Há momentos que realmente alegram o nosso coração e marcam a nossa vida para sempre! As fotos abaixo são do maravilhoso almoço que o amabilíssimo casal de amigos, cantora Talita Pagliarin e pastor Alexis Rodrigo, bem como sua linda filha Ana Vitória, ofereceram a mim e minha esposa no dia 29 de dezembro (quarta-feira), em um restaurante muito especial, localizado na belíssima Avenida Paulista, em São Paulo-SP.
Este escritor posa com os CDs Recomeço e Mais que o ar, de Talita Pagliarin.
Cantora Talita Pagliarin oferece os mencionados CDs a este escritor e sua esposa. Momento muito especial.
Da esquerda para a direita, minha amada esposa Luciana, este escritor, o pastor Alexis Rodrigo e sua digníssima esposa, a cantora Talita Pagliarin. Observe que ela mal conseguia segurar os meus livros, de tanta emoção! :) Eu é que estava emocionado com a presença deles! Risos...
Este escritor autografando o livro Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar para o querido pastor e amigo Alexis Rodrigo, da Igreja Paz & Vida. Que honra para mim! ;)
Luciana, este escritor, a cantora e verdadeira celebridade (risos) Talita Pagliarin (tentando segurar os meus livros) e a doçura Ana Vitória. Que pena que a Julinha não pôde estar lá conosco... Mas creio que Deus preparará outras oportunidades para estarmos juntos.
Veja nos vídeos abaixo duas mensagens contrárias ao falso evangelho triunfalista e antropocêntrico, apresentadas por dois expoentes, o pastor Silas Malafaia e este editor de blog. Se você ainda não aprendeu que o verdadeiro Evangelho é cristocêntrico (1 Co 2.1-5; At 2.22-36), aproveite esta oportunidade que Deus lhe concede antes que o show pirotécnico da virada comece...
No domingo passado, por graça de Deus, participei da última Escola Bíblica Dominical do ano, na Assembleia de Deus em Jandira-SP, liderada pelo pastor e amigo Héber Ribeiro. Fiz um resumo abrangendo as treze lições, dando ênfase à última. Gosto da EBD e tenho uma grande dívida com essa instituição que transcende e precede a quase-centenária Assembleia de Deus. Foi na EBD que, ainda criança, aprendi a apreender a sã doutrina em meu coração.
Ao me despedir dos irmãos, na mencionada igreja, agradeci ao obreiro que me ajudou com a venda dos livros de minha autoria que sempre me acompanham, e ele me disse: “Conheço um irmão do Ceará que o ama muito, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente. Ele lê os seus livros. Ontem foi o seu aniversário. Depois vou ligar para ele, a fim de avisar-lhe que estive com o senhor”. E eu lhe respondi: “Por que o irmão não liga agora para ele? Gostaria muito de lhe dar os parabéns”.
Falei com o leitor cearense pelo celular, e ele ficou imensamente feliz. Ganhei o dia! E aproveito para lhe dar uma palavra de incentivo, caro internauta. Quando você estiver sendo hostilizado por alguns irmãos (irmãos?) invejosos ou maldizentes, lembre-se de que há muito mais pessoas que se importam com você! E mais: não se esqueça de que o Senhor Jesus, o melhor amigo, está sempre ao seu lado. Glória a Deus!
Bem, voltando à Escola Dominical, no primeiro trimestre de 2011 a revista da CPAD traz um ótimo estudo sobre o livro de Atos dos Apóstolos, também conhecido como Atos do Espírito Santo. Esse segundo título é valido e aplicável em razão de os servos de Deus da igreja primitiva terem feito a obra do Senhor sob a influência direta do poder dinâmico do Espírito (At 1.8; 4.31).
Atos dos Apóstolos é um livro maravilhoso. Ele possui 28 capítulos, mas não tem uma conclusão, haja vista a obra da Igreja de Cristo ainda não ter acabado. A gloriosa obra redentora do Senhor Jesus — a qual envolve encarnação, morte e ressurreição — já foi concluída. Cabe a nós, membros da Universal Assembleia, a Igreja do Senhor, independenemente da denominação à qual pertençamos, cumprir a Grande Comissão (Ap 28.19; Mc 16.15).
Para quem não sabe, 2011 é o primeiro ano da segunda década (2011-2020) do primeiro século (2001-2100) do terceiro milênio (2001-3000). Ufa! Que continuemos nesse novo ano a fazer a obra que Deus nos outorgou. Mas façamos isso seguindo o modelo da igreja de Atos dos Apóstolos, e não os atos das igrejas de “apóstolos”.
E lembre-se: Para ter um 2011 especial frequente a Escola Bíblica Dominical!
Há alguns anos, eu e as minhas meninas cumprimos um “ritual” no fim de dezembro. Passamos o dia 24 juntos em Niterói, Rio de Janeiro, e aproveitamos para glorificar a Deus pelos seus feitos. Também comemos muita rabanada e outras delícias desse período do ano... No dia seguinte, bem cedo, viajamos para São Paulo, a fim de nos reunirmos com a nossa família. Fazemos isso em razão de as passagens aéreas, no considerado dia de Natal (25 de dezembro), serem mais baratas e — principalmente — porque os aeroportos estão relativamente tranquilos.
Aproveito essa oportunidade para desejar aos meus seguidores do Blog do Ciro e do Twitter, e aos amigos do Facebook e do Orkut, bem como às suas famílias, um Feliz Natal na presença do Senhor Jesus! Para nós, o dia 25 de dezembro não tem relação com Papai Noel e árvore de Natal, tampouco representa o dia exato do nascimento do Salvador. Entretanto, sabemos que o termo “Natal”, com ene maiúsculo no começo, designa o nascimento glorioso do Deus-Homem.
