses crentes uma confusão entre o que é fogo da terra, da carne, e fogo do Céu, proveniente do Espírito de Deus! Que grande desafio está nas nossas mãos, o de sermos pentecostais e não meros experiencialistas!

UCBDIGITAL disse...

Paz do senhor Pastor Ciro,

Gostei do texto, todavia gostaria de colocar minha opinião. Acredito que quando se fala em estilo musical, na verdade se fala mais em ritmo musical, ou seja, o compasso. O Rock, por exemplo, é um ritmo, em em essência, não tem absolutamente nada de errado. Por que teria ? O que há de errado em um compasso ? porém, na mente da maioria de nós há uma ligação incosciente com o rock and roll, com um tempo em que os jovens eram revoltados. Esses movimentos perduram nos dias de hoje na forma de outros tantos subprodutos do tal rock and roll.

Mas o que vem ao caso, e eu gostaria de defender é, quanto aos ritmos, não acho que nenhum deles seja inadequado para a igreja. Os ritmos dançantes, como o baião, ritmo tão parecido com o forró, é um dos mais presentes nos hinos de "fogo" no conjunto das senhoras, na Assembléia de Deus, da qual faço parte, mas nem por isso quer dizer que todos vão sair dançando.

Enfim, o discernimento do espirito na vida do verdadeiro cristão é mais importante na hora de saber o que é louvor e o que não é. Assim penso. Afinal, Deus sem dúvida aje de maneira particular na vida de muitas pessoas, e na música, isso não vai ser impedido por causa do ritmo (estilo musical), desde estejamos falando de compositores que estão compromissados com Deus.


Um Abraço, E a paz do Senhor Para todos nós.

Fernando Augusto, 22 anos.

Ciro Sanches Zibordi disse...

Caro Fernando,

A paz do Senhor.

O seu comentário ignora por completo os efeitos que o estilo rock e seus derivados causam às pessoas, consciente ou inconscientemente. Tive a impressão de que você sequer refletiu sobre as ponderações do artigo em apreço.

Usar o argumento de que as irmãs cantam ao som de forró ou baião para defender o uso do rock não é coerente. Aliás, o próprio texto em apreço mostra que o forró também não é próprio para o louvor.

Aconselho-o a estudar o assunto a fundo, e não a fazer valer a sua opinião. O que é preciso levar em conta são os mandamentos e PRINCÍPIOS da Palavra de Deus, além dos incontestáveis efeitos da música. Isso cientificamente.

O rock é um estilo centrado no ritmo e na repetição. Gera dança; balança o corpo. Não gera meditação profunda. Seus efeitos não são nada bons. Sua fama também não é boa. Está atrelado a tudo o que não presta. Não serve para o louvor, definitivamente.

Você pode não achar nenhum estilo inadequado para a igreja, mas mesmo assim vários deles o são, cientificamente. Basta pesquisar, desapaixonadamente, o assunto. Veja o caso do funk. E observe a aberração que tem acontecido em certas em igrejas! É inaceitável a introdução desse estilo demoníaco e erotizante em nosso meio.

Alguém diz que isso é cultural... Mas não é a cultura que deve prevalecer sobre o evangelho, e sim o evangelho sobre a cultura. Cristo transforma o ser humano em todas as áreas da sua vida.

Agradeço-lhe pela participação.

Em Cristo,

CSZ

João Paulo Mendes disse...

A Paz do Senhor Pr,

Veio em tempo esse comentário tendo em vista uma lição da revista de adolescentes para o 1º Trimestre de 2009, CPAD, uma das lições traz a seguinte afirmação:

"Todo ritmo é lícito, dos clássicos ao rock, mas é preciso avaliar bem a letra e o grupo que a canta para saber se convém ouvir"

Penso que os professores de ED, superintendentes e pastores se verão em situações complicadas ao comentar sobre temas que são motivo de problemas na AD.

Como o Pr observa essa questão e como deveria ser o posicionamento da liderança da igreja e ED?

Abraço,

João Paulo
www.joaopaulo-mendes.blogspot.com

Ciro Sanches Zibordi disse...

