segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Minha agenda para setembro a dezembro/2011

SETEMBRO
3-4
Assembleia de Deus em Goiânia-GO
(Pr. João Pereira)
Escola bíblica de obreiros
9-11
Assembleia de Deus em Eldorado do Sul-RS
(Jefferson Nascimento Sezar, coordenador)
Congresso geral
17-18
Assembleia de Deus em Curitiba-PR
(Pr. Wagner Gaby)
Congresso de Escola Dominical

23-25
Assembleia de Deus em Brasília-DF
(Pr. Orcival Pereira Xavier)
III Seminário de Harpa Cristã
OUTUBRO
1-2
Assembleia de Deus de Vila Santo Antonio, em Curitiba-PR
(Pr. Wagner Gaby)
Confraternização de Escola Dominical
7-9
Assembleia de Deus em Novo Hamburgo-RS
(Pr. Valdoir Lima dos Santos)
Escola bíblica de obreiros
10-11
Assembleia de Deus em Natal-RN
(Pr. Raimundo João de Santana)
Semana teológica
21-23
Assembleia de Deus em Cayena-Guiana Francesa
(Pr. Álvaro Pacheco Ribeiro)
Congresso de jovens
29-SábadoAssembleia de Deus de Jardim América, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. José Braz de Araújo)
Aniversário da igreja
NOVEMBRO
4-5
Assembleia de Deus em Belo Horizonte-MG
(Pr. Sérgio Soares da Cruz)
Escola bíblica de obreiros
10-17
Assembleia de Deus em Lisboa-Portugal
(Pr. Eli Felete Domingos)
Congresso geral
18-21
Assembleia de Deus em Genebra-Suíça(Pr. Luiz Dias)
Aniversário da Igreja
24-Quinta-feira
Assembleia de Deus em Manacapuru-AM
(Pr. Jessé Leandro da Silva)
Escola bíblica
DEZEMBRO
3-Sábado
Assembleia de Deus de Cordovil, em Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Aula para professores de Escola Dominical
O Dia de Adoração e Serviço a Deus
10-11
Assembleia de Deus de São Braz, em Curitiba-PR
(Pr. Wagner Gaby)
Congresso de todos os departamentos
15-31
Férias
domingo, 28 de agosto de 2011
Preservando a identidade da Igreja
Subsídios para a lição 9 - PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA
Pr. Ciro Sanches Zibordi
Leitura bíblica: 2 Coríntios 11.3; Atos 20.25-32
Introdução
A lição 9, de 28/8/2011, estimula-nos a perseverarmos naquilo que temos aprendido, mantendo a simplicidade do Evangelho (1 Co 15.1,2; Gl 1.6-8; 2 Co 11.4; Hb 3.14). Daí o comentador ter asseverado, na Verdade Prática: “Só existe um meio de a Igreja de Cristo preservar a sua identidade como a agência por excelência do Reino de Deus: obedecer amorosa e incondicionalmente à Bíblia Sagrada” (Lições Bíblicas do Mestre, CPAD, p.63).
I. O que é a identidade da Igreja
1. O termo “identidade” diz respeito ao “conjunto de características próprias de uma pessoa ou um grupo que possibilitam a sua identificação ou reconhecimento” (idem, p.65).
2. A identidade da Igreja é tríplice:
a) Identidade teológica. A Igreja é diferente das religiões e seitas e do mundo por causa das doutrinas bíblicas que observa, as quais são inegociáveis.
b) Identidade eclesiástica. Diz respeito a ministérios principais e auxiliares, títulos eclesiásticos, administração eclesiástica, liturgia, etc.
c) Identidade consuetudinária. Engloba usos, costumes, práticas, etc.
II. Por que a Igreja deve preservar sua identidade
1. A Igreja é o “sal da terra” (Mt 5.13), o qual é conservador, preservador (1 Tm 6.20; 2 Tm 1.13,14; Ap 2.25). Mas ser conservador, do ponto de vista bíblico, não significa ser extremista, exagerado, fanático ou desequilibrado (Ec 7.16,17; Pv 4.26,27; 2 Tm 1.13,14; 1 Tm 6.20; Ap 2.25; 3.11).
2. Ser conservador não é fazer dos usos e costumes a causa do Evangelho, visto que eles são o seu efeito. Deve-se levar em conta que a verdadeira santificação ocorre a partir do espírito — de dentro para fora (1 Ts 5.23; Mt 23.25,26; Hb 4.12). Preservar a identidade também não é ser legalista ou agir como os fariseus. Estes eram formalistas, regionalistas, ritualistas, nominalistas e endeusavam as obras (Mt 16.6; Mc 8.15; At 11.26; At 15.5,10; Mt 23).
3. Ser conservador é priorizar a sã doutrina (Tt 2.1; 1 Tm 4.16), manter os bons costumes (2 Ts 2.15; 3.6; 1 Co 15.33; Sl 11.3; Ml 1.8; Tg 2.12; Jz 17.6; 21.25) e opor-se à secularização (Rm 12.1,2; Lc 17.26-30; Tg 4.4; 1 Jo 5.19; Is 5.20).
III. O que significa preservar a identidade
1. No sentido geral, como “organismo místico composto por todos os que, pela fé, aceitaram o sacrifício vicário de Cristo” (idem, p.65), a Igreja deve preservar a sã doutrina. No sentido específico, como igreja local, deve preservar a sua história, a sua tradição, etc.