O conhecimento que temos, por graça de Deus, a respeito do verdadeiro Natal, torna o nosso “Feliz Natal” muito mais significativo que o das pessoas não-salvas. Por isso, aproveitemos essa época em que se fala tanto de Natal para desejarmos a todos um Feliz Natal e, principalmente, mostrarmos ao mundo o real sentido da encarnação do Senhor Jesus Cristo.
Outrossim, convido os queridos irmãos residentes em Jandira, Barueri, Osasco e São Paulo a participarem da última Escola Bíblica Dominical do ano, na Assembleia de Deus em Jandira-SP, pastoreada pelo meu amigo Héber Ribeiro. No próximo domingo, pela manhã, ministrarei ali, se Deus quiser, a Palavra do Senhor e apresentarei uma síntese a respeito do ministério da oração e o poder daquEle que ouve as nossas orações. Afinal, não existe “oração forte” ou “oração poderosa”. Poderoso é o Senhor, que ouve o nosso clamor!
Acabei de conversar com o Papai Noel pelo MSN! Acredite. Tentei o contato, inicialmente, por telemóvel (como dizem os portugueses), mas o “Bom Velhinho” não atende ao celular de jeito nenhum. Tentei contato por telefone fixo, Twitter, Facebook, Orkut... Depois de muita insistência, consegui falar com um dos seus duendes assessores e agendei quinze minutos de conversa pela Internet.
Noel, que está no Pólo Norte se preparando para visitar bilhões de residências em todo o mundo, a partir da meia-noite do dia 25 de dezembro, fez declarações surpreendentes, bombásticas, nesta entrevista exclusiva. Acompanhe.
Blog do Ciro: Grande Papai Noel, que prazer falar com o senhor! Tudo bem? Em primeiro lugar, como devo chamá-lo?
Papai Noel: Ho, ho, ho! Feliz Natal! Gosto muito dos brasileiros! Eles não são como os alemães, que querem me trocar por São Nicolau... Em Portugal, eu sou o Pai Natal. Nos Estados Unidos, o Santa Claus. Aí no Brasil, a maioria dos meus seguidores me chama de Noel mesmo. Mas também gosto muito de ser chamado de Bom Velhinho.
Blog do Ciro: Ah, sim, Bom Velhinho... Noto que o senhor é bem diferente do Aniversariante, o Senhor Jesus, que — inexplicavelmente — é esquecido nesses dias de festas natalinas. Ele, quando veio ao mundo, foi chamado por um rapaz de bom, e disse que bom era Deus, dando toda a glória para o seu Pai...
Papai Noel: Em primeiro lugar, para que continuemos a conversar, meu filho, me poupe dessas comparações, pois muitos gostam de me criticar nessa época. Já me falaram até que a pessoa citada — prefiro não mencionar o seu nome — é o verdadeiro Aniversariante e tem o melhor presente, só porque declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida”. Por favor, não me compare com Ele. Eu sou bom porque faço a alegria das crianças, e elas me adoram! E não são apenas elas que me adoram. Aliás, os meus principais adoradores são os adultos!
Blog do Ciro: Desculpe-me da interrupção, mas, e as crianças miseráveis do continente africano, do Brasil... O que o senhor tem feito por elas?
Papai Noel: Ho, ho, ho! Você acha que eu tenho tempo para os pobres? Não sou como certo Belemita, que viveu numa pobre cidade chamada Nazaré e tinha prazer em ajudar os pobres. Eu até fico penalizado com as crianças pobres, pois elas acreditam mais em mim que as ricas. Mas é a vida, meu filho. Temos de agradar aqueles que podem nos dar alguma coisa em troca.
Blog do Ciro: Como assim, Papai Noel? Essa sua mentalidade parece a mesma dos pregadores da Teologia da Prosperidade. O senhor também propaga essa falácia?
Papai Noel: Oh, sim! Ho, ho, ho! Eu sou o próprio deus dessa teologia! E os pregadores dessa teologia são os meus servos...
Blog do Ciro: O quê?
Papai Noel: Isso mesmo. As pessoas que seguem à Teologia da Prosperidade me cultuam, mesmo sem ter consciência disso.
Blog do Ciro: Sim, eu sei que muitas criancinhas creem que o senhor lhes traz presentes, mas nunca imaginei que se considerasse um deus...
Papai Noel: Ho, ho, ho! Você não conhece nada a meu respeito. As crianças não são as minhas verdadeiras seguidoras. Elas vivem no mundo da fantasia e acreditam ingenuamente em mim. Mas os meus verdadeiros seguidores são pessoas adultas, interesseiras, que vão a templos evangélicos, não para cultuar o Belemita, o Nazareno, do qual elas se dizem discípulas. Elas só querem receber presentes. E, com isso, as minhas igrejas-negócios só crescem!
Blog do Ciro: E o senhor dá a essas pessoas o que elas realmente sonham?
Papai Noel: Ora, você acredita em Papai Noel? Ho, ho, ho! Na verdade, elas se iludem, e algumas delas acabam sendo abençoadas pelo Belemita, que se compadece delas. Pena que elas não reconhecem isso. Preferem dizer que as suas vidas mudaram porque foram à igreja tal, participaram da campanha tal, conheceram o apóstolo fulano de tal... Dificilmente glorificam o Homem de Nazaré.