Caro João Paulo Mendes,

A paz do Senhor.

Tenho profundo respeito pela CPAD, com a qual mantenho vínculos não apenas fraternais, mas ministeriais, escrevendo pela qual há mais de 15 anos.

Tenho 5 livros publicados pela CPAD e sou co-autor da obra Teologia Sistemática Pentecostal, além dos inúmeros artigos. Faço, ainda, parte da equipe de comentadores das Lições Bíblicas para juvenis e adolescentes desde 1998, tendo escrito já seis comentários.

Digo tudo isso, não para promover-me, mas para mostrar-lhe o quanto respeito a nossa CPAD e os profissionais que nela trabalham. Por isso, prefiro me abster de qualquer juízo de valor a respeito do que o irmão mencionou. Penso que o melhor caminho é o irmão enviar um e-mail ao departamento de publicações da CPAD ou entrar em contato por telefone, a fim de pedir as devidas explicações.

Reafirmo, entretanto, que não apóio o pensamento de que todo e qualquer estilo musical seja lícito e conveniente para os servos de Deus verdadeiramente compromissados com a Palavra de Deus.

Em Cristo,

CSZ

O PENSADOR disse...

Logo no início da postagem, o sr disse que estuda este assunto a muito tempo, ...,
Apesar dos grandes conflitos ocasionados com uma tomada de posição sobre este assunto, ..., creio que ele seja necessário, ..., gostaria de saber se além dos assuntos publicados neste blog, ..., se há previsão de publicação de algum material dentro desta temática com alvo aos jovens, ou ainda, ..., pergunto isso, pois creio que uma abordagem mais profunda, com referências a todas as documentações utilizadas e um livro de apoio seriam por demais interessantes para trabalhar estas questões com a juventude da igreja...

Se houver alguma indicação de algum material, ..., já agradeço de antemão...

seu leitor, ...

Ciro Sanches Zibordi disse...

Caro Ricardo (Pensador),

No próprio texto eu indico alguns livros de pessoas versadas em musicoterapia e musicologia. Mas eu também abordo esse assunto em meus livros "Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer" e "Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria".

A paz do Senhor!

CSZ

Joabe disse...

Caro Pastor,
A Paz do SENHOR.
Queria saber sua posição em relação ao que aconteceu em atos 2 sobre as línguas. Os discípulos falavam de fato outras línguas ou foi um milagre auricular que aconteceu? E os crentes de corinto falavam “línguas estranhas” ou idiomas ? Vou logo dizer minha opinião e o senhor, por favor, confirme se estou certo ou não. Minha opinião é que os discípulos falavam línguas estranhas, e as outras pessoas “ouviam” em seu próprio idioma. Da mesma forma aconteceu em Corinto e acontece hoje, do meu ponto de vista. Adotei esse ponto de vista, porque os cessacionistas afirmam que o que aconteceu no novo testamento foi que os discípulos falavam idiomas de fato, portanto o que acontece na “maioria” das igrejas pentecostais hoje em dia vai de encontro com o ensino Bíblico. Vou pedir opinião de outros irmãos sobre o assunto enquanto aguardo sua resposta.
Em Cristo,

Joabe Ferreira Inácio

Isaias Lobao disse...

Graça e paz. Sou leitor do seu blog, mas ainda não tinha postado nenhum comentário. No entanto, me chamou atenção o tema analisado. Concordo com sua posição. Tenho uma opinião firme sobre o tipo de música que podemos usar na adoração a Deus. A clássica posição reformada, da qual eu sou defensor, também concorda com a sadia visão pentecostal de culto. O culto deve ser reverente e glorificar somente a Deus.

Acredito que a verdadeira igreja cristão não deve incentivar inovações litúrgicas que favorecem a formação de um ambiente mais identificado com o entretenimento do que com a adoração bíblica. O culto de muitas igrejas é organizado em torno de canções estranhas, com letras teologicamente duvidosas e com uma pobre musicalidade.

Por isso, sua postura é louvável. Continue defendendo a sã doutrina e o culto que agrada somente a Deus.

Ciro Sanches Zibordi disse...