2. “A Igreja, como instituição divina, tem o seu manual de regra e conduta: a Bíblia Sagrada — a Palavra de Deus” (idem). Segue-se que a Igreja deve respeitar o primado da Palavra de Deus, a nossa fonte de autoridade primária, precípua, primacial (1 Pe 1.24,25; 1 Co 4.6). Primado é a condição do que está em primeiro lugar, que tem prioridade, primazia, excelência, preeminência (Gl 1.8; Sl 138.2, ARA; 119.105; Jo 7.17).
3. Fontes secundárias de autoridade:
a) Razão. Não tem o primado porque a fé no que dizem as Escrituras precede a razão (1 Co 2.14,15; Mt 11.25; Sl 25.14). Em boa parte do protestantismo, o racionalismo tem ocupado o centro do palco. Liberalismo e modernismo são termos cunhados para descrever a equivocada insistência no primado da razão.
b) Tradições. A posição oficial e histórica do romanismo, por exemplo, tem sido a de fazer a tradição papal o supremo tribunal de recursos, o que é um erro.
c) Teologia. Esta apresenta o que os teólogos falíveis dizem da inerrante e infalível Palavra de Deus.
d) História da Igreja. Não é a Igreja que determina o que a Bíblia ensina, e sim o inverso.
e) Experiências. O pentecostal que se preza valoriza as experiências e os milagres, mas não os prioriza (2 Co 12.1-4 com 1 Co 15.1-4; Jo 10.41; 1 Co 12.28; Dt 13.1-4; Ap 2.20-22).
4. A lição em apreço contempla também a defesa da fé: “Cada crente deve preservar a doutrina de Cristo, lutando contra as várias distorções e heresias que surgem a cada dia (2 Jo vv.9,10; 1 Tm 6.3-5). A doutrina bíblica não pode ser modificada, substituída ou anulada por supostas revelações, visões e profecias (At 20.27-30; 1 Tm 6.20)” (idem, p.66).
a) A Palavra de Deus alerta quanto a espíritos enganadores (1 Tm 4.1): falsos deuses (Jo 17.3; Sl 95.3; 2 Co 4.4); outro Jesus e outro espírito (2 Co 11.4; At 5.32; Jo 14.17); anjos caídos e demônios (Ap 12.3,4,9; Gl 1.8; Ef 6.12).
b) A Palavra de Deus alerta quanto aos falsificadores da Palavra de Deus (2 Co 2.17): falsos cristos ou anticristos (Mt 24.24a; Mc 13.22a.; 1 Jo 2.18,19; 2 Jo v.7); falsos cientistas (1 Tm 6.20,21; 2 Co 4.4; Sl 10.4); pregadores e mestres falsos (2 Tm 4.1-5; 2 Pe 2.1,2; 3.16); pastores e apóstolos enganadores (2 Co 11.5,13; Ez 34.1-10); falsos adoradores (Mt 15.7-9; Jo 4.23,24); falsos irmãos (2 Co 11.15,24-28; Gl 2.3,4; Tg 1.26; Rm 16.17,18); falsos profetas (Mt 7.15; 24.11,24; Mc 13.22; At 13.6; 2 Pe 2.1; 1 Jo 4.1); milagreiros e ilusionistas (Mt 24.24b; Mc 13.22b; 2 Co 11.13-15).
5. Não devemos desprezar as pregações, os ensinamentos, as profecias, bem como os sinais e prodígios (At 17.11a; 2.13; 1 Co 14.39; 1 Ts 5.19,20). Entretanto, cabe a nós julgá-los (Jo 7.24; At 17.11b; 1 Ts 5.21, ARA; 1 Co 10.15; 14.29; 1 Jo 4.1; Hb 13.9).
6. Os critérios bíblicos para um julgamento segundo a reta justiça:
a) Teste pela Palavra de Deus (At 17.11; Hb 5.12-14).
b) Sintonia do Corpo com a Cabeça (Ef 4.14,15; 1 Co 2.16; 1 Jo 2.20,27; Nm 9.15-22).
c) Dom de discernir os espíritos (1 Co 12.10,11; At 13.6-11; 16.1-18).
d) Bom senso (1 Co 14.33; At 9.10,11).
e) Cumprimento da predição, no caso da profecia (Ez 33.33; Dt 18.21,22; Jr 28.9), se bem que apenas isso não é suficiente para autenticá-la (Dt 13.1,2; Jo 14.23a).
f) Vida do pregador, profeta ou milagreiro (2 Tm 2.20,21; Gl 5.22).
Ciro Sanches Zibordi
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Existem provas de que o homem foi à Lua?
Um dos assuntos que abordo, em meu novo livro, são as teorias da conspiração. E uma das mais conhecidas é a de que o homem jamais esteva na Lua. Quem se contrapõe à histórica viagem ao satélite da Terra, realizada pelos astronautas da Apolo 11 (Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins), em 1969, geralmente afirma que os Estados Unidos teriam viajado a algum lugar da Terra, visto que a bandeira fincada no solo estava tremulando ao vento (imagem acima). Além disso, por que os estadunidenses nunca mais voltaram lá?
Na verdade, a última nave a pousar no solo lunar foi a Apollo 17, em 1972. Depois disso, nenhum voo tripulado teve a Lua como destino. Havia um projeto do governo norte-americano de construir uma base lunar permanente, mas foi engavetado. A NASA (National Aeronautic and Space Administration) argumenta que isso se tornou inviável, financeiramente, depois do término da Guerra Fria e do consequente fim da corrida espacial.