Blog do Ciro: Eu não acredito que o senhor está enganando essas pobres pessoas sonhadoras... Quem é o senhor, de fato?
Papai Noel: Como eu já lhe disse, por um lado estou nas fantasias das crianças. Não sou real. Por outro, estou no coração de muitos que se dizem seguidores do Belemita, porém seguem aos ensinos dos meus liderados, que se apresentam com títulos variados: missionários, bispos, apóstolos, pastores, conferencistas internacionais... É claro que existem os verdadeiros representantes do Homem de Nazaré, os quais se levantam contra a minha obra, mas eles são minoria.
Blog do Ciro: Mas, Noel, o senhor está enganado. Nessa época do ano, a maioria dos cristãos se opõe ao senhor e verbera contra coisas pagãs, como árvore de Natal, Papai Noel, etc. Todos nós sabemos que você nada tem que ver com o verdadeiro sentido do Natal.
Papai Noel: Ho, ho, ho! Aí é que você se engana. Alguns pais são tão rigorosos, a ponto de proibirem as pobres criancinhas de tirar fotos com aquele exemplar de Papai Noel no shoppingcenter. Eles tiram delas a alegria de abraçar um velho fofinho, simpático e sorridente. Mas, nas igrejas, eles — paradoxalmente — me cultuam.
Blog do Ciro: O senhor pode explicar melhor como isso ocorre?
Papai Noel: Claro. Eu me aproveito das necessidades das pessoas e do fato de elas serem, por natureza, interesseiras. Por exemplo, é difícil ouvir cristãos dizendo que vão aos cultos para adorar o Nazareno. Antes, afirmam: “Hoje eu vou lá buscar a minha bênção”. E, quando chegam ao templo, os meus liderados tiram proveito disso, massageando os seus egos e lhes dizendo que a vitória financeira e a realização de todos os sonhos estão garantidas, pois o seu deus (no caso, eu), que sonhou todos os sonhos deles, está ali para mudar as suas histórias. Conclusão: todos participam de campanhas para receber prosperidade e a unção financeira dos últimos dias.
Blog do Ciro: Quer dizer que o senhor também está por trás dessa polêmica unção financeira?
Papai Noel: Olha, meu filho, se é polêmica, eu não sei. Só sei que o Natal dos meus liderados será gordo! Ho, ho, ho! Alguns têm comprado até jatinhos! Eles estão melhores do que eu, pois ainda estou andando de trenó...
Blog do Ciro: (Não acredito que estou lendo isso...) Papai Noel, por favor, uma última pergunta, pois eu sei que o senhor está se preparando para visitar muitas casas à meia-noite do dia 25...
Papai Noel: Sim, é verdade. Mas visitarei também inúmeras igrejas evangélicas para entregar aos meus seguidores várias “caixas de presente”. Antes que você pergunte, essas “caixas” são, na verdade, as palavras de vitória que os meus liderados dizem aos pobres sonhadores, nessa época: “Você nasceu para vencer”, “2011 será o ano da colheita”, “A sua história mudará”, “Ouse sonhar”...
Blog do Ciro: Bem, finalizando, percebi que muitos estão preocupados em condenar o lado fantasioso no Natal: árvores, enfeites, fotos com Papai Noel no shopping. E o senhor me mostrou que existe um problema muito maior: um culto tácito ao deus Papai Noel. Mas, por que o senhor faz questão de iludir as pessoas?
Papai Noel: Na verdade, meu filho, eu estou a serviço do príncipe deste mundo, também conhecido como o deus deste século, e ele odeia o Belemita. O maior prazer do meu chefe é afastar as pessoas, mesmo as que estão dentro das igrejas, do verdadeiro sentido do Natal.
Blog do Ciro: Ah, entendi... Agradeço-lhe, senhor Noel, pela importante e reveladora entrevista que nos concedeu. Deixe uma palavra para os internautas.
Prezado internauta, aproveito para desejar que as verdadeiras bênçãos do Natal de Cristo sejam derramadas sobre a sua vida! Que elas não somente caiam sobre você no dia 25 de dezembro, mas em todos os dias restantes de 2010, em 2011 e em todo o tempo. E que não nos esqueçamos de adorar o Belemita, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Deus-Homem, sobretudo pelo que Ele é. Esqueçamo-nos um pouco do nosso lado interesseiro e adoremos a Deus em espírito e em verdade!
Na sociedade hodierna encontramos incontáveis concepções acerca da pessoa de Jesus. Para algumas seitas pseudocristãs, Ele é apenas um deus (sim, com “d” minúsculo) de menor potencial. Para outras, Ele é o Arcanjo Miguel. Para os adeptos da Nova Era, Jesus foi apenas mais um avatar, mais um iluminado, estando no mesmo nível que Buda, Krishna e tantos outros. CONTINUE LENDO >>
Tenho presenteado a alguns leitores através do Twitter. Hoje pela manhã, dois seguidores ganharam os livros Adolescentes S/A e Erros que os Pregadores Devem Evitar, editados pela CPAD.
Um dos desafios, hoje cedo, foi escrever pelo menos uma frase a respeito da mensagem de Cristo, da pregação do Evangelho, e alguns seguidores me enviaram ótimos pensamentos. E olha que eu lhes dei apenas quinze minutos para fazer isso!
Partilho com todos os internautas essas frases, que também estão publicadas no Twitter. Juntamente com elas está a conta de cada twitternauta, a fim de que o leitor possa conhecê-los melhor e interagir com eles.