Caro Joabe,

Sua pergunta é digna do blog "Pastor Ciro Responde", no qual eu poderia desdobrar melhor o assunto. Mas lhe adianto o seguinte:

1) Em Atos os crentes falaram sobrenaturalmente da parte do Espírito Santo. Eles, portanto, não conheciam as línguas que falavam. Daí serem estranhas.

2) Em 1 Coríntios 12 a 14 o apóstolo Paulo menciona línguas de modo abrangente, como sinal do batismo com o Espírito, como edificação pessoal e como dom de variedade de línguas (que funciona em conexão com o dom de interpretar as línguas). Tudo isso é sobrenatural.

3) Por mais que as línguas estranhas sejam entendidas por alguém do povo, elas são desconhecidas de quem as pronuncia.

Em Cristo,

CSZ

Anônimo disse...

Prezado pastor ciro


Estamos organizando um fã clube para uniformizados comparecermos a caucaia para assistir os estudos biblicos

E ate o irmao joabe recem-casado estara participando

MAS deixando de lado as brincadeiras, quanto ao tema da postagem fiquei muito triste ao ver nossa denominaçao se contradizendo
concordo com o senhor quanto ao rock pois ate li um livro da cpad que condenavao rock totalmente
porem saiu um,a revista de ADOLESCENTES com comentarios completamente liberais sobre o assunto



claudio pimenta

Pr. Newton disse...

Prezamado pr. Ciro,

Mais uma vez, tenho que parabenizá-lo, por esta matéria. Afinal, o que está acontecendo dentro das igrejas, não passa de uma verdadeira ofensa, aos que sentem a necessidade do verdadeiro louvor. E, aparecem alguns artistas, com emoções variadas, na tentativa de provocar sentimentos carnais, no povo que está desprovido de líderes, com a coragem devida à responsabilidade diante de Deus.

Com certeza: Hip-Hop Evangélico. Rock Evangélico. Não passa de Conversa fiada! Conversa para boi dormir.

Existe no meio evangélico muitas “novas maneiras de evangelismo”. E, muita conversa fiada.

A música doente, de estilo especial, chamada de Hip-Hop, é um desastre para qualquer sociedade no mundo. É de se admirar quando alguns “pastores”, sentem o desejo de projetar este “grande talento musical”, e suas aberrações ao convívio ministerial. Convidam os astros para seus métodos de evangelismo no estilo da comunidade Hip-Hopiana.

A covardia e a falta do conhecimento da santidade de Deus, está fechando bocas no ministério.

Existe através do espírito de Deus a capacidade de se discernir, o que é, o verdadeiro louvor, aceito por Deus. Deus não aceitar louvores de brincadeirinha. Não. Não aceita mesmo.

Hoje, todos, são cantores, com os seus CD’s. As letras em muitas das suas músicas, envergonham o verdadeiro louvor a Deus. Todos querem ganhar com os seus “louvores”, e assim, as prateleiras das lojas evangélicas, estão repletas de produtos, sem nenhuma unção ou exaltação plena ao Deus verdadeiro.

Onde está a unção? Onde? O que existe as vezes é puro emocionalismo. E, as vezes tentam romantizar, para vender mais.

Os louvores da atualidade são mercenários da exaltação dos “shows”, e promovem a falta do sentimento de reverência ao nosso Deus. As músicas expressam, sentimentos ocultos de carnalidade e violência......

O texto acima continua no www.pastornewton.com

pr. Newton Carpintero

Eu disse...

Eu escuto vários tipos possiveis de musica cristã, desde adoração ao black metal critão. Não posso negar o efeito que a música impõe, varios estilos, principalmente metal, passam uma sensação de revolta, MAS agora com o que? Claro, contra o inferno, contra Satanás, contra o mal, contra o pecado. Algumas bandas vão mais alem, criticam membros corruptos da igreja cristã, e eis o lado bom dessa história, a musica cristã, de preferência metal, aborda a realidade e abre os olhos para o que acontece. Não sei se serve para louvar, mas ja vi varias fotos de shows undergrounds que, em meio barulheira, a um estado de silêncio, todos de joelhos orando e glorificando a Deus. Então, creio eu discordando em parte do senhor, que embora uma música está qualificada ou não para o louvor, Deus toca independente disto, toca onde precisa ser tocado e como sempre de uma linda forma. Abraço Pastor. Paz!