É importante observar que os principais interessados no assunto, os russos, nunca contestaram o feito norte-americano. Ademais, tive o privilégio de visitar, no ano passado, o Museu da Aeronáutica e do Espaço, em Washington, D.C., e comprovar que o homem realmente foi à Lua. Ali estão as provas incontestáveis do feito, as quais eu pude ver e fotografar.
Uma das argumentações mais usadas pelos conspiracionistas, como o escritor Bill Kaysing, que trabalhou em uma empresa que prestou serviços à NASA por ocasião do Projeto Apollo, é a respeito da bandeira fincada na Lua. Como ela poderia estar esticada ou tremulando se ali não havia condições atmosféricas para isso ocorrer?
Leia mais, em Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar, a respeito da histórica viagem à Lua e das teorias da conspiração, além de muitos outros assuntos ligados à volta do Senhor Jesus. Esta, aliás, ao contrário do que asseveram os teólogos liberais, como Jürgen Moltmann, não é uma utopia, e sim a bem-aventurada esperança da Igreja.
Amém?
Ciro Sanches Zibordi
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
NOVIDADE: Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar
No domingo passado, Dia dos Pais, concluí — graças ao Pai celestial — o meu novo livro: Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar. Foram muitas semanas de muito trabalho, em que escrevi, modifiquei, revisei, reescrevi, modifiquei e revisei de novo... Ufa!
Tirei um “grande piano” das minhas costas. Já encaminhei a obra à editora — cujo nome revelarei a posteriori — e agora estou aguardando a sua publicação e o seu lançamento. Todas as informações sobre meu novo livro serão divulgadas primeiramente aqui, no Blog do Ciro.
Peço aos meus queridos leitores e amigos que orem pela continuidade dos meus trabalhos literários. Ainda nesta semana, se Deus quiser, retomo um projeto de livro para o mercado secular. Trata-se de uma obra inspirativa, que estava prevista para o ano passado, mas resolvi pesquisar um pouco mais e entregá-la à editora somente neste ano.
Ciro Sanches Zibordi
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Diálogo com um unicista, por e-mail
PRIMEIRO E-MAIL
— Pastor Ciro, vi em seu blog sobre o batismo em nome de Jesus. Fique sabendo que a Trindade é uma doutrina em que não se encontra na Bíblia, foi criada por homens, por 318 bispos católicos; quando fala em nome, está falando no singular um nome, e não nomes; quando você clama pelo Pai, Ele tem que ter um nome, não é mesmo? Então, esse nome obviamente será Jesus. Leia com cuidado a Palavra de Deus, pois o Diabo quer arrebatar a verdade da sua mente para que não veja a verdade! — disse o unicista.
— É mesmo? Fique sabendo que você está equivocado. A Trindade é uma doutrina bíblica irrefutável. É a unicidade que é herética. Explique-me João 14.16, para início de conversa. Nessa passagem, o próprio Senhor Jesus deixa claro que Ele, o Pai e o Espírito Santo são três Pessoas distintas — respondi.
SEGUNDO E-MAIL
— Joao 10.30: “Eu e o Pai somos UM”. Aqui explica a humanidade perfeita de Cristo. Deus se fez carne e habitou entre nós; Jesus como Homem podia orar; Ele foi submisso ao Pai, pois, quando Ele vier nas nuvens, você verá só um trono, e não três. Olha bem e veja o quanto você está enganado, e que Deus tenha misericórdia da sua vida, pois você se faz semelhante às pessoas do mundo, crendo em uma doutrina sem base que levará muitos à condenação. Jesus é Espírito; Ele estava em carne não podia habitar nos corações das pessoas ainda, pois o Espírito não tem carne e nem ossos.
— Não mude de assunto, meu irmão. Explique-me João 14.16, uma passagem que não deixa dúvidas quanto à tripessoalidade da Deidade — respondi.
TERCEIRO E-MAIL
— A alegação que fazem os defensores desta teoria — pastores e leigos — é de que a palavra “outro” é tradução do termo grego allos, que significa outro de mesma natureza. Segundo eles, como foi Jesus que pronunciou a frase “Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro (allos) Consolador”, e allos significa outro de mesma espécie, Jesus está se referindo a outro ser da mesma espécie que Ele. Sendo Jesus Deus, o Espírito da verdade deve ser um outro Deus diferente de Jesus, um outro Deus? Responda!
— Sim, o termo que aparece é allos, e não heteros, pois o Pai é o Consolador, Jesus é o Consolador e o Espírito é outro Consolador. Três Pessoas da mesma natureza e essência que formam um só Deus! Tripessoalidade na Divindade, e não triteísmo (três Deuses). Agora, me explique João 14.16. Não fuja da pergunta. Jesus estava olhando para um espelho e dizendo: “Eu rogarei ao Pai [que sou eu mesmo], para que Ele [que sou eu mesmo] vos envie outro Consolador [que sou eu mesmo]”? Estude a Palavra, meu irmão, sob a iluminação do Espírito, pois o Senhor Jesus nunca mentiu. Abandone os ensinos desses que dizem ter a “voz da verdade”.
QUARTO E-MAIL
— Última vez que eu vou lhe dizer: que Deus tenha misericórdia de você e o abençoe!