@adpotengi13. Assembleia de Deus: “O problema da pregação de hoje em dia é que os pregadores pregam o que as pessoas querem ouvir, deixando Deus de lado”.
@adpotengi13. Assembleia de Deus: “A pregação hoje está muito antropocêntrica; trata o homem como o centro de tudo, o que não deveria ocorrer”.
@AndersonPereira. Anderson Pereira: “Hoje a mensagem mais impactante é a mensagem da cruz, pois a maioria dos pregadores pregam aquilo que os homens querem ouvir”.
@dventapane. Diego Ventapane: “A pregação deve levar o pecador a se arrepender do pecado e não se motivar a vencer na vida; vitória vem com trabalho”.
@dventapane. Diego Ventapane: “A pregação deve nos levar a aceitar a salvação todos os dias e não só quando levantamos a mão na igreja”.
@dventapane. Diego Ventapane: “Todo pregador deve passar a mensagem clara e de fácil entendimento, inclusive para ele”.
@efata67. Ulisses Efatá: “Pregação é expor a verdade aos homens, visando a levá-los a Cristo e transformá-los à sua imagem”.
@JornalisMuri. Muriele: “A ‘pregação’ está por conta de massagear o ego dos ouvintes e confortá-los com o ‘evangelho’ triunfalista barato”.
@LEOcheiodeGRACA. Leandro e Graça: “A Palavra de Deus deve ser pregada enquanto muitos querem que ela seja calada!”
@LHDessart. L. H. Dessart: “A pregação verdadeira confronta o pecador. As pregações atuais confrontam o Evangelho”. Esta é a frase vencedora.
@Lilian_Esp. Lilian Espindola: “A pregação dos dias atual se tornou (na grande maioria) uma busca por sucesso próprio.Os pregadores querem agradar seus ouvites...”
@Lilian_Esp. Lilian Espindola: “... querem emocioná-los. Esquecem que a pregação deve ser inspirada por Deus, que deve ser realizada para a glória de Deus...”
@Lilian_Esp. Lilian Espindola: “... e não para obter fama e sucesso. É raro ver alguém pregar sobre o pecado, sobre arrependimento e mudança de vida”.
@Lilian_Esp. Lilian Espindola: “Pregadores devem pregar o que Deus manda, pregar a verdade. Buscar de Deus a cada dia o que devem repassar às ovelhas”.
@mariasiqueira1. Maria: “Pregação tem de ser feita em encontro com a Palavra de Deus; expor o que ela diz, nada além disso”.
@robsondf. Robson Ferreira: “Expositores ocos trazem mensagens vazias; espero ouvir verdade, mas as palavras soam como apostasia”.
@TiagoMar7ins. Tiago Martins: “E ai de mim se não pregar o Evangelho, pois a fé vem pela pregação, e a pregação, pela Palavra de Cristo”.
@Wandork. Felipe Wandork: “A verdadeira pregação não se preocupa em saciar aos ouvidos, mas sim às almas que a ouvem”.
Quem foi o homem que andou na terra chamado Jesus Cristo? Um andarilho perturbado? Um contador de parábolas? Um milagreiro ou exorcista? Um dos tantos subversivos da Palestina? Um profeta que fundou uma nova religião? Ou o Deus-Homem, o Salvador do mundo e Senhor dos senhores?
Em Mateus 16.13, o Senhor Jesus perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” E Simão Pedro lhe respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus” (v.16). Tal pergunta me levou, há algum tempo, a consultar vários livros em minha biblioteca, a fim de descobrir o que eminentes escritores — do passado e do presente — têm dito acerca de Jesus Cristo.
A lista abaixo está em ordem alfabética de autores.
AUGUSTO CURY. Em seu best-seller Nunca desista de seus sonhos (Sextante), esse renomado escritor asseverou, ao discorrer sobre um dos milagres de Jesus relatado no Novo Testamento: “Jesus Cristo não havia feito nenhum ato sobrenatural, no entanto sua voz tinha o maior de todos os magnetismos porque vendia sonhos. Vender sonhos é uma expressão poética que fala de algo invendável. Ele distribuía um bem que o dinheiro jamais pôde comprar. O Mestre dos mestres assombra os fundamentos da psicologia”.
BENTO XVI. Joseph Ratzinger, o papa, declarou: “Se hoje tivéssemos de escolher, teria Jesus de Nazaré, o filho de Maria, o filho do Pai, alguma possibilidade? Será que conhecemos mesmo Jesus? Será que O compreendemos? Não deveríamos hoje, tanto quanto ontem esforçarmo-nos para de novo O conhecer?” (Jesus de Nazaré, Planeta).
BILLY GRAHAM. Conselheiro de muitos presidentes dos Estados Unidos e considerado o maior evangelista do século XX, declarou o seguinte sobre Jesus Cristo, em O Segredo da Felicidade (Bompastor): “Sua pessoa era magnética, suas maneiras eram atrativas, sua voz era compelidora. Todo o seu ser mostrava ser ele um homem de poder incomum. Ele era um consumado mestre, um formidável polemista, um curador compassivo — o mais gentil e mais severo dos homens. Eles [os seus discípulos] nunca tinham ouvido alguém parecido com ele”.
C.S. LEWIS. Um dos autores mais citados por escritores cristãos e não-cristãos, esse pensador afirmou: “Cristo foi o ‘primeiro caso’ do homem novo. Mas é claro que ele é muito mais que isso. Não é simplesmente um homem novo, um espécime da espécie, mas o homem novo. É a origem, o centro e a vida de todos os homens novos. Entrou de livre e espontânea vontade no universo criado, trazendo consigo a zoé, a vida nova” (Cristianismo Puro e Simples, WMF Martins Fontes).