Ciro Sanches Zibordi disse...

Prezado "Eu",

Respeito a sua opinião, mas são desses subterfúgios que você mencionou que Satanás se utiliza para desviar o povo de Deus da verdade.

Lembre-se de que o Senhor Jesus não obriga ninguém a segui-lo. Antes, afirmou: "SE alguém quer vir após mim, NEGUE-SE a si mesmo; e tome cada dia a sua cruz, e siga-me" (Lc 9.23).

O evangelho de Cristo é simples (2 Co 11.3). Não precisa tomar emprestado todo e qualquer artifício do mundo para agradar as pessoas, satisfazendo as suas preferências.

Se o irmão estudar a Palavra de Deus sem preconceito, descobrirá que o evangelho-show, o evangelho-arte, o evangelho-diversão ou evangelho-secular não agradam ao Senhor. Para seguir ao Senhor de verdade é preciso RENÚNCIA (leia com meditação todo o capítulo 9 de Lucas).

Em Cristo,

CSZ

Anchieta Campos disse...

Caro amigo e irmão em Cristo, Ciro Sanches, a paz do Senhor.

Mais um ano se vai e mais um ano chega. 2008 se vai e não volta mais, mas suas lembranças ficarão, lembranças de momentos agradáveis e outros nem tanto, mas encerramos mais um ano em pé pois temos uma mão potente, mão que não se cansa de nos sustentar, a misericordiosa mão do nosso Deus.

Neste momento renovo nossos laços de irmandade e fraternidade, e que estes laços possam se fortalecer ainda mais neste 2009 que se avizinha. Que o vínculo da paz e da defesa/anúncio do evangelho possam sempre nos unir cada vez mais por meio deste nosso santo e árduo ministério dos blogs cristãos.

Um ótimo Natal, cheio da luz e paz que Jesus nos trouxe, e um 2009 bem melhor do que 2008, sempre com a presença do nosso Deus e da sua Palavra, é o que desejo para você e todos os seus. Amém.

Sim, como sempre, concordo com o amado irmão. A música hoje em dia tem sido um problema na maioria das vezes em nosso meio.

Fortes abraços.

Anchieta Campos

carloshenrique disse...

Pastor Ciro, a Paz.
Um ótimo texto, e muito esclarecedor.
E, aproveito estar passando por aqui para desejar a ti e a todos os seus leitores um Feliz Natal.
Que Deus te abençoe grandemente neste natal e que Jesus possa reinar no seu coração, e de sua família e de todos aqueles que l~eem esse Blog.
Em Cristo Jesus, Carlos.

Joabe disse...

Caro Pastor,
A Paz do SENHOR.
Agradeço a disposição e a gentileza para me responder. Peço desculpa por ter feito essa pergunta num artigo não tão ideal para o assunto que estou abordando.
Contudo, vou fazer uma réplica e explicar porque adotei essa posição. A crítica que os cessacionistas fazem é a seguinte: “- cremos que os discípulos falaram outros idiomas que nunca aprenderam. Cremos que os demais milagres relatados em Atos e os crentes de Corinto falavam outros idiomas sobrenaturalmente. Mas e vocês pentecostais? Pelo menos em 99% dos casos falam uma língua que dificilmente é algum idioma conhecido. Vocês pentecostais podem dizer que são línguas estranhas, mas essa palavra não está nos originais da carta de Paulo.”
Devo repetir que sou pentecostal e creio na atualidade dos dons. Entretanto, devo admitir que a melhor solução para encaixar Atos - I Coríntios - Movimento pentecostal, seja que as línguas eram e são estranhas, e que o que aconteceu no dia de pentecostes (e acontece hoje em alguns casos) foi um milagre auricular. Alguns estudiosos concordam que no dia de pentecostes, houve um milagre auricular, como é o caso de Martin Lloyd Jones.
Repare o versículo de Atos 2.3: “E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.” Porque Lucas chamaria idiomas naturais nesses termos? No verso 6, a ênfase está no fato da multidão ouvir: “E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua”. No versículo 12 alguns mesmo sem entender se maravilharam: “E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?” E no versículo 13 outros zombam: “E outros, zombando, diziam: Estão cheios de mosto.” Não se pode esquecer também que havia várias pessoas de diferentes nações, e que se os discípulos falassem o idioma de todas essas nações seria, ao meu vê, uma verdadeira babel. A melhor solução então seria, que o Espírito Santo que estava atuando na audição de alguns da multidão.
Creio que se minha opinião estiver correta, responde de modo satisfatório aos questionamentos dos cessacionistas , aos fenômenos de hoje em dia.
Um abraço,

