domingo, 1 de junho de 2008

O que há de errado com a teologia do famoso Kenneth Hagin?


Diversos irmãos, de várias partes do mundo, têm me pedido maiores informações sobre a teologia de Kenneth Hagin. Creio que este texto e o artigo anterior — Kenneth Hagin negou (em parte) a teologia da prosperidade — ajudarão os leitores a conhecerem melhor o pensamento do maior propagador do triunfalismo evangélico.
Quem foi Kenneth Hagin? Fiel discípulo de Essek William Kenyon (verdadeiro pai da confissão positiva e do evangelho da prosperidade), pregou inúmeros sermões sobre a fé e escreveu muitos livros e artigos, inspirando outros autores a publicarem obras sobre o poder da fé e a prosperidade do crente.
No seu último livro, O Toque de Midas — como vimos na postagem anterior —, Hagin condenou práticas que muitos propagadores da teologia da prosperidade dizem ter aprendido dele.
Entretanto, neste artigo, tomarei como base as suas duas obras principais: O Nome de Jesus e Zoe: a Própria Vida de Deus, ambas editadas no Brasil pela Graça Editorial.
Creio que as mencionadas obras apresentam os principais desvios de quem foi considerado o maior pregador do Movimento da Fé.

O NOME DE JESUS

Segundo Hagin, “Jesus se tornou como nós éramos: separado de Deus. Porque provou a morte espiritual por todos os homens. Seu espírito, seu homem interior, foi para o inferno em nosso lugar... A morte física não removeria os nossos pecados. Provou a morte por todo homem — a morte espiritual” (O Nome de Jesus, p.25).
Há um desvio sutil na afirmação de Hagin, quase imperceptível, pois Jesus não se tornou como nós éramos, exatamente. Ele não se fez pecador. Antes, fez-se pecado, semelhante aos homens (2 Co 5; Fp 2.6-8; Rm 8.3).
Kenneth Hagin também afirmou que o Senhor Jesus foi ao Hades para sofrer em nosso lugar, declaração que não resiste a uma exegese bíblica. Segundo a Palavra de Deus, o Senhor sofreu e triunfou na cruz, dando ali no Gólgota o brado da vitória (Jo 19.30; Cl 2.14,15). Ele foi ao Hades, sim, mas como vencedor (pois havia vencido na cruz), e não para sofrer em nosso lugar (1 Pe 3.19).
No mesmo livro em análise, Hagin asseverou: “Jesus é a primeira pessoa que já nasceu de novo. Por que o seu espírito precisava nascer de novo? Porque ficou alienado de Deus. Lembra-se como ele exclamou na cruz: ‘Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?’” (p.25).
Por mais lógica que aparente ser a declaração acima, Jesus não nasceu de novo. Sabemos que o novo nascimento é para os pecadores que se arrependem de seus pecados (Jo 3.1-5; Tt 3.5), e o Senhor Jesus nunca pecou, sequer por pensamentos — porque nunca deixou de ser Deus (Hb 4.15). Daí as Escrituras dizerem que Ele é o Cordeiro imaculado e incontaminado (1 Pe 1.18,19).
Prosseguindo em sua argumentação, Hagin declarou: “O pecado separa de Deus. A morte espiritual significa a separação de Deus. No momento em que Adão pecou, ficou separado de Deus... A morte espiritual significa mais do que a separação de Deus. A morte espiritual significa ter a natureza de Satanás” (O Nome de Jesus, p.26).
Ele ressaltou que Jesus não teria morrido apenas fisicamente — mas provado também a morte espiritual. E é nisso que fundamentou a sua teoria de que o Senhor foi torturado no Hades, onde, mediante uma confissão positiva, venceu Satanás e seus agentes.
De fato, o pecado separa o homem de Deus (Is 59.1,2), deixando-o à mercê do Inimigo (Hb 2.14). No entanto, Hagin, ao fazer a assertiva acima, a fez, como veremos, para fundamentar — inevitavelmente, de maneira blasfema — que o Senhor Jesus, ao morrer duas vezes (física e espiritualmente), teria assumido na cruz a natureza de Satanás!
Um leitor desatento poderá não perceber esse desvio, pois Hagin “fundamentou” na Bíblia cada passo de sua argumentação. Mas, ao final, afirmou: “Quando a pessoa nasce de novo, toma sobre si a natureza de Deus — que é vida e paz. A natureza do diabo é ódio e mentiras... Jesus provou a morte — a morte espiritual — por todos os homens... Jesus se fez pecado. Seu espírito foi separado de Deus, e ele desceu para o inferno em nosso lugar” (O Nome de Jesus, p.27). Vemos que Hagin, com todas as letras, declara que Jesus assumiu a natureza do Diabo, que é ódio e mentiras.
Mas Hagin prosseguiu, dizendo que “Lá embaixo na masmorra do sofrimento — lá nos fundos do próprio inferno — Jesus satisfez as reivindicações da Justiça para todos nós, individualmente, porque ele morreu como nosso substituto” (O Nome de Jesus, p.28). Creio que foi a partir dessa falaciosa interpretação que pregadores e compositores receberam a “inspiração” para afirmarem que lá no Inferno Jesus abriu nossas cadeias e nos resgatou!
Segundo as Escrituras, Jesus não provou a morte espiritual. Em razão de ter levado os nossos pecados sobre o madeiro (1 Pe 2.24), sofreu sim a rejeição do Pai, mas os textos sagrados que já citamos são claros: Ele morreu como Cordeiro imaculado e incontaminado. E, ao morrer — repito —, não foi ao Hades para sofrer em nosso lugar, e sim para proclamar a sua gloriosa vitória (1 Pe 3.19).