CALVINO. Em sua obra As pastorais, esse reformador asseverou: “A descrição mais adequada da pessoa de Cristo está contida nas palavras ‘Deus se manifestou em carne’. Em primeiro lugar, temos aqui uma afirmação distinta de ambas as naturezas, pois o apóstolo declara que Cristo é ao mesmo tempo verdadeiro Deus e verdadeiro homem”.
ERNEST RENAN. Este filósofo e historiador — nome de primeira grandeza na evolução do racionalismo do século XIX, que viveu em Paris, na França — disse: “Desde Sócrates e desde Aristóteles a filosofia e a ciência fizeram progressos enormes. Mas tudo foi construído sobre o alicerce que eles estabeleceram. Da mesma forma, antes de Jesus o pensamento religioso atravessara muitas revoluções; desde Jesus, ele fez grandes conquistas. Contudo, não se saiu nem se sairá da noção essencial que Jesus criou; ele fixou para sempre a maneira como deve ser concebido o culto puro. A religião de Jesus não é limitada” (Vida de Jesus, Martin Claret).
GEOFFREY BLAINEY. Em Uma breve história do mundo (Fundamento), esse historiador e professor da Universidade de Harvard afirmou: “Suas palavras arrastavam multidões. Sua pregação podia ser misteriosa, mas também era sensível e prática; ele contava uma história simples sobre a vida diária, dando a ela um fundo moral e concluía com um apelo a seus ouvintes à beira da estrada para que adotassem seu novo modo de pensar. [...] Jesus demonstrava um profundo sentimento pelos oprimidos: pelos que eram pobres, pelos que eram doentes e pelos que sofriam”.
JACQUES DUQUESNE. Em seu livro Jesus, a verdadeira história (Semente), disse: “Hoje nenhum historiador sério duvida da existência de Jesus”.
JAMES C. HUNTER. Este famoso guru da liderança disse que Jesus foi o maior líder de todos os tempos: “Nenhuma pessoa com honestidade intelectual pode negar que a vida de Jesus exerceu uma grande influência na história. E ainda exerce até hoje” (Como se tornar um líder servidor, Sextante).
LAURIE BETH JONES. Escreveu uma obra com o título Jesus, o maior líder que já existiu (Sextante) pela qual concorda com James C. Hunter.
MARCELO ROSSI. Em seu livro Ágape (Editora Globo), esse padre afirmou: “Jesus é o Bom Pastor. Ele cuida de cada uma de Suas ovelhas. Ele conhece as Suas ovelhas pelo nome, isto é, pela identidade das Suas ovelhas”.
MARY W. BAKER. Escreveu a obra cujo título fala por si mesmo: Jesus, o maior psicólogo que já existiu (Sextante).
MAX LUCADO. Ao falar sobre a glória de Deus, esse autor, líder no segmento de livros inspirativos, nos Estados Unidos, asseverou: “Moisés pediu para vê-la no Sinai. [...] Quando Ezequiel a viu, teve de reverenciá-la. Ela envolveu os anjos e aterrorizou os pastores enquanto pastoreavam em Belém. Jesus a irradiou” (Você não está sozinho, Thomas Nelson Brasil).
N.T. WHITE. Questionado pelo famoso ex-ateu Antony Flew acerca da existência de Jesus, esse conhecido bispo, explicador do cristianismo histórico e pesquisador do Novo Testamento em Oxford, respondeu: “no caso de Jesus, todas as evidências apontam firmemente para a existência dessa grandiosa figura nos vinte até trinta anos do primeiro século. E as evidências encaixam-se tão bem no que sabemos do judaísmo naquele período — embora muitas coisas tenham sido anotadas gerações mais tarde —, que penso que poucos historiadores de hoje duvidariam da existência de Jesus” (Deus existe, Ediouro).
NAPOLEÃO BONAPARTE. “Alexandre, César, Carlos Magno e eu fundamos impérios, mas em que baseamos nossas criações geniais? Na força. Jesus Cristo fundou seu império baseado no amor e até hoje milhões de pessoas morreriam por ele” (James C. Hunter, em Como se tornar um líder servidor, Sextante).
OG MANDINO. Este famoso autor de autoajuda definiu Jesus Cristo assim, em sua principal obra O maior vendedor do mundo (Record): “Tudo o que possuía ele distribuiu com o mundo, incluindo a vida”.
STEVEN K. SCOTT. Em Jesus, o homem mais sábio que já existiu (Sextante), Scott disse: “Quase todas as pessoas o consideram um líder religioso, o fundador do cristianismo. Outras o veem simplesmente como o maior professor de princípios morais. Algumas conhecem tão pouco os textos e documentos históricos a seu respeito que acham que ele não passa de um mito ou uma lenda. E quase todas avaliam mal a importância que a vida e os ensinamentos de Jesus podem ter para a sua própria vida”.
TIM LAHAYE. Autor da famosa série Deixados para trás, afirmou: “O amor que Jesus demonstrou pelo seu próximo não acabou com sua elevação e honra das mulheres. Desde o começo, Jesus era um defensor dos menos afortunados” (Jesus, Thomas Nelson Brasil).