Joabe

Ciro Sanches Zibordi disse...

Amado Joabe,

A paz do Senhor.

A Palavra do Senhor não deixa dúvidas quanto às línguas estranhas como dom do Espírito. O termo original de fato não traz o adjetivo "estranhas", mas isso não invalida o fato de que as línguas, como dom, são desconhecidas, estranhas aos que as pronunciam.

Quanto aos cessacionistas, equivocados, recorrem à mesma falácia dos unicistas, que dizem que a palavra "Trindade" não consta das Escrituras, ignorando que a doutrina da Trindade é esposada com clareza na Bíblia. Da mesma forma, não há dúvidas quanto a manifestação do Espírito mediante línguas estranhas.

As línguas que falamos, da parte do Espírito, podem ser totalmente desconhecidas ou não na Terra. Em Atos 2 eram conhecidas na Terra, a despeito de serem estranhas aos emissores. Mas Paulo diz que se pode falar também, da parte do Espírito, palavras não inteligíveis (cf. 1 Co 13.1; 14.1-9). Nesse caso, duplamente estranhas. Ou seja, desconhecidas do emissor e dos ouvintes.

Lembro-me de que uma vez Deus me deu várias palavras em línguas estranhas, depois de uma pregação. Após eu ter falado, um conhecido poliglota assembleiano, presente no culto, disse: "O pastor Ciro falou em diversos idiomas conhecidos e desconhecidos, inclusive em hebraico. E nesta língua eu entendi claramente o que foi dito: 'EU SOU O SUPREMO SENHOR; ESTOU ENTRE VÓS'"

Portanto, não devemos buscar soluções que atendam aos nossos pensamentos, e sim aceitar o que está escrito. E o que está escrito? Que os quase 120, no dia de Pentecostes, FALARAM outras línguas conforme o Espírito lhes concedia que falassem (At 2.1-4).

Não houve milagre auricular! Eles de fato FALARAM em línguas que não conheciam, isto é, línguas estranhas. Com todo respeito a Martin Lloyd Jones, as Escrituras não avalizam a tese do milagre auricular. Observe que CADA UM falava na própria língua dos representantes das nações reunidas em Jerusalém.

Em Cristo,

CSZ

leonardo macambira disse...

Pr. Ciro
Achei por demais interesante este seu artigo e gostaria de publica lo no blog que tenho :http://leomarcasdecristo.blogspot.com/ e gostaria de saber se o Senhor me autoriza.
meu email é leommacambira@hotmail.com

A paz e boas festas!!!


Leonardo Macambira

Joabe disse...