— Acorde! Ainda há tempo de aprender a Palavra de Deus e deixar o herético e blasfemo movimento unicista. E lembre--se: um único versículo, João 14.16, é o bastante para refutar a herética doutrina da unicidade.
QUINTO E-MAIL
— A palavra “Trindade” existe em sua Bíblia? Verifique de Gênesis a Apocalipse. Não existem três tronos, e sim um só. Em Mateus 28.19, o Senhor Jesus falou em parábolas, dando uma ordenança para batizar... Em Lucas 24.45-49, Ele disse que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados. Pedro, em Atos 2.38, com autoridade responde: “arrependei-vos, e cada um de vos seja batizado em nome de Jesus Cristo”. Sabe por que Pedro e a igreja primitiva realizaram o batismo em nome de Jesus? Que Jesus Cristo lhe revele o batismo da unicidade! Ah, não se esqueça de procurar a palavra “Trindade” em sua Bíblia — provocou-me o unicista.
— Eu também lhe faço outra pergunta: As palavras “unicismo”, “unicista” ou “unicidade” aparecem na sua Bíblia? Verifique entre Gênesis a Apocalipse. Mas, antes de falarmos sobre o batismo, de modo mais amplo, insisto: explique-me o texto de João 14.16. Ah, e não se esqueça de procurar o termo “unicidade” em sua Bíblia — respondi-lhe, também com uma pequena provocação.
ÚLTIMO E-MAIL
— Em relação a João 14.16, Jesus em João 8.56-59 declara aos judeus que é Deus. Em João 10.30 e 17.11 diz que Ele e o Pai são um. Em João 14.6-10 Ele disse: “Ninguém vem ao Pai senão por mim” e “estou há tanto tempo convosco”. Em Atos 20.28 está escrito: “Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constitui bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com o seu próprio sangue”. Em Judas vv.1-4 está escrito que Deus é o único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo. Em 1 João 5.20 vemos que Jesus é o verdadeiro Deus. A unicidade está clara nos textos citados. Em João 1.1 quem era o Verbo?
— Caro irmão, eu sei que a estratégia dos unicistas (esta palavra não está na Bíblia!), adeptos da unicidade (este vocábulo também não aparece nas Escrituras!) e partidários do unicismo (este termo também não consta da Bíblia!), é citar várias referências bíblicas fora de contexto… Bem, a fim de não dificultar a nossa conversa, seria interessante o irmão explicar-me somente o texto de João 14.16. O que significa a Pessoa divina do Deus Filho pedir a Ele mesmo que envie ao mundo Ele mesmo, sendo que Ele mesmo já estava no mundo? E, se Ele já estava no mundo, e Ele é uma única Pessoa (como o irmão explicou), por que faria um pedido para si mesmo? Em contrapartida, eu me comprometo a responder às questões anteriores, principalmente as ligadas ao batismo. Já lhe adianto, entretanto, que “em nome”, em Mateus 28.19, tem função distributiva, denotando que engloba os três nomes das Pessoas da Trindade. Aguardo sua resposta, a fim de prosseguirmos a nossa amigável conversa — concluí.
Aguardando a resposta quanto João 14.16 por parte de qualquer adepto da unicidade... Mas, quanto ao argumento recorrente dos unicistas de que no Céu não haverá três tronos, o certo é que Jesus está assentado à direita do Pai (Cl 3.1,2) e ficou em pé quando Estêvão foi apedrejado (At 7.55). Será que Deus Filho está sentado no chão? Os unicistas precisam estudar o Evangelho Segundo João e Apocalipse, para descobrirem que o Deus Filho está assentado no trono, à destra do Deus Pai.
Finalmente, os unicistas alegam que Jesus nunca é chamado de Deus Filho, textualmente. Ora, chamar o Senhor Jesus de Deus Filho decorre de coerência. Afinal, o título Deus Pai seria desnecessário se não houvesse o Deus Filho. A título de exemplo, muitos se referem aos ex-presidentes Bush, dos Estados Unidos, como pai e filho, a fim de distingui-los. Ademais, o próprio Deus Pai chama o Senhor Jesus de Deus (Hb 1.8).
Ciro Sanches Zibordi
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Resposta a um leitor a respeito da relação entre amor e verdade
O amado irmão Oseias Balzaretti, ao ler a minha Resposta a um leitor sobre a Trindade, protestou:
Pastor Ciro, o que os cristãos não conseguem entender é que tudo o que se diga acerca de Deus está em Jesus; e esse é o ponto mais difícil de se conceber: Deus em Cristo reconciliando todas as coisas. Não é de hoje que a unidade de Deus causa fortíssimas enxaquecas nas cabecinhas duras dos teólogos. Ário teria muito à nos dizer; muito mais teria ainda seu oponente Atanásio, que “atanazou” os coitados dos arianos (não sou ariano, nem atanasiano...).
Gente, será difícil firmar nossa fé unicamente no que a pessoa Humana de Jesus nos deixou como “doutrina”? Sim, pois se O seguirmos em verdade, haverá motivo para querermos saber sobre do que é composta a Triunidade de Deus? Seja trinitário confesso e viva sem amor, e depois veja no que isso resulta! (O mesmo vale para os unicistas). É que o Evangelho de Jesus é simples, portanto dispensa tais divagações “teológicas” aparentemente embelezadas com o belo termo chamado de ortodoxia, porém destituídas daquele Amor, cuja substância não se interessa em saber sobre os mistérios e particularidades que só pertecem ao Altíssimo.