TOLSTOI. Este famoso autor russo, em Pensamentos para uma vida feliz (Prestígio Editorial), empregou a seguinte frase, de Herbert Newton, para expressar o que pensava a respeito de Jesus Cristo: “Cristo jamais fundou qualquer igreja, jamais criou qualquer Estado, jamais promulgou uma lei, jamais estabeleceu qualquer governo ou outra autoridade. Ele queria colocar a lei de Deus no coração das pessoas, a fim de torná-las autogovernadas”.
Muitos estudiosos da atualidade estão em busca de um novo Jesus! Eles consideram as descrições dos Evangelhos insuficientes, e as palavras do próprio Senhor, dúbias e contraditórias. Estão à procura de um Jesus histórico, que agrade a comunidade acadêmica. E, com isso, acabam por “construir” o seu próprio Jesus, cheio de complexos, dúvidas, perturbado pela tentação de possuir mulheres. Esse, definitivamente, não é o Jesus bíblico!
O professor de religião Scot McKnight afirmou, na revista Cristianismo Hoje deste mês: “O teólogo alemão Martin Kähler convenceu sua geração que a fé em Jesus não poderia nem deveria estar baseada nas conclusões históricas sobre o que aconteceu ou não. Precisamos, então, nos perguntar: em qual Jesus devemos confiar? Será no dos evangelistas e apóstolos? Será no da Igreja — aquele dos credos? Ou no Jesus ortodoxo? Será na mais recente proposta de um historiador brilhante? Será em nosso próprio consenso baseado nas pesquisas modernas? Ou tudo deve ser somente balizado pela fé?”
McKnight menciona também o acadêmico estadunidense Dale Allison, especialista em Novo Testamento. De acordo com Allison, usamos nossos critérios para produzir o que quisermos: “Abri os meus olhos para o óbvio: criei um Jesus à minha própria imagem. Talvez tenhamos transformado a sua biografia em nossa própria autobiografia” — confessa.
Para muitos eruditos que não priorizam a Palavra de Deus, existe um Jesus judeu, um Jesus canônico, um Jesus ortodoxo... Mas os cristãos verdadeiros não devem crer mais na História, na arqueologia, na tradição, etc. do que nas próprias declarações do Senhor a seu respeito. Ele declarou-se Deus e viveu como Homem. E, como Deus-Homem, asseverou: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6.35), “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12), “Eu sou a porta” (Jo 10.9), “Eu sou o Bom Pastor” (Jo 10.11), “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo 11.25), “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6), “Eu sou a videira verdadeira” (Jo 15.1), “Eu sou o Alfa e o Ômega” (Ap 1.8).
O cristão que tem a Bíblia como a sua fonte de autoridade suprema, principal e superna aceita pela fé todas as declarações do Senhor Jesus, bem como acredita nas profecias messiânicas, nas descrições veterotestamentárias típicas e simbólicas acerca dEle e em todo o relato do Novo Testamento a seu respeito. Além disso, o cristão biblicocêntrico não despreza a História, a arqueologia e outras fontes secundárias, exceto quando elas depõem contra as inerrantes e infalíveis Escrituras. Afinal, em 1 Coríntios 4.6, ARA, lemos: “não ultrapasseis o que está escrito”.
Portanto, aproveitando que domingo próximo é o dia da Bíblia, não cedamos à tentação de apreciar mais o Jesus histórico do que o Jesus bíblico. É a Ele que devemos adorar e seguir. Creiamos cada vez mais no Jesus Cristo Senhor e Salvador apresentado na Palavra de Deus, o Homem perfeito, justo, santo, obediente ao Pai em tudo, impecável, imaculado e incontaminado (1 Pe 1.18,19), incomparável, diferente de todos os homens que andaram na terra, o qual jamais deixou de ser Deus.
“Antigamente, quando se falava do episódio envolvendo o tal chefe dos publicanos [Zaqueu], a ênfase era sempre cristocêntrica — recaía na iniciativa do Senhor Jesus de olhar com misericórdia para o tal homem e salvá-lo. Mas, por que temos valorizado mais Zaqueu do que o Senhor Jesus? É porque, hoje, o antropocentrismo (o ser humano no centro) tem ganhado força em nosso meio.
Bem, esqueçamos de Zaqueu por enquanto e meditemos acerca do senhorio de Jesus. Afinal, somos filhos de Deus, mas também devemos ser seus servos. O evangelho é como uma moeda: tem dois lados. Em Lucas 6.46, está escrito: “E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?” É de admirar que chamamos a Jesus de Senhor e sequer entendemos o que significa recebê-lo como tal. Isso ocorre, em parte, porque a palavra “senhor” não tem hoje o mesmo significado de quando Jesus andou na terra.
Na Bíblia, quando o termo “Senhor” é aplicado a Cristo significa, na maioria das vezes, autoridade máxima, o número um, o Homem que está acima de todos os outros, o dono de toda a criação. No Império Romano, era comum os funcionários públicos ou soldados se saudarem dizendo “César é o Senhor!” Por causa disso, os cristãos tiveram muitos problemas e eram perseguidos pelo imperador. Sempre que alguém os saudava com as tais palavras, eles respondiam: “Não! Jesus Cristo é o Senhor!” César ficava furioso, não por ter ciúmes do nome. A questão era bem mais profunda que isso. Ele, na verdade, sabia que, para os cristãos, Jesus Cristo pesava mais que o grande César.
O Senhor Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim...” (Mt 11.28,29). Ser um servo de Cristo não significa apenas deixar o jugo do pecado, mas tomar sobre si o jugo de Cristo! Em Lucas 12.32, Ele também afirmou: “Não temas, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o Reino”. Oh, como é bom ser um cristão, não é mesmo? Mas, o que diz o versículo 33? “Vendei o que tendes, e dai esmolas...” Queremos, mesmo, tomar sobre nós o jugo do Senhor?