ZOE: A PRÓPRIA VIDA DE DEUS

O triunfalismo de Hagin fica evidente principalmente em sua obra Zoe: a Própria Vida de Deus: “Na realidade, eis o que é a vida eterna: Deus comunicando toda a sua natureza, substância e ser aos nossos espíritos... Louvado seja Deus! Tenho a vida e a natureza de Deus. Tenho dez vezes mais sabedoria e entendimento do que o restante da classe” (pp.10,29).
É claro que a Palavra de Deus não afirma que o Senhor comunica toda a sua natureza a nós! Se isso fosse verdade, seríamos onipresentes, oniscientes, onipotentes... Participamos, sim, da natureza de Deus quanto a seus atributos comunicáveis: amor, bondade, fidelidade, etc. Hagin apagava-se ao texto de 2 Pedro 1.4, porém os versículos 5 a 9 deixam claro que somos participantes da natureza de Deus quanto a seus atributos comunicáveis, relacionados com o seu caráter amoroso, santo e justo.
Mas Hagin não parou por aí. “Deus nos fez tão semelhantes a si mesmo quanto lhe foi possível. Fez-nos para pertencer à sua própria categoria... O Senhor fez o homem como o seu substituto aqui na terra. Ele constituiu-o como rei para governar tudo o que tinha vida. Vivia em termos de igualdade como Criador” (Zoe: a Própria Vida de Deus, pp.50,51).
Ora, o homem nunca viveu em termos de igualdade com o Criador! Hagin parece tentar convencer os seus leitores de que o crente é um pequeno deus andando na Terra. E, infelizmente, essa teologia falsificada é altamente contagiante — ou contagiosa? —, levando pregadores e compositores da atualidade a declararem, determinarem, decretarem...
No mesmo livro, Hagin declarou: “O Senhor é um Deus de fé. Tudo o que tinha a fazer, fê-lo pela Sua Palavra” (p.51)., com a intenção clara de convencer aos seus leitores de que, se Deus, por meio da fé, criou o mundo, todos os crentes podem também fazerem qualquer coisa. Afinal, há poder em suas declarações de fé.
Mas, se Deus precisou de fé para criar todas as coisas, ela é direcionada a quem? Ele não é o Todo-Poderoso? Hagin torce o texto de Hebreus 11.3 para afirmar que Deus tem fé, ignorando que a Palavra de Deus diz: “Pela fé, entendemos que os mundos pela Palavra de Deus foram criados...” Observe que a fé é nossa para crer, enquanto o Senhor criou o Universo pela sua Palavra, como vemos em Gênesis 1.
Como se vê, o desvio mais grave de Hagin, ao defender o triunfalismo, é a deificação do ser humano e a conseqüente diminuição do Senhor Jesus. “Nem o próprio Senhor Jesus tem uma posição melhor diante de Deus do que você e eu temos. Talvez alguém suponha que eu esteja usurpando algo de Cristo. Não! Ele continua a desfrutar da mesma glória junto ao Pai. Estou apenas falando dos direitos que nós temos” (Zoe: a Própria Vida de Deus, p.79).
Que direitos temos nós? Se não fosse a graça de Deus, nada teríamos (Rm 6.23; Ef 2.8-10). Nessa declaração — antropocêntrica e infeliz — de que nem Jesus tem uma posição melhor do que nós vemos por que Hagin é considerado o principal propagador da confissão positiva. Mas a Palavra de Deus enfatiza que o Senhor Jesus é o Alfa e o Ômega, o Todo-poderoso (Ap 1.8). Está acima de todos e tem a preeminência (Jo 1.1-5). Ele é o prõtotokos (Cl 1.15-20).
Observa-se que o objetivo maior da teologia de Hagin sempre foi mostrar que, por meio de nossas declarações de fé, podemos abrir e fechar portas. Foi a partir dessa teologia que pastores, cantores e crentes em geral, abandonando a evangelização e a intercessão, passaram a declarar (“decretar”, “profetizar”, “determinar”) que tal cidade é do Senhor Jesus; que bares e casas de shows serão fechados; que cinemas e teatros só apresentarão filmes e peças evangélicos, etc. Hagin e seus discípulos difundiram a idéia de que há poder profético em cada declaração de fé, o que não resiste a uma exegese.
Além dos desvios teológicos mencionados, Hagin também exagerou no campo das manifestações exóticas, à semelhança do que aconteceu na Igreja Aeroporto de Toronto (Canadá), não atentando para o que a Palavra de Deus diz em 1 Coríntios 14. Vídeos disponíveis na Internet — como o mencionado abaixo — mostram um Hagin nada equilibrado, dando gargalhadas sem parar, caindo sobre pessoas e derrubando-as, além de pôr a língua para fora, uivar, etc., num “culto” em que predominou a histeria coletiva.