Pelo amor de Deus, gente, não haverá fim essa luta entre arianos e trinitários, pois ambos navegam no mesmo barco filosófico/teológico/racional, e cada um irá tentar convencer o outro de que a sua “teologia” é a correta, ad infinitum. E mais, em cada uma das partes haverá argumentos ricamente embasados na lógica e na razão, e, principalmente na Bíblia. Sim, pois os séculos de história da igreja nos mostram que há coerência em ambos os pressupostos. Enquanto não se reconhecer que é na Humanidade plena de Jesus que se encontra enraizada a verdadeira “doutrina”, haverá ainda muito “pano pra manga...”
Minha resposta:
Prezado irmão Oseias Balzaretti, a paz do Senhor.
Com todo o respeito — o irmão sabe que sou sincero e não falo por mal —, foi por causa de concepções relativistas como as suas que surgiram seitas pseudocristãs como Testemunhas de Jeová e Mormonismo. Ou o irmão acredita também que as tais são apenas comunidades que reúnem pessoas salvas em Cristo que pensam de modo diferente? A primeira nega a divindade de Jesus. E os mórmons confundem-no com o arcanjo Miguel.
Sinceramente, penso que o irmão entrou por um caminho complicado. Defender a sã doutrina, à luz da Bíblia, não é coisa de teólogos “cabecinhas duras”, e sim de pessoas espirituais (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21), que prezam a Palavra de Deus (At 17.11). Lembre-se de que somos estimulados pela própria Bíblia a ter cuidado da sã doutrina e a permanecer nela (1 Tm 4.16; 1 Co 15.1,2; 2 Co 11.3,4; 1 Tm 6.3,4). Paulo deve ter sido um grande “cabeça dura”. Mas mandou-nos ser seus imitadores, assim como ele o foi de Cristo (1 Co 11.1).
Se — como o irmão falou — não há necessidade de sabermos de que é composta a triunidade de Deus, segue-se que russelitas, mórmons, espíritas kardecistas, católicos, evangélicos, etc., a despeito de possuírem concepções diferentes a respeito de Jesus Cristo, visto que “o seguem” (cada um à sua maneira, mas em amor, supõe-se), então todos estarão no mesmo bojo?!
Penso que, se o amor é prioritário, em detrimento da verdade, podemos afirmar que as pessoas que dizem amar a Jesus estão todas corretas. Nesse caso, haveria salvos em todas as seitas, mesmo que não obedeçam à sã doutrina. Entretanto, por que o Senhor Jesus nos mandou entrar pela porta estreita (Mt 7.13,14)? E por que Ele mesmo afirmou: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra”, em João 14.23?
À luz da Bíblia, o amor não substitui a verdade, tampouco sobrepuja a sã doutrina. Muitos pensam que tolerar a heresia em nome do amor é o melhor caminho. Mas o Senhor Jesus ensinou que, se alguém o ama, guardará a sua Palavra!
Um cristão que apela para o “amor” e, ao mesmo tempo, é relaxado com a sã doutrina é um cristão (cristão?) que não entendeu o que é o cristianismo. O próprio Senhor Jesus — e não os apologistas de plantão nem os teólogos “cabecinhas duras” — repreendeu os pastores que não tinham preservavam a sã doutrina (Ap 2-3). Ele também, ao andar na terra, disse: “Acautelai-vos” (Mt 7.15). Do que, mesmo? Leia todo o capítulo ou pelos menos os versículos 15 a 23.
Amar não é uma boa justificativa para abrir mão da verdade. Amar não é tolerar a heresia. Quem ama o Senhor deve se submeter aos seus mandamentos e princípios, pois amá-lo implica fidelidade à Palavra. Como eu já disse, em outro artigo, o amor sem a verdade é fraco e sem influência. Já a verdade sem o amor é rígida demais, sem misericórdia.
Se o amor anulasse a verdade e nos obrigasse a tolerar heresias como o unicismo, como deveríamos entender as seguintes palavras do Senhor: “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; para que não as pisem e, voltando-se, vos despedacem” (Mt 7.6)?
O teólogo “cabecinha dura” que se preza segue a verdade em amor e cresce em tudo naquEle que é a cabeça, Cristo (Ef 4.14,15). O cristão fiel rende-se à Palavra de Deus. Defender a doutrina da Trindade não significa participar de uma luta entre trinitários e arianos, como o irmão afirmou. Denota, antes, defender o Evangelho (Fp 1.16), haja o que houver.
Sei que a maioria dos unicistas me considerará persona non grata. Mas a minha esperança é de que alguns (ou pelo menos um) deles se curvem à inerrante e infalível Palavra de Deus. Afinal, não haverá argumentos convincentes, “ricamente embasados”, para quem se opõe à Palavra de Deus e ao Deus da Palavra.
A Trindade é uma doutrina inegociável, não porque os teólogos dizem isso. São as próprias Escrituras que confirmam que a Deidade é formada por três Pessoas distintas. E quem nega isso, mesmo que ame a Jesus, embarcou em uma canoa furada, à luz do que Ele mesmo ensinou em João 14.23.