Como são as nossas pregações? “Amigo, aceite a Jesus” — isso, em si, já é uma grande incongruência, pois é o Senhor Jesus quem nos aceita! Os pregadores estão sempre apelando para os interesses humanos. E praticamente todas as nossas reuniões são centralizadas no ser humano. Nosso evangelho deixou de ser cristocêntrico há muito tempo! O arranjo do mobiliário, do púlpito, dos equipamentos, tudo aponta para o homem. Quando preparamos o programa do culto, não pensamos em Jesus, e sim nas pessoas que estarão presentes.
E as nossas orações? Elas também se centralizam no ser humano: “Senhor, abençoa meu lar, minha vida, minha esposa”, “Eu determino que...” ou “Quero hoje o meu milagre”. Orar, para muitos, é como esfregar a lâmpada de Aladim. Temos nos esquecido de que Jesus é o Senhor! E Ele nos ensina a orar priorizando a vontade de Deus, e não a nossa (Mt 6.10). Como era a oração dos crentes da igreja primitiva, que punham em prática o que Jesus lhes ensinara?
Vemos em Atos 4.24-31 que os cristãos primitivos empregaram pronomes como “teu”, “tu” e “tua”, centralizando a oração em Deus: “E, ouvindo eles isto, unânimes levantaram a voz a Deus e disseram: Senhor, tu és o que fizeste o céu... olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra, enquanto estendes a mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome do teu santo Filho Jesus. E, tendo eles orado, moveu-se o lugar onde estavam reunidos...”
Jesus, sem dúvidas, é o Salvador, o nosso Médico e Ajudador. Tudo isso é verdade. Mas não podemos recortar Jesus em partes e escolher apenas a que nos agrada. Não podemos agir como crianças que lambem a geleia e descartam o pão — principalmente quando se trata do Pão da vida! Mas é o que muitos cristãos têm feito! Só frequentam as igrejas por causa da geleia (bênçãos), atendendo a seus próprios interesses (cf. Jo 6.60-69).
Bem, tudo isso que acabei de dizer pode ser inútil a um crente que está mergulhado no evangelho antropocêntrico. Mas a Deus nada é impossível. E o Espírito Santo pode convencer esse cristão enganado a permitir que o Senhor Jesus tome a sua mente e a lave, dando-lhe uma boa escovada, para, em seguida, recolocá-la no lugar, em posição inversa!”
Ciro Sanches Zibordi Texto extraído do livro Erros que os Adoradores Devem Evitar (CPAD), o qual já está na sua quarta impressão, em menos de um ano!
A belíssima composição Oh Holy Night, do francês Adolphe Charles Adam (1803-1856), fala da noite do nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo. Ela nos estimula a imaginar como foi aquele glorioso momento e glorificar a Deus por isso: “Caia de joelhos/ Oh, ouça as vozes dos anjos/ Oh, noite divina/ Oh, noite, quando Cristo nasceu/ Oh, divina noite”.
Na composição há também uma referência à oração-modelo deixada pelo Senhor Jesus, conhecida como “Pai Nosso”. E, em seguida, vem novamente a ênfase: “Caia de joelhos/ Oh, ouça as vozes dos anjos/ Oh, divina noite/ Oh, noite, quando Cristo nasceu/ Oh, divina noite/ Oh, noite/ Oh, noite santa! [...]/ O poder e a glória! [Oh santa noite!]/ Cristo Jesus/ Jesus Cristo! [Oh, noite santa]/ Ele nasceu nesta noite, noite santa!”
Que jamais nos esqueçamos de cair de joelhos todos os dias, onde quer que estejamos, a fim de reconhecer a obra vicária que o Senhor Jesus realizou ao se encarnar para nos revelar a glória do Pai, morrer pelos nossos pecados e ressuscitar para a nossa justificação.
Ouça agora a belíssima canção, composta no século XIX, Oh Holy Night. No vídeo abaixo, ela é interpretada pelo quarteto Il Divo — formado por um suíço, um norte-americano, um francês e um espanhol — num anfiteatro romano (em ruínas), na cidade de Mérida, Espanha.
Há dois mil anos, num pequeno país politicamente dominado, um Homem com quase trinta anos sai de sua aldeia. Pelos campos e cidades, Ele começa a anunciar ao mundo uma nova mensagem, de amor, fé, liberdade, renúncia ao dinheiro, ao poder e à glória. Não era o único a fazer isso, pois naquela época outros saíam pelo mundo pregando verdades e heresias — ou as duas coisas. E eram seguidos por uma multidão de aleijados, paralíticos, leprosos, prostitutas, desiludidos da vida e débeis mentais. O que torna Jesus diferente de todos os milagreiros e propagadores de doutrinas novas que já existiam? Ele mudou a História!
Que Jesus Cristo existiu não se discute mais. Até os ateus reconhecem que Ele andou na terra. Sua mensagem transformou homens e mulheres de seu tempo, perdurou depois de sua morte e continua mudando a vida das pessoas. Nosso calendário foi determinado de acordo com o seu nascimento. Os dois maiores feriados celebrados no mundo a cada ano — Natal e Páscoa — comemoram o nascimento e a ressurreição do Senhor. Não é por acaso que a Enciclopédia Britânica dedica a Ele mais de 21 mil palavras.
