terça-feira, 13 de agosto de 2013

Grande mídia, a defensora dos "fracos" e "oprimidos"

Se você estivesse sentado, em uma aeronave, lendo ou vendo fotos da família, por exemplo, e dois ativistas gays ou simpatizantes deles que se dizem heterossexuais — ou sei lá o quê — passassem a provocá-lo, cantando e dançando à sua frente, gritando o seu nome de modo zombeteiro e passando a mão na sua cabeça, qual seria a sua reação? Qualquer pessoa normal se irritaria e, no mínimo, chamaria o comissário de bordo para reclamar. E qualquer comissário de bordo, mesmo sem ser chamado, interviria em uma circunstância como essa.

Entretanto, na sexta-feira passada, um deputado federal e sua assessoria foram hostilizados (e os demais passageiros, importunados) da maneira que eu citei no parágrafo anterior por dois ativistas gays ou simpatizantes deles que se dizem heterossexuais — ou sei lá o quê —, e não houve nenhuma reação! O deputado suportou calado, e os comissários, que costumam ser bem rigorosos, não pediram para os manifestantes "do bem" voltarem para seus assentos. Por quê?

Lendo uma matéria, ontem, à noite, em um dos portais de notícias mais visitados (talvez, o mais visitado), obtive a resposta. A despeito de o deputado não ter esboçado nenhuma reação, ele foi tratado pelo "imparcial" e "coerente" site como o vilão do episódio. Quanto aos dois ativistas gays ou simpatizantes deles que se dizem heterossexuais — ou sei lá o quê —, foram amplamente defendidos e tratados como heróis, como se a atitude inconveniente deles tivesse sido legítima e exemplar. 

Certamente, o deputado federal, que é evangélico, e a companhia aérea não reagiram porque sabem que os tais ativistas gays ou simpatizantes deles que se dizem heterossexuais — ou sei lá o quê — são superprotegidos, sobretudo pela grande mídia. Esta, aliás, não teve compromisso com a verdade, coerência e coragem para fazer uma matéria repudiando o que "vadios" e "vadias" fizeram durante a Jornada Mundial da Juventude: manifestantes quebraram imagens, prenderam crucifixos a suas genitálias, esfregaram-se neles, etc. Mas a mesma grande mídia está de plantão para verberar até contra os pensamentos dos "fundamentalistas" evangélicos... Haja coerência, hein!

Ciro Sanches Zibordi

5 comentários:

Unknown disse...

Quem foi esse site de notícia filho do diabo?

Mateus Emilio Mazzochi disse...

Paz do Senhor pastor Ciro, um dia eu gostaria de descobrir quem é que está tendo uma vantagem, quem está ganhando alguma coisa com toda essa balburdia. Não entendo como se consegue manipular informações, forjar dados e induzir tantas pessoas sem que estas percebam que estão sendo enredadas e usadas em prol de interesses de alguns poucos que ficam nos bastidores somente colhendo os "resultados?". Deus o abençoe.

Professor Érick Freire disse...

Parabéns pastor Ciro Sanches Zibordi, inclusive, além da mídia, o próprio Ministério da Educação pôs sob cheque a naturalidade do sexo na revista pátio, estarei publicando um artigo refutando tal revista, estou pesquisando para isso, para não fazer como eles, falar por empirismo.

Tamar disse...

Acho que é isso que eles chamam de "spin" e é usado normalmente na mídia americana.. Você escrever sobre um fato pelo ângulo que lhe é interessante. Funciona com audiências ignotas. A mídia européia tem mais dificuldade de fazer isso e os meios de comunicação lá tem mais clareza ideológica nas publicações e cada um lê o que gosta.
Um spin interessante feito pela CNN nos atentados de Boston foi arrancar dos mutilados declarações otimistas. Um deles disse que voltaria a dançar!
Acho que é isso que a Bíblia fala de chamar o mal de bem e o bem de mal. Fica a dica.

juvenal mariano oliveira disse...

O nosso país vive um momento de muita confusão e inversão de valores. Toda hora falam que estamos amadurecendo na democracia, mais afinal de contas que democracia é esta? Temos uma mídia extremamente manipuladora, princípios básicos para a sustentação de qualquer sociedade são ignorados, valores éticos e morais invertidos e, olha que isto não tem nada a ver com religião. Se partirmos para uma definição mais abrangente do significado real, de acordo com os dicionários, talvez cheguemos a conclusão que, na verdade, o que se chama de democracia hoje no Brasil, seja "Anarquia". Que Deus tenha misericórdia do nosso país.