Com amor e em verdade,
Ciro Sanches Zibordi
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Resposta a um leitor sobre a Trindade
Ao ler o artigo É possível negar a Trindade sem rejeitar a Palavra de Deus e o Deus da Palavra?, o irmão David Sousa me fez a seguinte pergunta:
“Eu tenho um pensamento mais ou menos assim: não necessariamente Deus é formado de exatamente três pessoas, mas Ele se manifestou a nós [até agora] de três maneiras diferentes. É claro que o 3 não é um número aleatório, tem um valor simbólico, mas se Ele quisesse teria o poder de criar mais múltiplas manifestações dEle mesmo. Acho que não há nenhum motivo bíblico para ir contra essa posição. O que você acha, pastor Ciro? Abraços. Paz de Cristo.”
Minha resposta:
Caro irmão David Sousa, a paz do Senhor.
À luz da Bíblia, a Palavra de Deus, afirmo o seguinte, com total convicção:
1) A Deidade é composta de três Pessoas. O Deus Pai é uma Pessoa. O Deus Filho é uma Pessoa. O Deus Espírito Santo é uma Pessoa.
2) Trindade denota tripessoalidade, e não triteísmo, haja vista as três Pessoas formarem um único Deus, e não três Deuses.
3) Cada Pessoa da Trindade é Deus. O Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus.
4) Se a nossa mente limitada não consegue alcançar o que está escrito nos pontos 1 a 3, acima, isso é um problema exclusivamente nosso. Por quê? Porque, a rigor, não precisamos compreender as doutrinas bíblicas para que elas se tornem verdadeiras. Elas simplesmente são verdadeiras porque emanam do único Deus verdadeiro.
5) Como as doutrinas bíblicas são verdadeiras haja o que houver (Gl 1.8), mesmo quando não as entendemos, precisamos ter em mente que a fé na Palavra de Deus e a unção do Espírito Santo devem preceder a nossa limitada razão (1 Co 2.14-16; 1 Jo 2.20).
6) Segue-se, ainda, que o estudioso das doutrinas bíblicas precisa ter a Bíblia como a sua fonte primária de autoridade.
7) Outras fontes de autoridade, como a razão, a própria teologia, a tradição, as experiências, etc. são todas fontes importantes, mas secundárias.
8) Em abono a tudo o que está escrito acima, a respeito da doutrina da Trindade, não citarei muitas passagens bíblicas. Apenas uma é necessária: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16).
9) O Senhor Jesus rogou ao Pai, que é uma Pessoa, pois ninguém roga à sua própria manifestação. Se as três Pessoas fossem três manifestações diferentes da Deidade, como deveríamos entender o texto citado? Se Jesus não se referiu ao Pai e ao Espírito como Pessoas, então deveríamos interpretar assim as suas palavras: “Eu rogarei ao Pai [que sou eu mesmo], para que Ele [que sou em mesmo] vos envie outro Consolador [que sou eu mesmo]”.
10) Por conseguinte, no estudo das doutrinas bíblicas, ter fé no que está escrito nas Escrituras é muito mais prioritário que o exercício da filosofia. O grande erro dos unicistas e de outros movimentos que não aceitam a doutrina da Trindade (e até zombam dela, blasfemando contra Deus) é priorizar as suas próprias elucubrações, em detrimento do que dizem as Sagradas Escrituras (cf. 1 Co 4.6; 15.1-4).
Que graça do Deus Filho, o amor do Deus Pai e a comunhão do Deus Espírito Santo seja com todos!
Ciro Sanches Zibordi
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
É possível negar a Trindade sem rejeitar a Palavra de Deus e o Deus da Palavra?
Continua crescendo o número de cristãos (cristãos?) que se dizem contrários à doutrina da Trindade. Seria possível alguém negar essa doutrina sem rejeitar a Palavra de Deus e o Deus da Palavra? Alguém pode ser cristão e, ao mesmo tempo, oponente da Trindade?
A doutrina da Trindade é uma das mais atacadas por movimentos pseudocristãos, dentre eles os unicistas. E, no Brasil, eles têm sido bastante convincentes na propagação de suas heresias antitrinitárias, principalmente por receberem o apoio de pastores, pregadores, cantores e líderes de louvor frouxos, sem compromisso com a sã doutrina, que valorizam as belas melodias de um famoso conjunto que diz ter a “voz da verdade”, ignorando a voz do Bom Pastor (Jo 10.27), a qual não poderá ser ignorada naquele grande Dia (Mt 7.21-23).
Viajo muito pelo Brasil e vejo que várias pessoas desavisadas, não somente apreciam os “louvores” aparentemente cristocêntricos do aludido conjunto, como também não valorizam muito a Trindade. Agem como se ela não fosse uma doutrina fundamental e inegociável.
Ora, Deus é uno e, ao mesmo tempo, triúno (Gn 1.1,26; 3.22; 11.7; Dt 6.4; 1 Jo 5.7). O Pai, o Filho e o Espírito são três divinas e distintas Pessoas. Ou seja, a Trindade implica tripessoalidade, e não triteísmo. E essa verdade contida nas Escrituras, a despeito de transcender a razão humana, deve ser aceita alegremente, pela fé, por toda pessoa que se diz cristã (1 Tm 4.6).
As três divinas Pessoas da Trindade são coeternas e iguais entre si. Mas, em suas operações concernentes à criação e à redenção, Deus, o Pai, planejou a criação de tudo (Ef 3.9); Deus, o Filho, executou o plano, criando (Jo 1.3; Cl 1.16; Hb 1.2; 11.3); e Deus, o Espírito Santo, vivificou, ordenou, pôs tudo, todo o universo, em ação: desde a partícula infinitesimal e invisível até ao super-macroscópico objeto existente (Jó 33.4; Jo 6.63; Gl 6.8; Sl 33.6; Tt 3.5). Ou seja, o Pai domina, o Filho realiza, e o Espírito Santo vivifica, preserva e sustenta.