Um dos téologos mais citados pelos cessacionistas é o reverendo John Stott. Em sua obra BATISMO E PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO ele faz o seguinte comentario :
“Está claro que no dia de Pentecostes os crentes cheios do Espírito estavam falando "em outras línguas", isto é, em línguas estranhas, e "segundo o Espírito lhes concedia que falassem", e que todas estas línguas eram compreensíveis a grupos da multidão (Atos 2:4,11).
A suposição teológica e lingüística é forte no sentido de que o fenômeno mencionado em 1 Coríntios é o mesmo. Primeiro, porque as expressões no grego são praticamente as mesmas, e uma das primeiras regras da interpretação da Bíblia é que expressões idênticas têm significado idêntico. Em segundo lugar, porque o substantivo glossa tem somente dois significados conhecidos, que são o órgão na boca e o idioma. A tradução "expressão extática" não tem base lingüística. Isto não é uma tradução, mas uma interpretação. De modo análogo, o verbo "interpretação de línguas" significa tradução de idiomas. Em terceiro lugar, todo o empenho de 1 Coríntios 14 é no sentido de desencorajar o curto do caráter ininteligível, como coisa de criança: "Irmãos, não sejas meninos no juízo; ... sede homens amadurecidos" (v. 20). O Deus da Bíblia é um Deus racional, que não tem prazer em irracionalidade ou em ininteligibilidade.
A interpretação levanta algumas dificuldades exegéticas, que levaram algumas pessoas a distinguirem radicalmente entre que"línguas" era Atos e que"línguas" era em 1 Coríntios. Mas as dificuldades são pequenas em comparação com a força do argumento de que o fenômeno é o mesmo, não uma expressão extática ininteligível, mas um idioma inteligível – compreensível, é claro, a alguns poucos presentes (como no dia de Pentecostes); obviamente ela precisava ser "interpretada" ou "traduzida" em um porto como Corinto, em que se falavam muitos idiomas, para benefício daqueles que falavam alguma língua estrangeira. Se o dom é essencialmente lingüistico, é mais fácil compreender a razão pela qual Paulo o coloca no fim da lista, e porque não é mencionado nas três outras listas.”
Posso ta parecendo prolixo e chato por está tocando nesse assunto pela terceira vez, mas tenho que admitir que a posição cessacionista é forte e precisa de uma refutação a altura. Suas respostas foram boas e agradeço já mais uma vez a paciência em me responder.

Em Cristo,

Joabe.

Ciro Sanches Zibordi disse...

Caro Joabe,

A paz do Senhor.

Por mais forte, convincente ou lógica que seja a argumentação dos cessacionistas, ela não leva em conta um princípio inegociável das Escrituras: A FÉ PRECEDE A RAZÃO. É o que está escrito em 1 Coríntios 2.14,15. O homem natural não compreende mesmo as coisas do Espírito, posto que se discernem espiritualmente.

Infelizmente, grandes pensadores os quais respeito são cessacionistas. E apegam-se a minúcias para negar a sobrenaturalidade do evangelho. Por exemplo, dizem que a expressão "dons espirituais" não consta do original. É verdade, pois a tradução literal seria, em 1 Coríntios 12 a 14, "espitualidades", e não "dons espirituais". Entretanto, basta ler o contexto para perceber que esses três capítulos tratam dos dons, ministérios e operações do Espírito. Daí "dons espiriais" aparecer na versão em língua portuguesa.

Respeito Johm Stott, mas até certo ponto. Afinal, teologia é o que os teólogos dizem da Bíblia. E a Bíblia é a própria Palavra de Deus. Ela, mediante a iluminação do Espírito, é que tem a palavra final.

Nesse texto que o irmão citou, Stott foi infeliz ao pensar que pode explicar em termos naturais uma operação sobrenatural do Espírito Santo. O fato de Corinto ser um porto em que se falavam muitos idiomas nada tem que ver com as variedades de línguas da parte do Espírito Santo. O texto de 1 Coríntios 12 a 14 deixa claro que Paulo estava tratando de assuntos de ordem sobrenatural, e não de idiomas.

Um grande abraço. Espero conhecê-lo pessoalmente em Caucaia, Ceará, no período de 27 a 28 de dezembro.

CSZ

Anônimo disse...

Joabe as muitas letras te fazem delirar soldado
querido irmao deve ser a emoçao do casorio
vamos nos ver em caucaia e tirar uma foto com nosso irmao pastor ciro
para quem sabe colocarmos no nosso fã clube

UCBDIGITAL disse...

Ola pastor Ciro,

É um prazer ler seus textos, espero não ter causado nenhuma impressão hostil no meu comentário deste em questão , pois sou irmão na fé, graças a Deus.

Talvez não seja nenhuma novidade um jovem como eu defendendo os ritmos musicais (risos), pois se o senhor tem filhos ou sobrinhos, é provável que alguns deles apreciem alguns cantores do universo Gospel que utilizam o tal ritmo Rock.