Confira: http://www.youtube.com/watch?v=kESE8wjEXCQ

É por todos esses motivos que não recomendo a teologia de Kenneth Hagin. É claro que o livre exame é bíblico (1 Ts 5.21), mas o crente que é espiritual discerne bem tudo (1 Co 2.15). Provemos, pois, se os espíritos são de Deus (1 Jo 4.1) e abandonemos o erro, atentando para o que o Senhor Jesus ensinou em Mateus 7.13-27.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

13 comentários:

Anônimo disse...

Pastor Ciro

Parabéns pelo excelente artigo!!! Muito esclarecedor a maneira como o senhor escreve, refutando cada erro doutrinário de Kenneth Hagin, à luz das Sagradas Escrituras.

É isso mesmo que os verdadeiros servos de Deus devem fazer, analisar tudo, examinar tudo e refutar sim, tudo o que não está em conformidade com a Palavra de Deus.

Não devemos nos enganar com falsos discursos, pseudos-arrependimentos, testemunhos de homens enganadores, sagazes, astutos, persuasivos e que levam milhares de pessoas aos erros mais absurdos e grotescos, tudo em nome de Deus. Usam o nome de Jesus para enganar os incautos.

Que possamos a cada dia ler mais a Bíblia, meditarmos nela, crermos nela e a praticarmos, fazendo assim o que agrada a Deus. Sl 1:1,2. Com admiração e respeito, Quédia.

Pr. Robson Aguiar disse...

Paz do Senhor, Pr. Ciro!

Parabéns, pelo artigo.

Quanto ao livro " o Toque de Midas" Achei muito fantasioso o comentário do Pr. Kenneth Hagin, no caítulo 3, quando diz que Jesus era rico. Quero saber se foi por revelação, ou nos escritos de Mamom, rsrsr, que ele viu as placas nos hotéis de Belém "Não há vagas" obrigando José e Maria a hospedarem-se em uma mangedoura, é de rir a noite toda. haja imaginação. Isto é apelação. rsrsr

Ciro Sanches Zibordi disse...