Na redenção da humanidade, o Pai planejou a salvação, no céu (Jo 3.16; Gl 4.4,5); o Filho consumou-a, na terra (Jo 17.4,5; 19.30); e o Espírito Santo realiza e aplica essa tão grande salvação à pessoa humana (Jo 16.8-11; Tt 3.5). Contudo, num exame cuidadoso da Bíblia, vemos que, em qualquer desses atos divinos, as três Pessoas da Trindade estão presentes (cf. 2 Co 5.19; Jo 14.23; 16.23, etc.).
Uma tentativa de definição do trino Deus é: Deus Pai é a plenitude da divindade invisível (Jo 1.18); Deus Filho é a plenitude da divindade manifesta (Jo 1.1-17); Deus Espírito Santo é a plenitude da divindade operando na criatura (1 Co 2.12-16).
Para os sentidos físicos do homem, por condescendência de Deus, vemos as três Pessoas da Trindade no batismo de Jesus. O Pai eterno falou do céu, o Espírito Santo desceu em forma visível de pomba, e o Filho estava sendo batizado no rio Jordão, para cumprir toda a justiça (Mt 3.16,17). Daí a fórmula batismal deixada por Jesus mencionar a tripessoalidade divina (Mt 28.19 [aqui, o termo “nome” não é mencionado três vezes porque tem função distributiva]).
É claro que a Trindade é um mistério para nós. Se a unidade composta do homem — espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23) — continua como um fato inexplicável para a ciência e para os homens mais sábios e santos, quanto mais a triunidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Mas o fato de não a compreendermos jamais deveria ser um motivo para a rejeitarmos! Afinal, as coisas espirituais se discernem espiritualmente (1 Co 2.15). E nós, que temos a mente de Cristo (v.16), devemos discernir bem tudo.
Em Cristo,
Ciro Sanches Zibordi
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Para Lucas 16.9 a minha resposta — por enquanto — é “não sei”
Por causa dos meus trabalhos literários — que estão com os prazos “estourados” —, não tenho podido escrever artigos para este blog. Mas resolvi abrir um parêntese para compartilhar uma experiência que pode ser útil a quem, ao ministrar a Palavra de Deus, é “bombardeado” com perguntas difíceis.
Recentemente, fui obrigado a dizer “não sei” a uma pergunta, diante de um grande auditório. Às vezes, ficamos decepcionados por não atendermos às expectativas dos que nos indagam, e há casos em que até, constrangidos, pedimos um tempo para dar uma resposta melhor. Entretanto, o que fazer quando estamos diante de uma questão que nem os eruditos têm conseguido responder?
Durante a IX EBORN — Escola Bíblica do Oeste do Rio Grande do Norte —, realizada pela Assembleia de Deus em Mossoró, no Rio Grande do Norte, presidida pelo pastor e amigo Martim Alves, este me pediu que dedicasse uns trinta minutos para responder a qualquer tipo de pergunta do auditório. Aceitei o desafio, respondendo a várias perguntas, todas muito difíceis. Mas a uma delas tive de responder: “não sei”. E não me arrependo de ter feito isso.
A pergunta foi a respeito de Lucas 16.9. Como não me lembrava do conteúdo dessa passagem, resolvi lê-la diante de todos: “E eu vos digo: granjeai amigos com as riquezas da injustiça, para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos”. Na medida em que lia o texto, pedia graça a Deus, em espírito, para que eu pudesse responder a essa dificílima pergunta.
Confesso que, ao chegar à minha casa, inconformado, voltei a consultar vários comentários a respeito de Lucas 16, mas nenhum deles me convenceu quanto a real significação das palavras contidas no versículo 9. Só encontrei especulações. Também tornei a ler e reler essa passagem, em grego, juntamente com o seu contexto, comparando várias traduções, em outros idiomas, e não cheguei a uma conclusão segura.
A melhor resposta para o aludido versículo, a qual, aliás, citei na escola bíblica de Mossoró-RN — juntamente com o meu “não sei” — foi a que está contida na primorosa obra A Bíblia Através dos Séculos, do mestre Antonio Gilberto: “Lucas 16.9. Esta é de fato uma dificuldade bíblica, que, pelo menos o autor [Antonio Gilberto] não sabe explicar. A leitura em grego leva para a forma interrogativa. Isso pode ajudar a resolver a dificuldade” (CPAD, p.195).
Reconheço que não há dificuldade em compreender o que Jesus quis ensinar em Lucas 16. O problema está nas especificidades do versículo 9, as quais, até hoje, nenhum erudito conseguiu elucidar com clareza. Continuarei estudando o assunto para, futuramente, apresentar a minha modesta contribuição, sempre tendo em mente que as coisas encobertas pertencem ao Senhor (Dt 29.29).