Não tenho a intenção de incitar um debate ou insistir muito, pois acho esse assunto de musical recai um pouco na subjetividade. Mas sei de uma coisa, TODO RITMO exerce uma influência no corpo humano, seja música lenta ou rápida. Não seria então uma questão mais relacionada com a dança?

Eu concordo com o senhor que a dança não é adequada para igreja, mas por questões de se assemelhar com o mundo (como o exemplo do funk), mas para isso existir o bater de palmas, o levantar das mãos, mesmo ao som do rock. O ritmo induz o movimento ? sim. Todos eles, mesmo os lentos. Agora sobre misturar os ritmos com o hábito de dançar, aí concordo. Vemos em várias igrejas que as pessoas dançam à exemplo do mundo, e isso é corromper o sentido do louvor.

Um agrande abraço, agradeço sua resposta, a paz!

Fernando.

leonardo macambira disse...

Ola Pr. Ciro, a paz !!!!!
postei aqui meu pedido para saber se podia colocar este seu artigo em meu blog e o senhor publicou e não respondeu...
Gostaria de saber se o Pr me autoriza?

Joabe disse...

Caro Pastor Ciro,

A paz do SENHOR.

Em relação ao teor das línguas estranhas eu mandei a mesma pergunta para alguns irmãos, entre eles o pastor Silas Daniel, que concordou em praticamente em tudo com o senhor. Vou estudar mais sobre esse assunto.

Um Abraço,

Joabe Ferreira Inácio

Edimir Martins disse...

A paz do Senhor, Pr Ciro

Sinto- me feliz por encontrar o seu blog e principalmente um assunto como este, tão importante e tão negligenciado.
A música na igreja, na minha opinião, é quase tão importante quanto a própria doutrina, pois o louvor é um dos meios mais eficazes de nos aproximar de Deus em todas as horas.
Gostaria que esse assunto fosse melhor abordado à luz da palavra de Deus em nossos pulpitos, pois os nossos jovens precisam urgentemente de ajuda e eles nem tem conciência dessa necessidade.
Que as bençãos de Deus continuem com o irmão sempre, e fico no aguardo do lançamento de algum livro seu sobre este assunto.

Um forte abraço e a paz do Senhor

Edimir Martins

Gileade F. de Sá disse...

Creio que assim como Deus nos deu muitas letras pelas quais podemos formar tanto plavras de adoração a Ele como palavras pecaminosas (palavrões e similares), nos deu notas musicais com as quais podemos louvá-lo ou formar canções que em nada são dignas de serem repetidas pelo povo de Deus. Funciona igual para as palavras e para a música.

Hudson Martins disse...

Gostaria antes de parabenizar ao Pastor Ciro pelo ótimos comentários que temos
lido em seu blog e agradecer a Deus por haver pessoas que buscam ter compromisso
e aliança com Deus.
Sou músico à algum tempo e o que tenho observado é que infelizmente os cantores,
músicos, regentes, enfim, muitos dos que estão envolvidos com a música na igreja
esquecem de um pequeno detalhe: coerência.
Segundo dicionário Priberam
s. f.
1. Fís. Recíproca aderência que têm entre si todas as partes de um corpo.
2. Fig. Conformidade entre factos ou ideias.
3. Nexo, conexão.
Imagine alguém dizer que ama gritando e expressando raiva. Ou alguém que deseja
informar, chamar atenção ou dar uma ordem usando um tom muito suave. Vejo esses
casos como uma falta de estudo. A música é vasta. O rock possue várias variações.
Existe canções belissimas que cantamos e não imaginamos que o ritmo é um rock.
Assim como temos várias e lindas canções de louvor e renuncia que usam ótimas baladas.
Antes é sempre bom buscar-mos a finalidade para o qual determinado rítmo foi criado.
Não sou apreciador da música "suja", no sentido de barulho, ausência de uma
bela harmonia e melodia coerente.

Existe uma canção do Ron Kenoly, "Return To Righteousness America", que é um chamado,
um alerta. E é um belo rock. Bem aplicado.