Prezada Quédia,

Agradeço-lhe pelos parabéns. Suas sugestões e críticas têm contribuído para melhorarmos a cada dia.

É difícl para muitos aceitarem que devemos adotar uma postura de protestantes. Mas é isso mesmo. Não podemos nos calar ante os desvios do evangelho. É como se houvesse a necessidade de uma nova Reforma Protestante, a fim de que pelo menos uma parte do povo "evangélico" seja salva (Jd v.23; 2 Co 6.18).

Em Cristo,

CSZ

Ciro Sanches Zibordi disse...

Caro pastor Robson,

O seu comentário sobre "O Toque de Midas" foi muito pertinente, pois há irmãos pensando que, por meio dele, Kenneth Hagin pede perdão de tudo o que falou, condenando de maneira convicta o chamado Movimento da Fé. Não. O que vemos no livro são partes em que ele combate os excessos de seus discípulos.

Essa idéia de que Jesus era rico não corresponde à realidade dos fatos. Isso é um discurso triunfalista, próprio dos defensores da deificação humana, da confissão positiva e da teologia da prosperidade, que fazem parte de um pacote só.

Só gostaria de fazer uma pequena observação. José e Maria não se hospedaram em uma manjedoura, e sim em uma estrebaria. Depois de Jesus ter nascido, eles o puseram na manjedoura... Esse é um pequeno detalhe que às vezes passa de modo imperceptível, não é mesmo?

É muito fantasiosa e forçada mesmo essa idéia de que os pais de Jesus e Ele próprio eram ricos, a ponto de não terem se hospedado em um hotel luxuoso só porque estavam todos lotados... E a profecia de Zacarias 9, a qual enfatiza que o Senhor seria pobre?

Infelizmente, os teólogos da prosperidade só fazem isso porque são movidos pelo dinheiro. São "obrigados" a serem criativos em suas histórias, a fim de que o povo, enganado, contribua cada vez mais, numa tentativa de, à semelhança de seus mentores, também ficarem ricos.

Em Cristo,

CSZ

Anônimo disse...

Graça e Paz Ciro!

Em 1996, Kenneth Hagin esteve em uma Igreja Presbiteriana aqui em Joinville/SC.
Não participei da conferência que ele ministrou mas esbarrei com ele em um shopping da cidade.
Eu havia recém lido um livro dele, acho que o título era "Quando a fé é fraca e a esperança parece perdida!".
Quando o vi falei pro meu irmão que estava comigo; "- Olha, este é Fulano, aquele do livro!"
O Hagin estava fazendo caminhada com a esposa dentro do shopping pois chovia aquele dia na cidade.
Devo confessar que quase pedi um autógrafo pra ele naquele dia (rsrs).

Com o passar do tempo, com entendimento que através da Palavra o Senhor nos dá, percebi que há pessoas que que parecem ser uma coisa e não, dizem certas coisas e fazem outras completamente diferentes.

Assim, avaliei com mais cuidado a obra literária de Hagin, de Hinn, Moonroe e outros que havia lido.

Ciro, somente aqueles que conhecem a Palavra e são guiados pelo Espírito Santo, não interpretando a bel prazer, mas tendo revelação das verdades contidas na Palavra de Deus é que percebem a gravidade dos desvios pregados por muitos escritores e pregadores tidos como cristãos.

Haverá este semana aqui em Joinville o "show" da auto intitulada "Maior Banda Gospel do Brasil", MVV. Unicistas declarados, irão lotar o maior ginásio da cidade e apregoar a sua mensagem aos "fãs" que ali estarão.

O mais perigoso nisto Ciro, é que muitos sairão dali falando: "- Eles são uma benção....E tem gente que fala mau deles..."

Comungarão com o engano, se apartando da simplicidade que há em Cristo.

Avante soldado!

Luis Carlos Mathias
Joinville/SC

Edson Dorna disse...

A paz do Senhor!