Estima-se que entre setenta e cem milhões de estadunidenses acreditam na história de Jesus Cristo. No mundo, mais de dois bilhões acreditam nela. Passados dois milênios, Ele continua confundindo as mentes mais bilhantes da Terra. O filme A paixão de Cristo, de Mel Gibson, pegou Hollywood de surpresa e ofuscou, nos Estados Unidos, O código Da Vinci (do grande Dan Brown), o qual foi abraçado entusiasticamente e promovido pelos marketeiros hollywoodianos.
Augusto Cury — um dos escritores brasileiros mais lidos da atualidade — acerta quando diz que Jesus Cristo foi o Mestre dos mestres. Steven K. Scott tem razão, ao afirmar que o Senhor foi o Homem mais sábio que andou na terra. James C. Hunter e Laurie Beth Jones igualmente estão corretos quando dizem que Ele foi o maior líder que já existiu. E Mary W. Baker faz bem em asseverar que Ele foi o maior psicólogo. Eu, que já escrevi alguns livros sobre o pregador e pregação, não tenho dúvidas: Jesus foi o maior pregador de todos os tempos.
Mas, por que esse filho de carpinteiro, que ensinava por parábolas e aforismos, teve tanta influência sobre a humanidade? Foi porque falava a língua do povo (o aramaico), curava os enfermos e doentes, expulsava demônios e proclamava o fim de uma era e o início de outra? Conquanto Jesus Cristo tenha tido uma vida pública de pouco mais que três anos, pode-se dizer que Ele e seus ensinamentos tiveram um impacto muito maior no mundo do que a erudição coletiva dos grandes filósofos cujas carreiras combinadas perfazem mais de 150 anos: Sócrates, Platão e Aristóteles.
Jesus Cristo foi (ao andar na terra), é (1 Tm 2.5) e sempre será o Deus-Homem, superior a todos os outros homens! Ele é o Mestre dos mestres, o Líder dos líderes, o Pregador dos pregadores, o Profeta dos profetas, o Sumo Sacerdote, o Pastor dos pastores, o Apóstolo, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores!
Caros internautas, o livro Jesus — descubra os mistérios do homem que fascinou o mundo e mudou a história da humanidade—, de Tim LaHaye (Thomas Nelson Brasil), é extraordinário. Se você pensa em dar um presente a alguém nesse fim de ano, deixo aqui essa dica.
LaHaye, que é o autor da série Deixados para Trás e de tantas obras excelentes, em vários gêneros literários, prova — mediante a apresentação do cumprimento de profecias messiânicas e descobertas arqueológicas — que Jesus é o verdadeiro Deus e o maior de todos os profetas. Ateus e agnósticos precisam ler essa obra para obterem respostas que ainda não encontraram. Cristãos sinceros devem lê-lo para solidificar a sua fé no Deus-Homem, o Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Esse livro inspirativo e, ao mesmo tempo, biblicocêntrico (o autor menciona e explica várias passagens dos Evangelhos) pode ser adquirido pela Internet, através do portal da Livraria Cultura. Basta clicar no banner acima ou no quadradinho abaixo do meu nome e procurar a obra no campo busca, no site.
Como eu prometi, neste mês eu só falo de Jesus Cristo. Nos vídeos caseiros — e simplórios — abaixo discorro sobre a pregação cristocêntrica, tomando como base 1 Coríntios 2.1-5. (Observe que há uma bola amarela sobre o armário do quarto da minha filha... risos.)
Na aludida passagem, Paulo, entre outras coisas, afirmou: “nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado”.
Nesta época linda do ano Há mudanças no ser humano. De repente, se torna tão bom! Há felicitações e tanto abraço, Há mais melodias no espaço E até a música tem um outro som!
Então, surgem as arrumações, Cores, festas, iluminações, E há intensas luzes no céu... No ar, em vez de Jesus, Aparece uma figura que reluz: O gordo e rosado Papai Noel! Mas, afinal, de quem é o Natal? Qual o seu personagem central? Papai Noel mora num lugar gelado; Jesus, num céu lindo e abençoado!
Papai Noel anda no trenó das renas; Jesus, sobre nuvens e águas terrenas! Papai Noel vem uma vez por ano; Jesus, está presente no cotidiano!
Papai Noel, enche meias de presentes; Jesus, supre os corações carentes! Papai Noel entra, não é convidado; Jesus, bate à porta – Ele é educado!
Papai Noel gosta de festa e promoção; Jesus, gosta apenas do coração! Papai Noel nos deixa sentar no colo; Jesus nos abraça – não nos deixa no solo!
Papai Noel nada sabe sobre nós; Jesus conhece cada ovelha pela voz! Papai Noel diz apenas: ôh, ôh, ôh! Jesus diz: “Vinde a mim – Eu sou amor!”
Papai Noel vive num mundo de brinquedos; Jesus vive no mundo curando os medos! Papai Noel faz agrados e dá beijinhos; Jesus, dá-nos a doce paz e seu carinho!
Papai Noel coloca presentes na árvore de luz; Jesus, tornou-se nosso presente na cruz! Papai Noel some, deixando frustrações; Jesus está vivo e presente nos corações!
Então, De quem é mesmo o belo Natal? De Jesus ou do Papai Noel comercial? Precisamos lembrar: Se o Natal reluz É porque Deus amou ternamente o mundo E o Seu amor resgatador profundo, Deu-nos seu mais belo presente: JESUS!
* O autor é pastor, escritor, poeta, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, além de amigo do editor deste blog, é claro.