Temos excelentes estilos, jazz, blues, mpb... um dos segredos é a coerência. Vamos nos
apresentar a Deus com o nosso culto racional e usar o que há em nós, inteligência, técnica
para bendizer o nome do Senhor. E olho e percebo que Deus é um grande apreciador da arte.
Exôdo 31, Deus chama Bezalel (o "Da Vinci" da época) para cuidar dos detalhes mais finos
do templo. Em 1 Samuel 16:23, chama a Davi (o "Bach") para trazer alivio ao rei Saul.

Enfim, temos que trazer ao Senhor o nosso melhor e ser coerênte na entrega do
sacrificio, da adoração e exaltação.

Fiquem na paz do Senhor.

Anônimo disse...

Meu caro Ciro...
Sou um admirador de seu trabalho... Sinceramente, Acho que está equivocado.
Imagine chegar na África e dizer que eles não podem mais tocar seus tambores? Como faço com meu cavaquinho, que ultilizo na igreja, não apenas pra cantar samba mas como instrumento a ser usado em vários estilos?
Jogar ritmos riquissimos como samba, choro, bossa e afins no colo do inimigo dizendo que não serve pra adorar a Deus é algo que não entra em minha cabeça.
Acho que o evangelho transforma... mas mudar a cultura de um povo não é evangelizar e sim CATEQUIZAR... E infelizmente é o que vejo no nosso meio... Muito crente catequizado...

No mais deixo meu sincero apreço por seus artigos, principalmente aqueles sobre algumas canções e aberrações no nosso meio.

Um abraço
Paz

ZECA BEN ARAUJO

Winicyus Nolêto disse...

Com esse artigo vê-se que o ser humano sempre dirá alguma besteira na vida.

Simplesmente dispensável.

Ciro Sanches Zibordi disse...

Amargo Winicyus,

Agradeço-lhe pelo "elogioso" comentário. Mas, se você tiver argumentos bíblicos e científicos que contrariem a "besteira" acima, tenha liberdade de expô-los. Caso contrário, dispensáveis são as suas participações por aqui.

CSZ

Ciro Sanches Zibordi disse...

Zeca ben Araújo,

Sem dúvidas, o evangelho muda culturas. E isso não é catequizar. Argumente, em vez de misturar assuntos. Talvez pelo fato de você estar mergulhado na música e na cultura secular (e mundana) não consiga ver nada além disso. Pense biblicamente.

Riquíssimo é o evangelho, e seus maravilhosos efeitos, e não estilos musicais feitos para agradar o ser humano.

Em Cristo,

CSZ

Artur Ribeiro disse...

A paz do Senhor.

Pastor Ciro

Sabemos que esta postagem é antiga, mas seu conteúdo é atual.

Tivemos há pouco um "debate" em outro blog que começou com seu editor defendendo que cristãos podem usar tatuagem e conosco tentando refutar.

Disso partimos para o louvor. Aqui o editor do blog defendeu o indefensável: qualquer estilo serve para louvor. Porém usamos a Bíblia.

No fim das contas, o irmão nos proibiu de comentar aquele "artigo".

Gostaríamos que o senhor visse e deixasse aqui seu parecer. Ou lá.

Eis o endereço:
http://www.elielvieira.org/2007/10/um-cristo-pode-se-tatuar.html

Um abraço,

Artur Ribeiro

Maxmiler Freitas disse...

Pastor Ciro a Paz de Cristo!

Acabei de publicar uma postagem relacionada ao tema desta, inclusive incluí vários links para diversas postagens do seu blog. Gostaria de lhe pedir que acesse meu blog e leia a seguinte postagem: http://www.milerfreitas.com/2010/02/alerta-aos-pais-lixo-invade-as-casas-e.html

Se possível, escreva mais artigos abordando este tema, nossas igrejas estão infestadas destas porcarias (canções que exaltam o homem). Somente o ensino da Verdade poderá resgatar o verdadeiro culto e adoração ao SENHOR.

Deus lhe Abençoe!

Maxmiler Freitas - Servo dos Servos