Pr.Ciro,

Estou aprendendo muito aqui neste espaço, pois tem sido uma fonte de informações, para avisarmos os nossos irmãos na Fé em Cristo...

Estou aguardando sua visita no Blog Santo dos Santos

Em Cristo

Edson Dorna

www.santodosantos.blogspot.com

Anônimo disse...

A Paz do Senhor
Pr Ciro

Excelente texto este, e esclarecedor.Como está escrito, a falta de conhecimentos destrói. Muitas pessoas estão com suas vidas arruinadas, por estas e outras heresias. Conheci pastores que andavam com suas esposas pelas ruas do seu bairro expulsando os demônios da cidade, e "decretando", "determinado" que fossem embora. E decretando que os bairros seriam do Senhor. Amarrando o valente para poderem tomar posse das almas.

E certos pregadores avivalistas, que pregam tudo de Hagin, Benny Hin e companhia, quando são contestados ficam enfurecidos. Como se fossem intocáveis.E usam até os textos da Bíblia que os televangelistas americanos usam para se defenderem: "Não toqueis nos meus ungidos..." Não sabem a quem se referem, e nem interpretam corretamente.

Muitos desses pregadores, já falaram no rádio, para uma grande massa, que não devem ler livros,só a Bíblia.Incentivando as pessoas que continuem na ignorância.Falam que os livros de apologia em que estão inserido seus erros, sejam rasgados, queimados.

A crítica está na constituição brasileira. Podemos criticar, não podemos é ofender.Mas esse tipo de gente, querem estar acima da critica. São os intocáveis, incriticáveis.Triste, muito triste.

E existem muitas pessoas que ainda seguem essa gente como se fossem super-deuses.MAs continuamos a salvar alguns arrebatando-os do fogo.

Abraços

Juber Donizete Gonçalves disse...

Prezado Pr. Ciro,

Seu artigo foi muito esclarecedor. Kenneth Hagin, Benny Hinn e outros do gênero, causaram um dano terrível, com sua teologia de confissão positiva. Me lembro nos fins dos anos 80 e início dos anos 90, quando essas teorias perniciosas foram chegando, chegando e somando adptos em várias denominações. Parabéns pelo artigo.

Pr. Juber
www.juberdonizete.blogspot.com/

Blog do irmão Clébio disse...

A Paz do Senhor, Pr. Ciro Zibordi, confesso que a alguns meses lhe criticava muito, mas depois de ler seus estudos e meditar decidi deixar de buscar na Bíblia respaldo para coisas como "sapateado"(expressão muito comum aqui no nordeste) e "cair na unção", dou glória a Deus por existir um homem como você na Assembléia de Deus, gostaria de propor que o irmão fizesse um estudo sobre a chamada "teoria do intervalo" que diz que entre Gn 1.1 e Gn 1.2 existe um intervalo indefinido de tempo, essa "doutrina" que, ao meu ver, é duvidosa está sendo aceita por muitos assembleianos por ser ensinada por um "grande" pregador brasileiro muito conhecido por sua metamorfose súbita, acho que não precisa dizer o nome dele...
Desde já agradeço pela atenção, meu e-mail é clebiolf@gmail.com.

Estelio disse...

Pr ciro,
louvado seja Deus pelos ensinamentos passados aqui neste artigo. Tem um livro sendo anunciado por um pregador famoso cujo o nome do livro é: "exija seus direitos". Fiz uma critica ao tal livro certa vez a um grupo de irmãos e quase fui apedrejado rss...
Pr, a coisa tá ficando feio. Seremos perseguidos por nossas proprios irmãos e talvez em nossas proprias igreja. Contudo, que o nome do Senhor seja glorificado.

Rafael disse...

Amei seu blog parabéns pela iniciativa, eu já li vários livros dele e não me canso.

posto estrutural disse...

Totalmente sem nexo, seus argumentos, falar mal dos outros é facil, faça o mesmo que fizeram estes homens guiados por Deus e então poderia falar algo sobre, seus textos biblicos não falam nada a respeito do assunto mencionado, em vez de ficar falando mal dos outros pregue a palavra e vá ganhar almas para Cristo.

Anônimo disse...

a sua tese não mim convenceu