Ciro Sanches Zibordi
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Minha agenda para março a agosto/2011
MARÇO
2-8
Campina Grande-PB
XIII VINACC
19-20
Assembleia de Deus em Cariacica-ES
21-22
Assembleia de Deus em São Paulo-SP
(Pr. José Severino Gomes)
Congresso de jovens
18-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso
25-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso
26-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto do amigo
JULHO
2-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso
7-Quinta-feira
CONFÉ (Conferências de Fé) em Bragança-PA
(Pr. Rubenilson Glória)
Escola bíblica para pastores e líderes
9-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso
12-22
Período dedicado à família
30-Sábado
Assembleia de Deus em Mossoró-RN
(Pr. Martim Alves)
Escola bíblica de obreiros
AGOSTO
5-7
Assembleia de Deus em Pirassununga-SP
(Pb. Isaías, coordenador do evento)
Seminário de EBD
12-14
Evento da FAEST, em Lages-SC
(Pr. Israel Boniek Gonçalves)
Escola bíblica
21-31
Assembleia de Deus em Newark-NJ-USA
(Pr. José Lopes)
Escola bíblica
2-8Campina Grande-PB
XIII VINACC
19-20
Assembleia de Deus em Cariacica-ES
(Pr. Renato Teixeira Brum)
Escola bíblica de obreiros
25-27
Assembleia de Deus em Caxias do Sul-RS
(Pr. Ruben Johannes Lundgren)
Seminário de Escola Dominical
28-Segunda-feira
Gramado e Canela-RS
Dia dedicado à família
30-Quarta-feira
Centro Evangelístico Internacional de Icaraí, em Niterói-RJ
(Pr. Custódio Rangel)
Palestra para líderes
ABRIL
1-3
Assembleia de Deus em Vila Velha-ES
(Pr. Oscar Domingos de Moura)
Escola bíblica de obreiros
9-10
Assembleia de Deus em Curitiba-PR
(Pr. Wagner Gaby)
Conferêcia Anual do Curso Ensinai
16-17
Assembleia de Deus em Itapema-SC
(Pr. Pedro Sebastião de Souza)
Congresso de jovens (25 anos)
20-21
São Paulo-SP
Compromissos profissionais e familiares
22-24
Assembleia de Deus em Brasília-DF
(Pr. Orcival Pereira Xavier)
Escola bíblica de obreiros
MAIO
1-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor
14-15
Assembleia de Deus em Porto Seguro-BA
(Coord. Ir. Delma)
Congresso do círculo de oraçãos
Escola bíblica de obreiros
25-27
Assembleia de Deus em Caxias do Sul-RS
(Pr. Ruben Johannes Lundgren)
Seminário de Escola Dominical
28-Segunda-feira
Gramado e Canela-RS
Dia dedicado à família
30-Quarta-feiraCentro Evangelístico Internacional de Icaraí, em Niterói-RJ
(Pr. Custódio Rangel)
Palestra para líderes
ABRIL
1-3
Assembleia de Deus em Vila Velha-ES
(Pr. Oscar Domingos de Moura)
Escola bíblica de obreiros
9-10
Assembleia de Deus em Curitiba-PR
(Pr. Wagner Gaby)
Conferêcia Anual do Curso Ensinai
16-17
Assembleia de Deus em Itapema-SC
(Pr. Pedro Sebastião de Souza)Congresso de jovens (25 anos)
20-21
São Paulo-SP
Compromissos profissionais e familiares
22-24
Assembleia de Deus em Brasília-DF
(Pr. Orcival Pereira Xavier)
Escola bíblica de obreiros
MAIO
1-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor
14-15Assembleia de Deus em Porto Seguro-BA
(Coord. Ir. Delma)
Congresso do círculo de oraçãos
21-22
Assembleia de Deus em São Paulo-SP
(Pr. José Severino Gomes)
Congresso de jovens
JUNHO
5-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor
11-12
Assembleia de Deus Região de Guarani, em Belo Horizonte-MG
(Pr. Moisés Silvestre)
Escola bíblica
5-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Ceia do Senhor
11-12
Assembleia de Deus Região de Guarani, em Belo Horizonte-MG
(Pr. Moisés Silvestre)
Escola bíblica
18-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso25-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso
26-Domingo
Assembleia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. Francisco José da Silva)
Culto do amigo
JULHO
2-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso
7-Quinta-feira
CONFÉ (Conferências de Fé) em Bragança-PA
(Pr. Rubenilson Glória)
Escola bíblica para pastores e líderes
9-Sábado
Rio de Janeiro-RJ
Compromisso profissional/curso
12-22
Período dedicado à família
22-Sexta-feira
Assembleia de Deus de Pendotiba, em Niterói-RJ
(Pr. José Marinaldo Rodrigues)
Congresso de homens
Assembleia de Deus de Pendotiba, em Niterói-RJ
(Pr. José Marinaldo Rodrigues)
Congresso de homens
29-Sexta-feira
Assembleia de Deus do Parque Amorim, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. José Ribamar Ribeiro)
Escola bíblica de obreiros
Assembleia de Deus do Parque Amorim, no Rio de Janeiro-RJ
(Pr. José Ribamar Ribeiro)
Escola bíblica de obreiros
30-Sábado
Assembleia de Deus em Mossoró-RN
(Pr. Martim Alves)
Escola bíblica de obreiros
AGOSTO
5-7
Assembleia de Deus em Pirassununga-SP
(Pb. Isaías, coordenador do evento)
Seminário de EBD
12-14
Evento da FAEST, em Lages-SC
(Pr. Israel Boniek Gonçalves)
Escola bíblica
21-31
Assembleia de Deus em Newark-NJ-USA
(Pr. José Lopes)
Escola bíblica
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